de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 15 Dezembro , 2009, 12:06

Ribau Esteves e Ferreira da Silva


Com centenário da freguesia à porta,
esperam-se prendas condignas


Participei, no sábado, na jantar de Natal do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (GEGN). Como acontece todos os anos, a família do folclore junta-se para conviver, à volta da mesa, onde o espírito natalício marca presença indelével no coração de todos.
Se é verdade que esta festa se faz à sombra do Menino Deus que vem a caminho, também é justo dizer que este encontro encerra um ano de muito trabalho e de muitos quilómetros andados para levar longe o nome da nossa terra, como sublinhou o presidente do Grupo, Alfredo Ferreira da Silva.



Aspecto do jantar

Recordou, mais uma vez, que o GEGN nasceu na Catequese da paróquia, felicitou o Acácio Nunes, membro do grupo desde a primeira hora e que agora faz parte do Conselho Técnico da Federação do Folclore Português, falou da Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes, com a sua procissão pela ria, e perguntou onde estava o Programa das Festas do Centenário da Freguesia, porque "uma vida de 100 anos tem de ser comemorada condignamente".
O presidente da Câmara, Ribau Esteves, louvou o trabalho do GEGN, que luta pela "preservação dos nossos valores culturais", desenvolvido em “espírito de missão”, e garantiu que o próximo ano está na agenda da autarquia municipal, da Junta e da paróquia. Sublinhou que a inauguração do “renovadíssimo” Centro Cultural da Gafanha da Nazaré vai acontecer neste ano festivo, sendo uma “presença estética” de grande valia. Informou que a responsabilidade artística ficará garantida pela gerência do Centro Cultural de Ílhavo, com “toda a sua experiência”.
Ribau Esteves disse que o Festival do Bacalhau vai continuar no Jardim Oudinot e que a Casa Gafanhoa, a completar 10 anos, “vai ter nova vida, no que diz respeito à sua valorização”. E sobre a Casa da Música, espera “que tudo se resolva”, o mais breve possível. Ainda se mostrou esperançado de que “2010 vai ser o melhor de todos os anos para todos”.
FM

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 16 Julho , 2009, 17:22
Presidente da CMI e vice-presidente da Federação do Folclore Português
.
Importância das manifestações
etnográficas e folclóricas


No decorrer do XXVI Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré, a que tenho feito referência neste meu espaço, houve possibilidades de trocar impressões com diversas entidades e outros intervenientes nesta festa de cariz popular. Tive o cuidado de o fazer, para sentir, mais de perto, a importância das manifestações etnográficas e folclóricas, que no Verão, sobretudo, enchem o nosso País.
Do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, ouvi que a autarquia que lidera “valoriza, cada vez mais, a cultura que promove a criatividade, o empreendedorismo e o ‘culto da cultura’”, tendo em conta que essa cultura “é formadora e sensibilizadora, no sentido de criar nas pessoas um espírito criativo e interventivo”.
Reconheceu que nos grupos folclóricos e nas duas bandas de música da área concelhia a percentagem de jovens “é claramente maioritária”, o que demonstra “o dinamismo das famílias, que sabem transmitir esses valores para os seus filhos”. E adiantou que “também os grupos sabem manter uma relação positiva com o que promovem e defendem”.
Lembrou que na década de 80 do século passado “se olhava para a cultura popular como coisa fascista do antigo regime”, mas que “agora não é assim”. “O povo soube, e bem, ultrapassar essa situação”, disse.
Ribau Esteves enalteceu o dinamismo do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (GEGN), que organiza três festivais por ano, nomeadamente, o da Gafanha da Nazaré, o da Praia da Barra e o da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, frisando, ainda, a parceria que esta instituição mantém com a Câmara Municipal, para a manutenção da Casa Gafanhoa, símbolo de habitação de lavrador rico, do início do século XX.
Sobre a chamada Casa da Música, um antigo sonho do GEGN e da Filarmónica Gafanhense, Ribau Esteves garante que só está à espera da resolução para o realojamento duma família que ocupa parte do edifício destinado a remodelação geral, que permita criar o espaço para aquelas duas associações. Referiu que a autarquia nada pode fazer enquanto o despacho do juiz, que é esperado há bastante tempo, não vier, garantindo que a obra até nem é “muito cara”. E nessa Casa da Música, o GEGN e a Filarmónica poderão contar com espaço suficiente, para o desenvolvimento das suas actividades, adiantou.
Quanto à sala de exposições, que consta do projecto da Casa Gafanhoa, o autarca ilhavense não a considera fundamental, uma vez que o Centro Cultural, em fase de remodelação e ampliação, vai oferecer um espaço expositivo, com a área de 450 metros quadrados, distribuídos por dois pisos, constituindo uma nova frente, voltada para o Jardim 31 de Agosto. Aí, segundo Ribau Esteves, a Gafanha da Nazaré passará a ter um espaço condigno, o que não tem acontecido até hoje.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Domingo, 12 Julho , 2009, 00:29

