de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 10 Maio , 2010, 17:52
Manuel Correia
Pia de Água Benta
Pormenor dos pecados do Filho Pródigo

 

Painéis de Manuel Correia

merecem ser mais conhecidos

 

Hoje à tarde a Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo visitou o Museu da Paróquia, integrado num espaço anexo à igreja matriz. Pretendeu-se, com esta visita, conhecer mais de perto o que está exposto, mas sobretudo admirar os painéis alusivos à parábola do Filho Pródigo feitos pelo artista Manuel Correia.

Usando uma técnica mista, com os mosaicos cerâmicos romanos por inspiração, Manuel Correia respondeu deste modo ao desafio lançado pelo Prior José Fidalgo, que também indicou o mote.

O artista explicou passo a passo a técnica e os processos utilizados na confecção dos seis painéis, desde o esboço aos toques finais. Mostrou como conseguiu dar expressão às personagens da parábola, uma das mais conhecidas da Sagrada Escritura e com um significado que nos convida à reflexão, tendo como notas dominantes o arrependimento e o perdão sem condições.

O grupo apreciou as alfaias litúrgicas, os paramentos e adereços antigos, bem como documentos dos primórdios da paróquia, presentemente a celebrar um século de existência.

 

FM

 


Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 27 Abril , 2010, 13:36

A Biblioteca da Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo está a precisar de bons livros para bons leitores. Se todos quisermos, a organização de uma biblioteca actualizada  poderá ser possível. Vamos dar uma ajuda? Leia  mais aqui.


Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 12 Abril , 2010, 22:36

A Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo voltou hoje ao trabalho. Retomei, por isso, o contacto com o grupo que procuro animar. E do encontro desta tarde saiu a ideia de se registar por escrito, ou por outra forma,  memórias das nossas meninices sobre a Páscoa.


Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 25 Março , 2010, 18:53

 

 

   Carlos Duarte, à esquerda, com alunos da US

 

 

 

Exposição patente até 6 de Junho no Centro Cultural 

 

   

Hoje, dia 25, alguns  alunos da disciplina fotografia/comunicação estiveram no Centro Cultural de Ílhavo a visitar a exposição de fotografia do fotojornalista Eduardo Gageiro

Eduardo Gageiro, 75 anos, tem ainda como sonho  fotografar os campos de refugiados pelo mundo e até já tem o apoio da ONU, mas uma grave doença não lhe vai permitir concretizar esse sonho, de momento. Agora são as exposições em Tábua, onde recebe a medalha de ouro da Câmara Municipal, depois é a exposição no Cairo (Egipto), seguindo-se Foz Côa, além de continuar a trabalhar como freelancer para a Cartier, Yamanha, Deutche Gramophone e Assembleia da República.

 

 

 

 

Tem publicado vários livros, com destaque para “Esta estranha Lisboa”, “Gente” e “Mulher”, e recentemente publicou “Fé” e “Silêncios”, este com fotografias de Jorge Sampaio, Cavaco e Silva, António Vitorino de Almeida, Ramalho Eanes, António Champalimaud ou Maria João Pires, entre outros, que posaram especialmente para Eduardo Gageiro.

Sobre a evolução da fotografia diz:…. "A diferença é o pormenor. Fundamentalmente a nossa cabeça é um computador que vai acumulando factos. E, quando fotografamos, esses factos reflectem-se todos. É a nossa vivência. Por isso é que eu acho que ter trabalhado na Fábrica de Loiças de Sacavém teve uma influência profunda em mim, porque eu olho as pessoas de uma maneira mais humana, com mais amor. Eu não podia ter outra profissão senão esta”.

