de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 12 Abril , 2010, 12:14

O sector da Solidariedade Social no nosso País recebe da parte do Estado comparticipações, que são, em muitos casos, única forma de sobrevivência das instituições. Muitas delas nasceram no seio da Igreja católica ou foram criadas por cristãos vocacionados para o serviço aos outros, nomeadamente, aos mais carenciados e às famílias em que os cônjuges desenvolvem actividades profissionais. Para ficar com uma ideia mais completa, leia aqui.


Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 23 Fevereiro , 2010, 14:31

 

Santa Casa recebe donativo de casal emigrante

Mais uma vez, um  casal de emigrantes ilhavenses, radicados nos EUA, Joaquim Coelho e Adelaide Coelho, entregaram à Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo a quantia de  21.699,50 Euros, para ajuda na compra de camas para o novo hospital de Ílhavo. Estes emigrantes têm colaborado com diversas organizações em Newark, com o objectivo de angariarem verbas para apoio na construção do hospital de cuidados continuados.Segundo o provedor da Santa Casa da Misericórdia, professor Fernando Maria, as obras estão a decorrer dentro dos prazos pré-estabelecidos e, se o tempo o permitir,  no final de Março o edifício estará concluído. Seguir-se-á a aplicação do equipamento, prevendo-se a inauguração para  meados do corrente ano.

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 30 Novembro , 2009, 20:28
 


«A instituição Florinhas do Vouga criou um balneário no Bairro de Santiago para prestar apoio ao nível da higiene pessoal, estando, ainda, associado àquele espaço um roupeiro com lavandaria. O espaço é diariamente procurado por pessoas com problemas sociais, como sem-abrigo associados aos arrumadores de carros, toxicodependentes, alcoólicos, carenciados, entre outros. Qualquer necessitado pode utilizar aquele espaço para tomar banho e mudar de roupa, de forma gratuita. O espaço está aberto de segunda-feira a sábado. Às terças e sextas-feiras encerra a partir das 13 horas.»




Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 22:55
Com estes projectos aprendemos
a ver a vida com outros olhos