No jardim anexo à Alameda Prior Sardo, decorreu ontem, dia 11, o Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré, com a participação do Orfeão da Feira, do Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila, Soure, do Grupo Etnográfico "Os Esparteiros de Mouriscas", Abrantes, do Centro de Recreio Popular de S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, e do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, que organizou o festival. Aqui deixo um registo desta festa de raízes populares, tão de agrado do nosso povo.


Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 02 Julho , 2009, 14:55
Alfredo Ferreira da Silva na sala de jantar da Casa Gafanhoa

Os trajes são de gente simples,
porque a Gafanha nunca foi terra de fidalgos


No próximo dia 11 de Julho, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (GEGN) vai realizar o seu XXVI Festival Nacional de Folclore, com a participação de cinco grupos. Esta iniciativa, que tem sido, ao longo de 26 anos, a mais expressiva, ao nível da cultura popular, levada a cabo pelo grupo, mostra à evidência a vitalidade desta associação, ostentando garantias de continuidade, pela força da juventude que a integra.
Nasceu a partir de uma festa de final do ano catequético da nossa paróquia, registando a história o dia 1 de Setembro de 1983 como data de fundação. Assume em 11 de Julho de 1986, por escritura pública, a sua existência legal. Desde a primeira hora, tem sido, sem dúvida, um extraordinário baluarte da cultura da região e um grande embaixador da Gafanha da Nazaré, quer no País, quer no estrangeiro.

Manequim representativo da gafanhoa

Em antevésperas de mais um Festival Nacional de Folclore, quis ouvir um dos seus fundadores e presidente da direcção, Alfredo Ferreira da Silva, com o objectivo de dar a conhecer aos meus leitores um pouco da vida desta instituição cultural, que já atingiu, há muito, a maioridade.
A conversa decorreu no ambiente mais apropriado, na sala de jantar da Casa-Gafanhoa, espaço museológico representativo de uma habitação de lavrador rico dos princípios do século XX.
Alfredo Ferreira da Silva recorda que os 26 Festivais de Folclore da Gafanha da Nazaré correspondem à idade do Grupo Etnográfico, como associação cultural com intervenção nas áreas da pesquisa, do estudo, do registo, dos ensaios e das actuações. A oficialização veio mais tarde, depois de confirmado que na nossa região havia tradições que mereciam e deviam ser recordadas, revividas e divulgadas.
Ferreira da Silva quer continuar a mostrar o que a nossa terra tem neste sector da cultura. No entanto, adianta que os responsáveis do GEGN têm de enfrentar a situação de alguns colaboradores, que “têm pouca disponibilidade de tempo”. Acrescenta que “a vida de hoje é um bocado diferente e difícil”.
Recorda que “outros vão envelhecendo e já não podem fazer tudo o que é necessário fazer; apenas vão coordenando e apoiando os mais novos.”
O presidente do Grupo Etnográfico sublinha, contudo, que, “felizmente, têm aparecido muitos jovens, até ao 12.º ano de escolaridade; quando entram nas universidades ou se empregam, nem sempre podem dar o seu contributo, embora alguns o façam, apesar dos sacrifícios por que têm de passar”.
Questionado sobre o envolvimento dos mais novos nas pesquisas e estudo das nossas raízes, Ferreira da Silva garante que essa tarefa ainda está mais nas mãos dos que andam no grupo desde a primeira hora. São, portanto, os mais velhos que recolhem as nossas tradições, nomeadamente, nas áreas das músicas, danças e cantares. Muitas recolhas estão na “mala”, não podendo ser divulgadas, apenas porque “o reportório já é bastante grande”, informa.
Quanto a participações nos mais diversos festivais para os quais o GEGN é convidado, Ferreira da Silva explica que houve uma fase inicial de grande entusiasmo, próprio da juventude. “Havia saídas às sextas-feiras, sábados e domingos e até às segundas-feiras; eram fins-de-semana muito ocupados e muito cansativos; a partir de certa altura, optámos por saídas aos sábados e domingos, neste caso só se for perto, porque os membros do grupo têm de trabalhar ou estudar às segundas de manhã”, esclareceu.
O GEGN tem compromissos com a Câmara Municipal de Ílhavo, no sentido de participar nos eventos para os quais é convidado. Assinou um protocolo com a autarquia, recebendo dela um subsídio anual, fundamental para a subsistência da associação. Outras receitas resultam de “jantares, rifas e quermesses organizados para o efeito”. Ainda recebe apoios do Instituto da Juventude e da Junta de Freguesia. Neste caso, não muito significativos, “porque as receitas da Junta não devem ser muito grandes”.
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Manequim representativo do gafanhão