 

CD 

 


Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 18 Março , 2010, 08:00

 

 

Universidade Sénior organiza
tertúlia sobre a Comunicação Social
 
 
Decorreu ontem,  dia 18, nas instalações da Fundação Prior Sardo, um encontro de alunos da Universidade Sénior cm três jornalistas: Fernando Martins, antigo Director do Correio do Vouga, colaborador de diversos jornais regionais e criador do blogue Pela Positiva; Carlos Naia, antigo jornalista do Jornal de Noticias e colaborador na imprensa regional e rádio; e Torrão Sacramento, Director do jornal O Ilhavense.
Carlos Duarte, coordenador da disciplina Fotografia/Comunicação, após ter apresentado os convidados, lançou aos três oradores as seguintes questões: Qual a história de O Ilhavense e de que forma continua a existir, dirigida a Torrão Sacramento; as principais diferenças do jornalismo de há 20 anos e o de hoje, para Carlos Naia; e, para Fernando Martins, como foi a transição de jornalista da imprensa escrita para a comunicação através de blogues e a sua opinião sobre a forma como se faz jornalismo hoje.
 
 

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 22 Fevereiro , 2010, 21:45

Carlos Teixeira da RTN

na Universidade Sénior


No próximo dia 25 (5ª. Feira -11h) vai estar na Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo o Jornalista da Rádio Terra Nova Carlos Teixeira. Esta iniciativa está inserida no programa da disciplina Fotografia/Comunicação que decorre na US às segundas e quintas-feiras das 11 às 12h.
Neste momento, às segundas-feiras,  tem estado presente o fotógrafo Romeu Bio, para desenvolver o tema Fotografia Digital e o uso do Photoshop. Às quintas-feiras, Carlos Duarte e convidados têm dialogado sobre o tema Comunicação Social. Há dias, conforme dissemos neste espaço, esteve presente o antigo jornalista aveirense Carlos Naia.
No próximo mês de Março, em data e local a confirmar, realiza-se um colóquio sobre o tema Comunicação Social nos dias de hoje, que contará com a presença de vários jornalistas da região.

 

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 04 Fevereiro , 2010, 15:02

Carlos Naia


Classe de Jornalismo

A convite do orientador da disciplina Fotografia/Comunicação, Carlos Duarte, da Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo, esteve o jornalista Aveirense, Carlos Naia, durante uma hora, para evocar passagens da sua vida jornalística.
Com a Carteira Profissional n.º 180, Carlos Naia é uma referência do jornalismo aveirense, onde esteve cerca de 40 anos no Jornal de Notícias,  donde se aposentou. Hoje mantêm colaboração em alguns jornais regionais e em rádios, no acompanhamento do Beira Mar, já que, segundo o orador, nunca se deixa de ser jornalista.
Carlos Naia começou por historiar a sua vivência no JN com episódios curiosos para os dias de hoje, como as entregas de reportagens ao maquinista do Foguete para entregar no Porto, ou percorrer a região numa “acelera”, até às noitadas na entrada da Barra, na ânsia de ver os destroços dum avião ou do naufrágio dum barco. O “exame prévio” (censura) também não foi esquecido assim como as perseguições nos Congressos Republicanos em Aveiro. O PREC foi outro momento da vida nacional que foi descrito pelo antigo jornalista como uma época de intenso combate por um jornalismo livre e sem influência partidária ou religiosa, valores que eram “sagrados” no Jornal de Notícias.

Hoje o jornalismo da sua época é como se fosse a pré-história da profissão, tal é a evolução na comunicação onde a informação corre pelo mundo em milésimos de segundos e muitas vezes feita não por jornalistas, mas por simples cidadãos, através do novo fenómeno que é a Net e, também, as mudanças se fazem sentir nos jornais que ainda há 20 ou 30 anos eram propriedade de famílias e hoje são peças de um poder económico, onde o jornalista é uma simples peça de um puzzle enorme, no qual o jornalista  está, simplesmente, por vezes, dependente do poder económico.
Durante mais de uma hora, o jornalista respondeu a algumas questões apresentadas pelos alunos, terminando com a promessa de voltar em breve.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 16 Dezembro , 2009, 14:07