Jovens alegres

Jacira Ascensão
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Visitámos o Centro Social de Santo António, em Quiaios, onde funciona a Colónia de Férias da Cáritas Diocesana de Coimbra, numa tarde dos fins de Agosto, com sol e uma pequena brisa que vinha do mar. Alguns jovens confraternizavam em zona de recreio do edifício amplo, emoldurado pelo pinhal e campos de jogos que a aquela instituição, com múltiplas valências, preparou para as mais diversas actividades, destinadas a todas as faixas etárias. De Maio a fins de Setembro, toda esta estrutura está voltada para encontros de formação. As Colónias de Férias, para crianças, adolescente, jovens e pessoas com deficiência são organizadas, normalmente, para as férias oficiais do Verão, da Páscoa e do Carnaval.
Jacira Ascensão, educadora social e funcionária da Cáritas Diocesana há mais de 30 anos, que nos acolheu com muita simpatia, informou logo que este Centro Social funciona ainda todo o ano, com diversas acções, destinadas a toda a gente, das paróquias e não só.
Cursos, miniférias, actividades para grupos corais, crismandos e catequese, entre outras, dão vida a esta casa, onde, noutros tempos, decorreram cursos de formação profissional.
As iniciativas tanto podem ser da própria Cáritas, como da diocese, das paróquias e de outras instituições. Ainda há escolas de vários graus de ensino (universidades e secundárias, em especial) que promovem actividades de âmbito cultural, social e até religioso, neste caso ligadas às aulas de Educação Moral e Religiosa Católica.
Filipe, de Montemor-o-Velho, 16 anos, estudante, está na Colónia de Férias (CL) da Cáritas porque a sua mãe o “inscreveu” e veio de “livre vontade”. Aqui conheceu outros rapazes e raparigas, participa em “actividades culturais, passeia, vai para a praia” e também “gosta dos ares do mar que são diferentes dos da sua terá”. Fez muitos amigos e participou em “orientação pedestre”, mas prefere o “bodyboard”, que aprendeu e está a treinar neste Verão. Está agora “à espera de ver o museu do mar”, em Buarcos, “que deve ser interessante”, adiantou.
O Micael também é de Montemor, tem 16 anos, e anda a preparar-se para fazer o 8.º ano, “mas ganha dinheiro a fazer um estágio” profissional. Ainda não sabe que profissão vai ter, mas tem “feito muitos amigos nestas férias”, enquanto procura divertir-se.
Ana, de Tentúgal, gosta dos pastéis da sua terra, mas não sabe fazê-los. “Quem os faz é a minha mãe”, diz. Esta a segunda vez que vem para a CF. “Quando cá estive pela primeira vez, gostei tanto, que fiz tudo para voltar”, referiu.
Gosta de participar em todas as acções, mas fica mais entusiasmada com o “Assalto ao Castelo”, feito à noite. O jogo tem dois grupos: um protege a princesa e o outro ataca para ficar com o castelo e para libertar a princesa. “Prefere atacar porque é mais fácil”, garante. E referiu: “Nesta CF há muita alegria, ouvimos música, cantamos, dançamos, lemos e colaboramos em tarefas variadas.”
Questionada sobre a receptividade dos que passam uma semana em Quiaios, Jacira afirma que, por norma, “os que vêm a primeira vez querem repetir a experiência”. Porquê? Porque “estamos junto ao mar, integrados numa zona florestal, longe de barulhos, perto do centro da freguesia e da Figueira da Foz”. E acrescentou: “Como temos a preocupação de cultivar o gosto pelo ambiente, é possível visitar as Lagoas, pela tranquilidade que elas transmitem e pela beleza que os nenúfares, quando estão abertos, nos oferecem; os amantes da natureza não podem dispensar a paz que ali se respira.
Jacira Ascensão explica ao SOLIDARIEDADE o dia-a-dia no centro. Nesta CF participam dois grupos: um ligado ao projecto Fura Ondas, que envolve os concelhos de Montemor-o-Velho, Condeixa e Soure, e outro da CERCIPOM (de Pombal). Na linha, sublinhou a nossa entrevistada, de “todos iguais; todos diferentes”.
Com Jacira trabalham quatro pessoas, tendo em conta que cada grupo tem os seus próprios monitores. Contudo, também há voluntários nestes projectos de férias, “jovens com mais de 18 anos, que se dispõem a passar uma semana para acompanharem as crianças ou adolescentes. E esclarece: “Sã jovens que já conhecemos e que convidamos, certos de que este serviço é, para todos, muito gratificante; a semana passada, uma moça dizia-me que sentia dúvidas sobre a sua vocação profissional e que neste trabalho, no contacto com as crianças, concluiu que era isto mesmo que queria fazer na vida. Eu própria vi a entrega dela, a dedicação, a capacidade de amar e de estar…”
Ainda acrescentou: “Quando agradecemos aos voluntários as ajudas que nos prestam, muitas vezes a resposta deles é esta: nós é que agradecemos; foi uma forma de parar e nem imagina como isto foi importante para nós; aprendemos a crescer e a ver a vida com outros olhos.”
O Centro Social de Santo António acolhe, cada semana, durante as férias de Verão, 50 crianças e jovens, escalonados por idades, entre os 8 e os 16 anos. São oriundos de várias paróquias de Coimbra, sendo a maioria dos equipamentos da Cáritas Diocesana. Pertencem a todos os quadrantes sociais, mas “necessitados dos ares do mar e de ambientes e situações de formação específicos”. Aqui, cultivam a disciplina e a socialização, enquanto executam tarefas domésticas, convivem e se divertem de forma sadia.
Sobre a experiência de integrar nas CF pessoas com deficiência, Jacira frisou: “A princípio, tivemos algumas dúvidas em aceitar o desafio, com receio de que as coisas não corressem bem, com miúdos cheios de vida e outros em cadeiras de roda, a quem é preciso dar o comer na boca, mas afinal tudo tem corrido lindamente.” E sublinhou: “Claro que tivemos de preparar os jovens, no sentido de os levar a aceitar o outro, tal como ele é. Que nós não somos todos iguais e que é bonito confirmar a riqueza que muitos deles nos transmitem, interpelando-nos sobre a nossa forma de estar na vida. Daí nasceram actividades em conjunto, com os mais autónomos, e isto tudo nos ajuda a crescer em muitos sentidos.”
Questionada sobre se não se sente cansada no fim da temporada, Jacira respondeu-nos, com um sorriso, ”às vezes ao fim do dia! De qualquer forma, para mim, cada dia que começa é um dia, e sinto isso desde que cheguei a este Centro. Hoje estou fresquinha, com a mesma vontade com que aqui cheguei para começar a trabalhar nestes projectos”.
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Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 11:30

