de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 19 Agosto , 2009, 19:58
Marginal panorâmica
Bacalhau é rei

Ribau Esteves ladeado por João Manuel da Madalena, da Confraria G. do Bacalhau,
à sua direita, e Pedro Machado, da nossa Região do Turismo, à sua esquerda


Capital Portuguesa do Bacalhau


“O sucesso do ano passado motivou-nos para fazer mais e melhor”, garantiu o presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, na abertura oficial do Festival do Bacalhau 2009, integrado no programa das festas do Município Mar Agosto.
O autarca ilhavense agradeceu a todos os que souberam viver as energias positivas, para se pôr de pé este festival, “que começou aqui”, no Jardim Oudinot, no ano passado, quando ele tinha “pouco tempo de vida”.
Sublinhou que o Concelho de Ílhavo é a “Capital Portuguesa do Bacalhau”, graças à acção das empresas que ainda o pescam e comercializam, referindo a importância de valorizarmos os factores de “atractividade” do Município e região.
Ribau Esteves salientou a aposta feita na área concelhia em “crescer com gente nova”, contribuindo para a valorização da nossa região turística.
Depois de enaltecer a acção do professor João Reigota, grão-mestre honorário da Confraria Gastronómica do Bacalhau, que foi “alma mater deste festival", o presidente da Câmara Municipal de Ílhavo agradeceu a todos os que contribuíram para a organização deste evento, que fica à espera de 150 mil visitantes, número alcançado no ano transacto. Haverá animação musical, exposições, artesanato, cinema ao ar livre e muita festa, até ao próximo domingo.
Parte do resultado líquido do Festival do Bacalhau será canalizada para o novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.
FM
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 18 Agosto , 2009, 16:52
Festival do Bacalhau de 2008


FESTIVAL DO BACALHAU NO JARDIM OUDINOT


No âmbito das Festas do Município de Ílhavo - Mar Agosto 2009 –, vai realizar-se de 19 a 23 de Agosto, como tenho vindo a anunciar, o Festival do Bacalhau no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré. A Cerimónia de abertura do festival vai decorrer amanhã, quarta-feira, dia 19 de Agosto, pelas 18 horas, no “Porão de Salgado” do Navio-Museu Santo André.
A dimensão socioeconómica e cultural do bacalhau é uma aposta fundamental que a Câmara Municipal de Ílhavo tem vindo a assumir de forma crescente, numa opção pela diferenciação do Município de Ílhavo, enquadrada na frase “O Mar por Tradição”.
O Festival do Bacalhau integra diversas actividades e espectáculos, bem como a Mostra Gastronómica das Tasquinhas de Bacalhau, que conta com a presença de nove Associações, nomeadamente, a Confraria Gastronómica do Bacalhau, Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo, Confraria Camoniana, Associação de Solidariedade Social da Gafanha do Carmo, Associação Cultural e Recreativa Chio-Pó-Pó, Grupo folclórico “O Arrais”, Grupo de Jovens “A Tulha” e Bombeiros Voluntários de Ílhavo. Haverá, ainda, venda de padas de Vale-de-Ílhavo, mostra e provas de vinhos, matinées de cinema ao ar livre (em ecrã gigante), bares com esplanadas, mostras de artesanato, stand de exposição de empresas, animação para crianças e concertos nocturnos, com as “Just Girls”, “Roberto Leal”, “José Cid”, “Per7ume” e “Rita Guerra”.
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Ver programa aqui
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Fonte: CMI
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 12 Julho , 2009, 00:29

No jardim anexo à Alameda Prior Sardo, decorreu ontem, dia 11, o Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré, com a participação do Orfeão da Feira, do Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila, Soure, do Grupo Etnográfico "Os Esparteiros de Mouriscas", Abrantes, do Centro de Recreio Popular de S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, e do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, que organizou o festival. Aqui deixo um registo desta festa de raízes populares, tão de agrado do nosso povo.


Editado por Fernando Martins | Domingo, 05 Julho , 2009, 12:11

Tasquinhas e animação para todos os gostos


Como já era esperado, em Agosto vamos ter o Festival do Bacalhau no Jardim Oudinot. Com organização da Câmara Municipal de Ílhavo e da Confraria Gastronómica do Bacalhau, o Festival decorre entre 19 e 23, sempre com muita animação, exposições, artesanato e muita música.
Just Girls, Roberto Leal, José Cid, Per7ume e Rita Guerra vão actuar para os seus fãs e para todos os que gostam de saborear o “melhor bacalhau do mundo”, como lembrou no ano passado o presidente da Câmara Municipal, Ribau Esteves, em ambiente de festa.
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O Festival decorre no maior e mais atractivo parque de lazer da Ria de Aveiro, um tanto ou quanto à sombra do Navio-Museu Santo André, um excelente exemplo da saga dos bacalhaus, durante muitos anos o campeão das pescas de Portugal e um dos primeiros do mundo, segundo nos confidenciou, um dia, o capitão Francisco Marques, na altura director do Museu Marítimo de Ílhavo.
Para além do bacalhau, o rei da festa, as nossas iguarias gastronómicas não deixarão de marcar presença. Mas ainda será justo sublinhar a importância das exposições representativas da nossa terra e a riqueza expressiva do artesanato regional.
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As tasquinhas, a cargo de instituições do concelho de Ílhavo, que assim se associam ao Festival do Bacalhau, vão servir, sem dúvida, para bons encontros familiares e de amigos, à volta da saborosa comida, confeccionada por quem ainda consegue, e sabe, pôr na mesa os sabores dos nossos antepassados, aqui e ali renovados com saber e gosto, ao jeito de quem quer contentar os mais novos, que não hão-de faltar.
Esperamos, pois, que ílhavos e gafanhões, bem como as gentes da região de Aveiro e turistas, saibam aproveitar este festival dedicado ao “fiel amigo”, como uma real mais-valia, em tempo de crise, que nos aconselha a ficar por cá.

