de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 27 Maio , 2010, 19:04

 

 

 

Por cima dos telhados contempla-se uma paisagem deslumbrante. Casario multicolorido e variado, céu rico em tonalidades azuladas, vida agitada adivinhada de um lado, parada de outros, carros que correm com destinos para nós ignorados, um ar que nos abre os pulmões. Volto-me para o lado oposto e vejo o mar com o sol a feri-lo e com resposta pronta a reflectir a sua luz e calor.


Editado por Fernando Martins | Sábado, 22 Maio , 2010, 09:16

 

 

 

Aves na Ria? Namoro concertado?  Casamento à vista? Moliceiros em conversa amena? Fica a cada um a leitura deste encontro captado pelo Carlos Duarte.

Para mim, este bate-papo é muito típico das gentes da Ria. Em hora de sesta, ao fim de um dia de trabalho, em momentos de lazer e numa folga esporádica há sempre razões para falar da laguna aveirense, a carecer de projectos inovadores que a projectem mais no mundo. À falta de entendimento entre os homens e na ausência de decisões políticas,  os nossos moliceiros dão o exemplo de que é possível conversar, de preferência com o espelho d'água a servir de testemunha...

 

FM


Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 02 Outubro , 2009, 10:43
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/_edOTyb048mE/SsXI9_C9LqI/AAAAAAAAMqU/b0lk15HwV4s/s1600-h/CNcarlos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" rel="noopener"><img $r="true" border="0" src="https://1.bp.blogspot.com/_edOTyb048mE/SsXI9_C9LqI/AAAAAAAAMqU/b0lk15HwV4s/s400/CNcarlos.JPG" /></a><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">Ria na Costa Nova vista por Carlos Duarte<br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><span style="color: red; font-size: large;"><strong>Para começar o dia com beleza</strong></span><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">A arte fotográfica não está apenas no que as máquinas registam, mas, principalmente, nos olhares atentos e sensíveis de quem procura e capta os momentos certos na hora exacta. Está aí, na magia das fotos fixadas, a beleza da paisagem, a serenidade ou agitação das águas, a natureza viva das pedras, transformadas minuto a minuto, a paz dos pássaros que apreciam a maresia, timbrada pelo azul único do céu, que se reflecte na laguna para nosso deleite.<br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">FM<br /></div>

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 01 Outubro , 2009, 11:56


Na Praia da Barra, mesmo em frente ao Farol e junto à Meia-Laranja, há pedras com vida, batidas constantemente pelas ondas. Com vida, digo eu, porque suportam e alimentam a vida de arbustos, como a foto bem mostra. Passei  e não resisti. Aqui ficam as pedras, em jeito de quem convida a uma visita. Vá lá e olhe o nosso mar. Ontem estava sereno e límpido. Hoje deve estar igual... Não é que o Verão voltou?

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 30 Setembro , 2009, 14:34


O Farol da Barra, posso garanti-lo, não está a cair. O que se vê não passa de um efeito fotográfico. Ao lado, no edifício dos Pilotos, as gaivotas resolveram descansar das suas fadigas, por vezes agitadas. E ali estavam elas, quais pilotos, a observar os barcos que hoje de manhã entravam e saíam num movimento já conhecido.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 24 Outubro , 2007, 21:14

Da ilha de São Jorge, nos Açores, recebi este postal ilustrado do João, leitor do meu blogue. Ali trabalha e vive há tempos e quis partilhar comigo e com os meus amigos esta terra bonita, Calheta de seu nome, porque o que é belo é para se ver. Não sei o que é viver numa ilha, com os horizontes a perderem-se no mar, estendendo-se depois ao sabor da imaginação. Penso que em qualquer ponto da vila ou da ilha se ouve, sobretudo no silêncio da noite, o rumor do mar a atirar-se à terra, ora mansamente ora com bravura. Imagino só, mas quem sabe se um dia não hei-de experimentar, ao vivo, essas sensações de sonho.


Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 02 Outubro , 2007, 14:53

O ENCANTO DA NOSSA RIA
Hoje de manhã, a caminho de Aveiro, um amigo comentou embevecido: a nossa região é, de facto, muito bonita; aprecie o encanto da nossa ria, com tanta água a envolver-nos por todos os lados! É verdade. Nem sempre sabemos apreciar o que temos de bom. Passamos a vida a criticar tudo e mais alguma coisa, sem assumirmos a coragem de reconhecer o muito de bom que possuímos. Uma das nossas grandes riquezas está na beleza da nossa ria, com todos os dias a mostra-se, com cores e ares diferentes, desafiadora, para que a apreciemos devidamente. Só que, com as pressas, nem sempre a olhamos com olhos de ver.

Editado por Fernando Martins | Sábado, 29 Setembro , 2007, 13:07

MOLICEIROS MOSTRAM A RIA
Ali, no Canal Central, mesmo ao lado do Fórum, há sempre motivos que ilustram um qualquer postal ilustrado. Basta olhar daquele centro comercial, onde a maioria dos frequentadores procura algo que faz falta, para ver que tenho razão. Moliceiros que navegam, não ao sabor do vento, que costuma na ria encher as velas, nem das varas, que homens de garra antigamente (e ainda hoje, num ou noutro dia de festa) manejavam com arte e saber, mas a motor, levando turistas que se deliciam com a viagem, curta e saborosa. Experimentem, por favor.

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 25 Setembro , 2007, 10:31

CASTELO DE MONTEMOR-O-VELHO
Nas minhas andanças de férias registei, para mais tarde recordar, sítios, monumentos, paisagens, pessoas, de tudo um pouco, afinal. O Castelo de Montemor-o-Velho é, todo ele, um monumento que nos desafia a memória do que lemos e ouvimos da História de Portugal. Se gostarem destas coisas de que eu gosto, aqui fica a sugestão para um fim-de-semana qualquer.

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 24 Setembro , 2007, 11:48

MAR DE BUARCOS
- Apanha de marisco
Há hábitos que permanecem nos nossos genes. Penso que a pesca é um deles. Quando a maré baixou, os veraneantes, que antes estavam a apanhar um pouco de sol, no areal ainda escaldante, correram para as pedras, na ânsia de recolherem qualquer coisa que se comesse, na hora da merenda de um dia de Verão. Não seria, decerto, por fome, mas pelo prazer da apanha. E então lá andavam, atarefados, a ver quem mais enchia o saco de plástico de marisco.

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