de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 23 Maio , 2010, 16:12

O eventual novo salário anual de Mourinho, uns 10 milhões de euros por ano, faz-me lembrar as injustiças das sociedades sem alma, que são as nossas,  que pagam uns míseros milhares de euros no mesmo espaço de tempo a investigadores científicos que trabalham na sombra para o bem da humanidade. Portugal produz por ano  sete mil artigos científicos de relevância internacional, mas pouca gente sabe destas actividades de quem, afinal, teve o azar (?) de não aprender a jogar futebol... 


Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 17 Abril , 2009, 22:55
Na abertura do 4.º Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores, o chefe de Estado apontou directamente o dedo ao Governo avisando que “seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável” que, “na ânsia de obter estatísticas económicas mais favoráveis e ocultar a realidade, se optasse por estratégias de combate à crise que ajudassem a perpetuar os desequilíbrios sociais já existentes”.

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 26 Fevereiro , 2008, 22:28

Belmiro de Azevedo, um dos empresários de mais sucesso em Portugal, denunciou hoje injustiças que a sociedade não consegue debelar. De forma muito simples, explicou como há entidades públicas e privadas privilegiadas, que não têm problemas em aumentar os seus lucros. O Estado, quando precisa de dinheiro, resolve o assunto subindo os impostos, de maneira directa ou indirecta.
Saindo do âmbito estatal, com os Bancos e outras grandes empresas, livres de concorrência, a questão também se ultrapassa facilmente: aumentam os juros e os preços do que vendem (por exemplo, serviços bancários, electricidade e gás, entre ontros produtos) e os clientes é que tudo suportam. E nem é preciso estarem a viver uma qualquer crise. Basta-lhes o desejo de registarem mais lucros no fim do ano, para se vangloriarem das boas gestões de que são capazes.
O capitalismo, como outros ismos, é terrível, mas temos de viver com ele, sempre na esperança de que um dia a balança se incline para a justiça social. Estabelece, por vezes, uns códigos de conduta, de acordo com os interesses de alguns poderosos, nem sempre humanos, e não olham a meios para atingirem os fins. É assim…infelizmente.

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