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 02 Julho , 2009, 14:55
Alfredo Ferreira da Silva na sala de jantar da Casa Gafanhoa

Os trajes são de gente simples,
porque a Gafanha nunca foi terra de fidalgos


No próximo dia 11 de Julho, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (GEGN) vai realizar o seu XXVI Festival Nacional de Folclore, com a participação de cinco grupos. Esta iniciativa, que tem sido, ao longo de 26 anos, a mais expressiva, ao nível da cultura popular, levada a cabo pelo grupo, mostra à evidência a vitalidade desta associação, ostentando garantias de continuidade, pela força da juventude que a integra.
Nasceu a partir de uma festa de final do ano catequético da nossa paróquia, registando a história o dia 1 de Setembro de 1983 como data de fundação. Assume em 11 de Julho de 1986, por escritura pública, a sua existência legal. Desde a primeira hora, tem sido, sem dúvida, um extraordinário baluarte da cultura da região e um grande embaixador da Gafanha da Nazaré, quer no País, quer no estrangeiro.

Manequim representativo da gafanhoa

Em antevésperas de mais um Festival Nacional de Folclore, quis ouvir um dos seus fundadores e presidente da direcção, Alfredo Ferreira da Silva, com o objectivo de dar a conhecer aos meus leitores um pouco da vida desta instituição cultural, que já atingiu, há muito, a maioridade.
A conversa decorreu no ambiente mais apropriado, na sala de jantar da Casa-Gafanhoa, espaço museológico representativo de uma habitação de lavrador rico dos princípios do século XX.
Alfredo Ferreira da Silva recorda que os 26 Festivais de Folclore da Gafanha da Nazaré correspondem à idade do Grupo Etnográfico, como associação cultural com intervenção nas áreas da pesquisa, do estudo, do registo, dos ensaios e das actuações. A oficialização veio mais tarde, depois de confirmado que na nossa região havia tradições que mereciam e deviam ser recordadas, revividas e divulgadas.
Ferreira da Silva quer continuar a mostrar o que a nossa terra tem neste sector da cultura. No entanto, adianta que os responsáveis do GEGN têm de enfrentar a situação de alguns colaboradores, que “têm pouca disponibilidade de tempo”. Acrescenta que “a vida de hoje é um bocado diferente e difícil”.
Recorda que “outros vão envelhecendo e já não podem fazer tudo o que é necessário fazer; apenas vão coordenando e apoiando os mais novos.”
O presidente do Grupo Etnográfico sublinha, contudo, que, “felizmente, têm aparecido muitos jovens, até ao 12.º ano de escolaridade; quando entram nas universidades ou se empregam, nem sempre podem dar o seu contributo, embora alguns o façam, apesar dos sacrifícios por que têm de passar”.
Questionado sobre o envolvimento dos mais novos nas pesquisas e estudo das nossas raízes, Ferreira da Silva garante que essa tarefa ainda está mais nas mãos dos que andam no grupo desde a primeira hora. São, portanto, os mais velhos que recolhem as nossas tradições, nomeadamente, nas áreas das músicas, danças e cantares. Muitas recolhas estão na “mala”, não podendo ser divulgadas, apenas porque “o reportório já é bastante grande”, informa.
Quanto a participações nos mais diversos festivais para os quais o GEGN é convidado, Ferreira da Silva explica que houve uma fase inicial de grande entusiasmo, próprio da juventude. “Havia saídas às sextas-feiras, sábados e domingos e até às segundas-feiras; eram fins-de-semana muito ocupados e muito cansativos; a partir de certa altura, optámos por saídas aos sábados e domingos, neste caso só se for perto, porque os membros do grupo têm de trabalhar ou estudar às segundas de manhã”, esclareceu.
O GEGN tem compromissos com a Câmara Municipal de Ílhavo, no sentido de participar nos eventos para os quais é convidado. Assinou um protocolo com a autarquia, recebendo dela um subsídio anual, fundamental para a subsistência da associação. Outras receitas resultam de “jantares, rifas e quermesses organizados para o efeito”. Ainda recebe apoios do Instituto da Juventude e da Junta de Freguesia. Neste caso, não muito significativos, “porque as receitas da Junta não devem ser muito grandes”.
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Manequim representativo do gafanhão

O GEGN considera que a filiação na Federação do Folclore Português (FFP), ocorrida em 16 de Maio de 1988, significa, como regalia a ter em conta, “a garantia de qualidade”. E acrescenta: “Os dirigentes e técnicos da Federação estão constantemente a exigir rigor nas visitas que fazem aos seus filiados, o que é muito bom, para não se apresentar gato por lebre.”
Ferreira da Silva fez questão de sublinhar que o Folclore não é espectáculo para toda a gente, mas apenas para quem sabe apreciar trajes das regiões e de determinadas épocas, suas danças e cantares, ritmos e postura do corpo. “Quando convidamos grupos para os nossos festivais, pedimos, normalmente, que apresentem o seu folclore genuíno, porque não podemos deixar de ser exigentes”, frisou.
E sobre os trajes apresentados pelo GEGN, salienta que são todos de gente simples e de trabalho. “A Gafanha nunca foi terra de fidalgos”, esclarece.

Fernando Martins



XXVI Festival Nacional de Folclore
da Gafanha da Nazaré

Data: 11-07-2009
Local: Largo anexo à Alameda Prior Sardo
Grupos participantes: Orfeão da Feira – Vila da Feira; Rancho Folclórico e Etnográfico e Arzila, Soure; