de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 11 Novembro , 2009, 18:59


Jorge Neves


Funcionárias, ao centro, com dois alunos da US

Momento do convívio

Não há sempre o Verão de S. Martinho?

Poesia, castanhas e vinho, mais alegria, encheram o primeiro convívio da Universidade Sénior (US) da Fundação Prior Sardo, esta tarde, para celebrar S. Martinho, o santo que os portugueses continuam a recordar. A lenda que a sua generosidade consagrou, de partilha e de entrega à causa dos pobres e perseguidos, recriada desde o séc. IV, ali esteve representada na partilha das castanhas, do vinho e da boa disposição.
Directora, funcionários, alunos e animadores de grupos da US deram corpo a este encontro, onde não faltou a componente cultural, que servirá de modelo, pelo empenho de todos, a próximas actividades. Foi desejado e aplaudido pelos participantes, conforme me testemunharam.
Jorge Neves disse poesia de José Régio e António Boto, com a arte que se lhe conhece. A história do vinho, com tudo o que ela tem de poético, bem caldeada com a mitologia greco-romana, foi momento muito agradável, a abrir o Dia de S. Martinho. Música a seguir, em jeito de ensaio, a que todos aderiram, cantando como quem gosta de andar afinado na vida.
Fogueira acesa no espaço circundante do edifício-sede da Fundação, no lugar de Remelha, e as castanhas assadas ocuparam o lugar de honra. À volta da mesa sentiu-se o calor humano que S. Martinho nos deixou como exemplo, quando partilhou a capa com um pobre.
Tempo agradável, sem chuva nem vento nem frio. Não há sempre, segundo reza a lenda, o Verão de S. Martinho?

FM

 

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 11 Novembro , 2009, 11:52


Hoje celebra-se o São Martinho. Segundo a tradição, com castanhas e vinho. Com alegria, onde o calor da fogueira assa as castanhas, que nos aquecem o corpo. O vinho ajuda à festa, destruindo barreira e ajudando a elevar o calor humano, de que todos precisamos. Mais do que outros calores quaisquer. A lenda de São Martinho, que é um santo da Igreja Católica, fala-nos precisamente desse calor humano, que nos convida a olhar para os outros, sobretudo para os mais carentes de afecto e de pão. A caridade e a solidariedade vêm daí. E o seu exemplo, que perdura desde o séc. IV, não pode ser menosprezado. Por isso, o povo não esquece este santo que nos propõe a partilha. E a festa,  com castanhas e vinho, ou mesmo sem eles,  vai continuar.

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