de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 08 Outubro , 2009, 15:16
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/_edOTyb048mE/Ss3tNvymV_I/AAAAAAAAMtw/z5dLTM0bYoE/s1600-h/P4190016.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" rel="noopener"><img $r="true" border="0" src="https://1.bp.blogspot.com/_edOTyb048mE/Ss3tNvymV_I/AAAAAAAAMtw/z5dLTM0bYoE/s320/P4190016.JPG" /></a><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div>                                <br /><div style="text-align: center;"><span style="color: red; font-size: large;"><strong>Portas abertas à partilha de saberes</strong></span><br /></div><div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"><br /></div><br /><div style="text-align: justify;">Comecei o meu dia no blogue com artes. Penso que as artes devem estar sempre nos nossos horizontes, porque a beleza dá outro sentido à vida. Tal como a bondade, a tolerância e o amor. Mas hoje também poderia começar com outros temas enriquecedores, como a solidariedade, a disponibilidade e a beleza da partilha. É que, a abertura do ano lectivo da Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo, que ocorreu da parte da manhã, suscitava isso mesmo.<br /></div><div style="text-align: justify;">Mais de meia centena de pessoas interessadas em partilhar saberes e alguns jovens (e menos jovens) disponíveis para as acompanhar e animar, nessa troca de conhecimentos, marcaram significativa presença na sede da Fundação Prior Sardo.<br /></div><div style="text-align: justify;">Afinal, e ao contrário do que muitos pensam, há gente que gosta de dar e de receber cultura e valores, que emprestam mais vida à vida de cada um e de todos. <br /></div><div style="text-align: justify;">Gostei de tudo, mas não posso deixar de valorizar o precioso contributo de jovens, abertos ao convívio com uma geração mais idosa, que não velha. Idosos que não são velhos são aqueles que acreditam que o saber não ocupa lugar, que há continuamente razões para aprender mais e para dar o seu saber a outros. <br /></div><div style="text-align: justify;">Jovens que podiam ser meus netos, mas que ali estavam animados pelo prazer de pôr em comum o que podem (e podem muito) e sabem dar. <br /></div><div style="text-align: justify;">Quando vejo uma certa juventude mais voltada para futilidades, mais aprecio esta, que cultiva a solidariedade, a disponibilidade e a beleza da partilha.<br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">FM<br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Nota: Inscrições e Informações na <a href="http://www.fpriorsardo.org/" rel="noopener">sede</a>. <br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"> </div>

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 20 Maio , 2008, 11:23

Quando o menino viu o sol pela primeira vez, apontou para o céu e perguntou ao polícia que o libertava da cave dos horrores: «É Deus quem está lá em cima?»
Félix, tem cinco anos e é o filho mais novo de Elisabeth Fritzl, a austríaca encarcerada e abusada pelo pai, durante mais de duas décadas. Não se sabe o que aquela criança saberá de Deus. Nem quem lhe terá falado de Deus. Mas não é difícil pensar que terá sido a mãe a falar-lhe de Deus… De que forma terá ela falado de Deus àquele menino, tendo em conta as condições de vida/morte de que eram vítimas, juntamente com os outros dois filhos de Elisabeth?
Elisabeth não terá falado de um deus poderoso com poderes para castigar, nem certamente de um deus violento, capaz de maldades como as que eles sofriam. Se assim fosse, talvez aquela pergunta não ocorresse ao Félix, no momento em que pela primeira vez olhava a luz do dia.
Talvez Elisabeth tenha falado aos filhos do Deus que nos guarda amorosamente no seu coração. Talvez ela soubesse ultrapassar o ambiente de medo e terror com uma imagem de confiança, de uma confiança pura, total na Bondade Infinita… e assim o coração dos seus filhos terá guardado o mais belo exemplo de amor: que Deus «está lá em cima». Acima de todas as injustiças, de todas as depravações, de todas as maldades. E só ele é capaz de eliminar todos os infernos.
O bispo de Nínive, Isaac, um místico do século VII que terminou a sua vida como monge, disse:
«Como poderia conceber que Deus crie um inferno? Deus só pode dar o seu amor. Dá e dará a todos os seu amor: será tudo em todos».

Georgino Rocha

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