O GEGN considera que a filiação na Federação do Folclore Português (FFP), ocorrida em 16 de Maio de 1988, significa, como regalia a ter em conta, “a garantia de qualidade”. E acrescenta: “Os dirigentes e técnicos da Federação estão constantemente a exigir rigor nas visitas que fazem aos seus filiados, o que é muito bom, para não se apresentar gato por lebre.”
Ferreira da Silva fez questão de sublinhar que o Folclore não é espectáculo para toda a gente, mas apenas para quem sabe apreciar trajes das regiões e de determinadas épocas, suas danças e cantares, ritmos e postura do corpo. “Quando convidamos grupos para os nossos festivais, pedimos, normalmente, que apresentem o seu folclore genuíno, porque não podemos deixar de ser exigentes”, frisou.
E sobre os trajes apresentados pelo GEGN, salienta que são todos de gente simples e de trabalho. “A Gafanha nunca foi terra de fidalgos”, esclarece.

Fernando Martins



XXVI Festival Nacional de Folclore
da Gafanha da Nazaré

Data: 11-07-2009
Local: Largo anexo à Alameda Prior Sardo
Grupos participantes: Orfeão da Feira – Vila da Feira; Rancho Folclórico e Etnográfico e Arzila, Soure; Grupo Etnográfico “Os Esparteiros de Mouriscas”- Mouriscas – Abrantes; Centro Recreio Popular S. Félix da Marinha – Vila Nova de Gaia; e Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

Programa:
16.30 horas – Recepção aos grupos participantes
17 horas – Visita à Casa Gafanhoa e cerimónia de boas-vindas, com entrega de lembranças
18.30 horas – Jantar na Escola Preparatória da Gafanha da Nazaré
21 horas – Início do desfile
21.30 horas – Abertura oficial do Festival
22 horas – Início do Festival

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 23 Abril , 2009, 22:17

Podemos dizer que a temporada de actuações do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (GEGN) está prestes a começar. Para já estão agendadas 16 saídas para outras tantas apresentações deste grupo, um pouco por toda a parte. Começa no próximo dia 26 de Abril, em Matosinhos, e termina a temporada com a Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, em 20 de Setembro. Como não podia deixar de ser, daqui desejamos um excelente trabalho na divulgação dos nossos trajes antigos, bem como das nossas danças e cantares. Escusado será dizer que os ensaios não podem parar, até porque o GEGN tem muito respeito por quem o quer ver e ouvir.

Editado por Fernando Martins | Sábado, 10 Janeiro , 2009, 22:08

Grupo Etnográfico canta Janeiras


Cumprindo a tradição, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré veio esta noite cantar as Janeiras a minha casa. Sabe quanto aprecio o respeito pelas tradições, e, por isso mesmo, brinda-me todos os anos com cânticos que vêm dos nossos pais ou avós. Ainda bem. E o mais curioso é que, no grupo, há jovens que asseguram a continuidade das tradições entre nós.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 17 Dezembro , 2008, 17:32
Federação do Folclore
Português homenageia
Grupo Etnográfico


Realizou-se no dia 13 de Dezembro, num restaurante da nossa cidade, o tradicional jantar de Natal do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré. Presentes, para além de membros do Grupo e seus dirigentes, o presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Serra, o presidente da Federação do Folclore Português, Fernando Ferreira, e o nosso prior, Padre Francisco Melo.
O jantar de Natal do Etnográfico é sempre uma boa oportunidade para se fazer o balanço do ano prestes a terminar, tarefa de que se encarrega o presidente desta associação, Alfredo Ferreira da Silva.
Foi significativa, no entanto, a lembrança com que a Federação do Folclore Português, através do seu presidente, obsequiou o Grupo Etnográfico, pela celebração, em 2008, dos 25 anos da sua existência.
Na circunstância, o fundador do Grupo Etnográfico recordou os três festivais organizados no âmbito da freguesia, bem como a procissão pela ria de Aveiro, em honra de Nossa Senhora dos Navegantes. Mas não deixou de sublinhar as deslocações levadas a cabo, como embaixador das nossas tradições etnográficas.
Dirigindo-se ao presidente da Câmara, Ferreira da Silva recordou as promessas relacionadas com a Casa da Música, porque as condições em que se trabalha “são muito más”, disse. Ainda frisou a necessidade de se avançar com a construção da segunda fase da Casa Gafanhoa, que contempla uma recepção, uma sala de exposições e uma loja de artigos regionais, obras estas que não ferem o antigo edifício que mantém viva a memória de uma habitação de lavrador rico, dos princípios do século XX.
Como resposta de Ribau Esteves, todos ouviram que, para já, nada está esquecido, embora as prioridades sejam canalizadas para o Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, espaço também a carecer de uma intervenção que o torne mais funcional.