A maior cavaca de S. Gonçalinho

Já não chega fazer mais do mesmo


“A maior cavaca de São Gonçalinho” foi apresentada no dia 12 de Janeiro deste ano. Mordomos da festa e crianças do Centro Social Paroquial da Vera Cruz (CSPVC), em Aveiro, transportaram a cavaca, em procissão, desde a confeitaria encarregada da sua confecção até à capela do mais popular santo dos aveirenses. Junto à capela de São Gonçalinho, a cavaca foi partida e do cimo da torre, como manda a tradição, foi atirada, para que o povo a saboreasse.
O doce típico pesava 10,140 Kg, tinha 1,904 m de comprimento e 0,45 m de largura. Apresentou-se como candidata ao Guinness World of Records, tendo sido o acto testemunhado pelo Governador Civil de Aveiro, Filipe Brandão, pelo presidente da Câmara, Élio Maia, e pelo presidente da Associação Comercial, Jorge Silva
O acontecimento, referenciado pela comunicação social, teve, contudo, uma finalidade mais ampla: pretendeu envolver a comunidade aveirense na construção da Creche da Vera e do Cruz, daquele centro social. A instituição foi até ao povo e o povo ficou mais interessado pela construção da nova creche.
A ideia nasceu no âmbito do projecto AJUD’ARTE, concebido para promover iniciativas de angariação de fundos, aproveitando artistas de vários quadrantes, da região e não só.
Com a colaboração especial da Quinta Pedagógica de Aveiro e do Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, padrinho oficial do projecto, estão convidados, como cabeças-de-cartaz, Manuel Alegre (escritor e político), Hélio Loureiro (cozinheiro da Selecção Nacional de Futebol), José Agualusa (relações públicas), Michel Chen (empresário de Circo), Joel Reigota (estilista), Cláudia Stattmiller (atriz), Ana Lia (bailarina), Rui Bela (fotógrafo), Fernando Silveira (acupunctor e mestre de artes chinesas) e artistas do AveiroArte.
O AJUD’ARTE, que se destinava a funcionar em 2009, “transformou-se num projecto com lógica para continuar, na perspectiva de que nós oferecemos alguma coisa, que alguém nos oferece a nós, e a comunidade, em troca, dá-nos o seu donativo, para que a instituição possa responder às necessidades das famílias”, garante-nos a directora de serviços da área educativa do CSPVC, Paula Hipólito.
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Paula Hipólito

Até ao presente, já funcionaram Workshops sobre Origami (arte japonesa de dobrar o papel), modelagem de balões, massagem Shiatsu, pintura com tinta-da-china sobre papel de arroz, Adobe Photoshop e Bijutaria com trapos, com a colaboração gratuita, respectivamente, de Elisa Silveira, Fernanda Silveira, Miguel Carvalho e Rosário Paiva. Ainda houve a organização de um jantar de angariação de fundos, um espectáculo de Magia Solidária, com Artur Santos, e animação musical de Michel, da organização 1000 Cerimónias. A participação no Cortejo paroquial – No caminho da esperança, dar-se é alegria traduziu-se num grande êxito. Também foi editado o livro Pelos Canais – Palavras e gestos que edificam, com textos dominicais do pároco da Vera Cruz, padre Manuel Joaquim Estêvão da Rocha.
É oportuno sublinhar que os artistas do AJUD’ARTE, afinal, acabam por ficar mais conhecidos, resultando daí o convite para participarem noutros eventos.
Em termos económicos, os resultados líquidos traduzem-se no contributo de quantos beneficiam dos Workshops e das demais iniciativas, sem que a instituição tenha grande trabalho com os eventos, para além do serviço voluntário que dirigentes e trabalhadores oferecem livremente, nas suas horas vagas.
“Porque o Estado não pode dar tudo, todos temos que nos envolver, porque somos todos cidadãos, sendo a responsabilidade de todos; A época é de crise, os donativos já foram maiores, toda a gente está um bocadinho a encolher-se; portanto, temos, devagarinho, de encontrar estratégias que nos permitam garantir a sustentabilidade das instituições”, adianta ao nosso jornal Paula Hipólito. E sobre a solidariedade, acrescentou: “A solidariedade não é só darmos o nosso dinheiro, mas o nosso tempo; neste caso, importa tornar mais visíveis as instituições; as instituições não são os edifícios, mas há outras coisas que não se vêem, como é o trabalho do dia-a-dia, o qual tem realmente importância junto das comunidades.”
A creche em construção, junto ao edifício-sede do CSPVC, apresenta-se com linhas modernas e todo o espaço foi concebido segundo as normas mais recentes. De cores airosas, tem capacidade para 66 crianças e 15 trabalhadores, o seu custo, com equipamento, ultrapassará os 630 mil euros. O PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais” co-financia a obra, tendo o Centro Social de angariar 300 mil. A abertura, para funcionar em pleno, está prevista para Setembro.