Leitura de texto ao jeito dos jograis

À volta da mesa  em espírito natalício


Ontem, no restaurante “Estufa” da Gafanha da Encarnação, teve lugar o jantar da Universidade Sénior (US). Directores e outros responsáveis, alunos e professores (ou todos alunos e todos professores) conviveram, em espírito natalício, tão propício à harmonia social e familiar.
Para além da refeição, sempre agradável, se bem confeccionada e servida, como foi o caso, houve a partilha de saberes e sabores, mas também a proximidade entre os comensais.
A abrir, o presidente da direcção da Fundação Prior Sardo, Hugo Coelho, recordou que a Universidade é, no fundo, uma “facilitadora de contactos” entre pessoas, com a preocupação de “fazer crescer” tudo e todos.



Carlos Duarte e Hugo Coelho

Manifestou o desejo de que num futuro próximo haja “novas condições de trabalho”, na linha de garantir o ambiente académico “em local próprio”. Disse que os convívios das quartas-feiras vão continuar, para celebrar aniversários e outros eventos, e afirmou que a US quer ser “ponto de encontro dos munícipes de Ílhavo”.
Não faltou a leitura de um texto, ao jeito de jograis, e o ensaio de cânticos de Natal, por iniciativa de Helena Matos, também autora do texto apresentado. Constata-se que, afinal, há potencialidades criativas nos alunos da universidade recentemente criada, para servir o município ilhavense.
A direcção ofereceu aos alunos o cartão individual, cuja utilização dará alguns direitos aos seus possuidores, noneamanete descontos em certos estabelecimentos comerciais e de serviços. Ainda foi oferecia uma prenda de Natal, uma miniatura da Fundaçãlo Prior Sardo, preparada, com todo o carinho, pelos directores e funcionários da instituição.




Recordando


Quando cheguei ao restaurante que herdou o nome de uma estufa que ali desenvolveu uma actividade bastante intensa na minha infância, dando trabalho a muita gente e promovendo a cultura da chicória, lembrei-me da azáfama que havia por esses tempos que já lá vão.
Tanto quanto me recordo, a “Estufa” adquiria a produção da chicória aos agricultores. A partir daí seria torrada para ser vendida como sucedânea do café, penso que em época de crise económica.


Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 07 Dezembro , 2009, 17:44








Azulejos da Casa Gafanhoa

A Casa Gafanhoa precisa de mais apoios


Um grupo de pessoas que frequentam a Universidade Sénior visitou hoje a Casa Gafanhoa, onde foi possível recordar vivências de tempos que já lá vão. Uns conheceram os antigos proprietários, Vergílio Ribau e Maria Merendeiro, e outros deles ouviram falar. Mas todos preservam na memória estórias do viver antigo, de gente que fez a Gafanha, com tenacidade indesmentível.



Alunos da Universidade Sénior

O fundador e presidente da direcção do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, Alfredo Ferreira da Silva, teve a gentileza de acompanhar os visitantes, prestando os esclarecimentos que se impunham, para quem gosta de saber. Em cada compartimento da Casa Gafanhoa sublinhou o que era de sublinhar, mas não escondeu que este espaço museológico precisa de ser mais dinamizado e acarinhado por toda a gente.
Apontou as peças expostas pela casa que vieram do tempo dos proprietários, referiu as que foram adquiridas e lembrou as que foram oferecidas. Há algumas que, por falta de espaço, aguardam que o Grupo possa usufruir de outro edifício, anexo à Casa Gafanhoa ou outro, para as apresentar aos que apreciam o que resta do tempo dos nossos avós.



Pintura das paredes (interior)

Durante a visita foi sublinhado que esta iniciativa da Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo se apresenta como estímulo para novos desafios, à volta da identidade dos nossos avoengos, que o mesmo é dizer, dos actuais gafanhões.