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 08 Julho , 2008, 12:31
Mulher da seca e moço da marinha (foto de 1989)


UM QUARTO DE SÉCULO AO SERVIÇO DA CULTURA

Quem tem acompanhado de perto, tanto quanto é possível, a vida do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, não pode deixar de reconhecer o muito que tem feito em prol da cultura da nossa região. Tanto na pesquisa e estudo das nossas raízes etnográficas como nos palcos nacionais e internacionais, onde tem exibido as nossas tradições dos fins do século XIX e princípios do século XX.
Com os primeiros passos andados no seio da Catequese Paroquial, em 1980/81, por sugestão do prior da Gafanha da Nazaré, Padre Miguel Lencastre, que propôs para a festa final do ano catequético umas danças e cantares dos nossos antepassados, em 1 de Setembro de 1983 o Grupo Etnográfico era já uma instituição que alimentava o propósito de pesquisar, estudar e divulgar os usos e costumes dos nossos avoengos.
Num mundo marcado pela globalização, onde os interesses dominantes se inclinam para a vertente económica, presentemente a mola real da vida colectiva, só temos que louvar quantos acreditam que se torna imperioso preservar as nossas raízes, alicerces indeléveis do presente e força impulsionadora da manutenção da identidade do nosso povo. Ora é isso que o Grupo Etnográfico tem feito, oficialmente, ao longo do último quarto de século, com o reconhecimento de quantos estão atentos à riqueza do nosso passado e de todos os que apostam na importância, insofismável, da cultura, em geral, e da sua matriz popular, a tal que está impregnada, de modo indiscutível, na alma das gentes.
Desde a primeira hora que esta instituição levou muito a sério a preocupação de pesquisar com verdade, de estudar os usos e costumes com rigor e de apresentar o fruto desse trabalho com exemplar dignidade, levando, no seu dia-a-dia, muitos jovens, de todas as idades, a aderirem a este desafio e a tudo o que lhe está associado na ordem cultural, social e recreativa. Garante, assim, uma continuidade que nos há-de projectar nos próximos futuros, se todos os seus membros e amigos souberem dar as mãos e criar estímulos para prosseguirem na caminhada com determinação, rumo a uma sociedade mais solidária e mais aberta ao mundo, sem perder o lema de elevar o homem todo e todos os homens.
Como sinais marcantes do seu dinamismo, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré não se tem ficado por aquilo que é mais normal numa instituição do género, ligada à Federação do Folclore Português, porque os seus anseios e iniciativas têm ido para além disso. Organiza três festivais anuais na Gafanha da Nazaré, participa em muitos outros, quer a nível nacional quer internacional, promove colóquios etnográficos, edita todos os anos uma brochura com notas referentes ao seu trabalho, administra e dinamiza a Casa Gafanhoa, pólo do Museu Marítimo de Ílhavo, preserva as marcas do passado, enfim, integra, nos nossos quotidianos, muito do que nos legaram os nossos avós. Valoriza, por esta forma, a alma e o sentir dos gafanhões e de quantos, oriundos dos mais variados recantos de Portugal e do estrangeiro, se tornaram gente nossa, perfeitamente identificada com dunas, planuras, ria, esteiros, praias, mar e horizontes a perder de vista.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Sábado, 07 Junho , 2008, 12:57

"Porque um projecto destes não pode apoiar-se no improviso, quantas vezes deturpador da realidade, alguém propôs que se contactassem pessoas mais velhas, sempre fundamentais a qualquer trabalho do género. Manuel Retinto Ribau (o tio Retinto), Maria do Carmo Ferreira (tia Maria Ruça) e Maria dos Anjos Sarabando (a tia Sarabanda), entre outros, que antes haviam participado num rancho sem grandes preocupações de rigor, foram os primeiros a ensinar o que se cantava e dançava no seu tempo de jovens.No salão paroquial, os encarregados de pôr de pé e no palco as danças dos nossos avós, aqueles convidados foram ouvidos, tendo mesmo exemplificado como se cantava e dançava a “Farrapeira”. Depois avançaram com o “Vira de quatro” e foram essas as duas primeiras peças que hoje, e desde então, começaram a fazer parte do repertório do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, como ex-libris da nossa terra, sobretudo a primeira."
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