Uma instituição só faz sentido
se responder aos necessitados


Zé Pedro na Vera Cruz



O CSPVC foi criado em 1971, por iniciativa do então pároco da Vera Cruz, Padre Manuel António Fernandes, e desde essa altura mantém o espírito solidário, como sublinha a directora: “Uma instituição como a nossa só faz sentido se responder, a cada momento, aos necessitados que vão emergindo na comunidade; já não chega fazer mais do mesmo.”
Reconhece que há valências que nasceram há muitos anos atrás e que ainda hoje fazem sentido, “mas fazem sentido numa lógica de adaptação a novas realidades”. E sobre as ATL, esclarece: “houve mudanças, ao nível das estratégias políticas do Governo, pelo que houve necessidade de as readaptar, continuando a ser possível trabalhar com qualidade”. E esclarece: “Parar no tempo é que não podemos, temos de evoluir; as problemáticas vão surgindo diferentes, se calhar algumas com muitos anos de existência, mas com nuances diversas; as instituições têm de se reorganizar, tal como as empresas têm de se ajustar ao mercado.”
Paula Hipólito fez questão de salientar que as IPSS devem possuir capacidade de adaptação e de criatividade, para que as respostas sejam “cada vez mais inovadoras, com melhor qualidade”. E depois de referir que “a necessidade faz o engenho”, acrescentou: “se não existe dinheiro para construir uma creche de raiz, temos de abraçar esse desafio, lutando, por todos os meios, para arranjar forma de o conseguir.”
Nessa linha surgiu o AJUD’ARTE, um projecto entre tantos outros que o CSPVC vai dinamizando, até porque a questão das artes faz parte dos projectos educativos desta instituição. Aliás, a directora do centro social frisou que “as áreas artísticas têm grande potencial”. Nessa linha, os artistas, como é o caso, “estão a ajudar-nos a implementar esta acção, no sentido de a instituição chegar a toda a comunidade e de toda a comunidade chegar até à instituição; sempre com a criatividade como ponto de partida”.
Paula Hipólito considera que o voluntariado deve ser uma atitude recorrente, tanto nas IPSS como nas empresas, tendo em conta que, “se todos estiverem bem, eu estou melhor ainda; não podemos estar bem se ao nosso lado alguém estiver mal”.
E sobre a crise económico-social, adiantou que o CSPVC a sentiu significativamente, registando, nesta altura, 77 mil euros de mensalidades não pagas. Lembrou que esta realidade se deve ao desemprego e aos empréstimos contraídos pelas famílias. “Quando percebemos que, efectivamente, a família está a passar necessidades, há formas de a ajudar; baixamos as mensalidades e, em certos casos, canalizamos as pessoas para instituições ou serviços que as possam apoiar”, afirmou Paula Hipólito.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Sábado, 16 Maio , 2009, 13:08

20 Maio, quarta-feira, 21 horas


Pessoas, problemáticas e respostas

Painel sobre Retrato de Problemáticas Sociais

Moderação:Padre João Gonçalves, coordenador da Pastoral Social Diocesana e coordenador nacional da Pastoral das Prisões

Intervenções: Belmiro Couto – Ceia com Calor: apoio aos sem-abrigo, das Florinhas do Vouga;
Lyudmila Bila – Associação de Apoio ao Imigrante;
Hélder Santos – Unidade de Desenvolvimento Social da Segurança Social Aveiro

Organização: CUFC, Cáritas Diocesana de Aveiro e PANGEA ong


Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 13 Maio , 2009, 12:45


O que eu vou dizer é óbvio. Toda a gente conhece a teoria. A prática é que é um problema. Segregar é sempre um convite à revolta, à violência.
O Bairro da Bela Vista, igual a tantos outros no nosso País (fala-se em 50), está a dar-nos lições, com vista a um futuro mais justo e mais solidário. A ideia de arrumar num canto da cidade minorias étnicas, desempregados, famílias de baixos recursos, estrangeiros, desadaptados e parecidos não resulta. Nunca resultou. Os guetos são sempre focos de desconforto, de insatisfação, de contestação, de revolta e de violência. Ninguém gosta de ser segregado. Ser segregado é ser marginalizado. A segregação leva inevitavelmente à criminalidade e à guerra.
E se tudo isto é verdade, por que razão se teima em construir bairros para neles se encaixotarem os desprotegidos da sorte?
Todos sabem que bairros para minorias não dão bons resultados. Então, por que motivo se insiste nisso? Não seria melhor integrá-los como pessoas normais? Julgo que sim. E agora? Repressão? O ideal não será dar condições de vida dignas a tanta gente do bairro? Criar instituições com os habitantes e para eles? Os sociólogos, psicólogos, técnicos sociais e políticos já devem estar em campo. Ficamos a aguardar as melhores soluções.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Sábado, 18 Abril , 2009, 13:06
Lacerda Pais com o padre Lino Maia, presidente da CNIS (foto do meu arquivo)

Em longa entrevista ao semanário O Aveiro, que é distribuído com o EXPRESSO, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Lacerda Pais, garante que a instituição que dirige tem elevados prejuízos operacionais, da ordem dos 500 mil euros por ano. Isso tem obrigado os dirigentes a vender alguns bens. Ler a entrevista aqui.

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