FM

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 25 Novembro , 2009, 17:20


Da esquerda para a direita: Maria do Canim, Fernando Martins, Cândida Silva (directora),
José Capote, Fernanda Lagarto e Custódia Lopes

Convívio de aniversários

Os que celebraram os seus aniversários durante este mês de Novembro encontraram-se hoje à tarde com alguns alunos e animadores, para um convívio que começa a tornar-se habitual às quartas-feiras. Foi importante  a partilha e a degustação de doces e salgados, com champanhe e sumos, mas mais importante foi a conversa que se generalizou no grupo. Não faltaram os parabéns, nem a troca de impressões entre uns e outros, recheada de recordações, que os menos jovens sempre gostam de oferecer nos encontros, em jeito de quem sente prazer em reviver momentos agradáveis. E mesmo com chuva a marcar o compasso dos nossos desejos de lhe fugir ensombrou minimamente o convívio. Para os aniversariantes não faltaram as flores, bonitas, preparadas a tempo pela direcção da Universidade Sénior, com saber e arte. Os aniversariantes ofereceram um livro à Biblioteca da US, com vontade de se criar a tradição de valorizar o espaço de leitura da Fundação Prior Sardo.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 11 Novembro , 2009, 18:59


Jorge Neves


Funcionárias, ao centro, com dois alunos da US

Momento do convívio

Não há sempre o Verão de S. Martinho?

Poesia, castanhas e vinho, mais alegria, encheram o primeiro convívio da Universidade Sénior (US) da Fundação Prior Sardo, esta tarde, para celebrar S. Martinho, o santo que os portugueses continuam a recordar. A lenda que a sua generosidade consagrou, de partilha e de entrega à causa dos pobres e perseguidos, recriada desde o séc. IV, ali esteve representada na partilha das castanhas, do vinho e da boa disposição.
Directora, funcionários, alunos e animadores de grupos da US deram corpo a este encontro, onde não faltou a componente cultural, que servirá de modelo, pelo empenho de todos, a próximas actividades. Foi desejado e aplaudido pelos participantes, conforme me testemunharam.
Jorge Neves disse poesia de José Régio e António Boto, com a arte que se lhe conhece. A história do vinho, com tudo o que ela tem de poético, bem caldeada com a mitologia greco-romana, foi momento muito agradável, a abrir o Dia de S. Martinho. Música a seguir, em jeito de ensaio, a que todos aderiram, cantando como quem gosta de andar afinado na vida.
Fogueira acesa no espaço circundante do edifício-sede da Fundação, no lugar de Remelha, e as castanhas assadas ocuparam o lugar de honra. À volta da mesa sentiu-se o calor humano que S. Martinho nos deixou como exemplo, quando partilhou a capa com um pobre.
Tempo agradável, sem chuva nem vento nem frio. Não há sempre, segundo reza a lenda, o Verão de S. Martinho?

FM

 

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 18 Setembro , 2009, 14:26

Ribau Esteves, Hugo Coelho e Cândida Silva, na abertura da Universidade Sénior


Directora da Fundação presta esclarecimentos

- Quando te reformares, o que é que vais fazer?
- Talvez vá para a Universidade Sénior da Curia, Anadia.
Esta simples pergunta, de Hugo Coelho, presidente da Fundação Prior da Sardo, e a respectiva e também simples resposta de sua Mãe, Fernanda Filipe, estiveram na base da criação da Universidade Sénior, que hoje deu os primeiros passos para servir todo o concelho de Ílhavo, e não só.
Sabe-se que outras entidades e pessoas tiveram o mesmo sonho, mas foi a Fundação Prior Sardo que assumiu as responsabilidades de proporcionar aos menos jovens encontros para valorização dos conhecimentos de quantos entendem que a vida tem de continuar, com todo o espírito de uma juventude que alimenta ânsias de saber mais, para mais facilmente contribuírem para um mundo muito melhor.
Sei que não vai ser fácil para muita gente deixar o nada-fazer para se envolver em algo de bom e de belo, como são acções de formação cultural, social e humana. Cultural, porque proporciona partilha de saberes; social, porque envolve o convívio entre pessoas de diversas idades e mentalidades; humana, porque prepara para a intervenção na comunidade, tendo em vista uma sociedade mais fraterna.
Pelo que ouvi hoje, na abertura do ano lectivo, há quem se disponha a colaborar na orientação de aulas e encontros, há pessoas que querem saber mais, há entidades que assumem os apoios indispensáveis, há vontade de levar por diante este projecto.
A Universidade Sénior iniciará as actividades lectivas em Outubro, em espaços de Ílhavo, Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação. Inscreveram-se até hoje 47 pessoas, mas há vagas para mais.
Quando houver novidades, aqui darei conta delas.


FM

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 09 Julho , 2009, 10:40
Pormenor de pintura de João Carlos Celestino Gomes

Ninguém é tão rico que não possa receber
e tão pobre que não possa dar


A Fundação Prior Sardo, sedeada na Gafanha da Nazaré mas aberta a toda a gente, acaba de criar uma Universidade Sénior. A sua abertura está agendada para o próximo mês de Setembro.
Num mundo em que, felizmente, a esperança de vida continua a aumentar, gerando, muitas vezes, por razões várias, solidão e até uma certa exclusão social, esta iniciativa, como outras semelhantes, tem de ser acarinhada por toda a gente. A sua sobrevivência dependerá da existência de professores e alunos, mas também de quem possa contribuir, por variadíssimas formas, para a sua manutenção, porque, como é natural, haverá, indubitavelmente, despesas a que ninguém pode fugir.
Estou certo de que a Universidade Sénior Fundação Prior Sardo vai ter sucesso. Porque há no concelho muitas pessoas disponíveis, porque o saber não ocupa lugar, porque a vida assenta na busca permanente de conhecimentos, porque não falta quem goste de ensinar e quem precise de saber mais.
Há um velho ditado que diz que ninguém é tão rico que não possa receber e tão pobre que não possa dar. Porque esta asserção também se aplica ao domínio dos conhecimentos, é de crer que nesta Universidade se vai processar uma rica troca de experiências, ora dando ora recebendo, tanto de saberes empiricamente construídos como academicamente recebidos.
Daqui resulta, a meu ver, uma mais-valia para os ílhavos e gafanhões, mas também para todos os que fizeram destas terras as suas próprias terras.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 09 Julho , 2009, 10:02

PARA COMBATER A EXCLUSÃO SOCIAL
E PARA PROPORCIONAR A POSSIBILIDADE
DE APRENDER E ENSINAR


Por iniciativa da Fundação Prior Sardo, o concelho de Ílhavo vai ter a sua Universidade Sénior, aberta a todos os cidadãos com mais de 50 anos de idade. Os professores serão voluntários, assentando essa colaboração no princípio de cidadania. “O programara terá uma abrangência que permita atingir as expectativas do maior número possível de pessoas”, conforme refere um comunicado que me acaba de chegar.
Segundo o mesmo comunicado, “os objectivos passam por proporcionar um espaço cultural, educativo e formativo àqueles que encaram o aprender como uma procura natural de permanente e constante crescimento”.
Pretende-se, como é óbvio, “desenvolver o convívio salutar e útil entre os cidadãos, combater a exclusão social e proporcionar a possibilidade de aprender ou ensinar, promovendo um processo de aprendizagem ao longo da vida”.
A Universidade Sénior Fundação Prior Sardo aposta numa abrangência municipal, sendo certo que as aulas serão ministradas em Ílhavo e nas Gafanhas da Nazaré e Encarnação. O programa será anunciado no website da Fundação Prior Sardo, www.fpriorsardo.org, durante a presente semana. A sua abertura está prevista para Setembro, pelo que as inscrições podem começar a ser feitas.
Para este projecto, a Fundação Prior Sardo estabeleceu parcerias com a Câmara Municipal de Ílhavo, Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, Junta de Freguesia de São Salvador, Junta de Freguesia da Gafanha da Encarnação, Rádio Terra Nova, Cooperativa Cultural e Recreativa da Gafanha da Nazaré e, ainda, com a Escola Profissional de Aveiro.

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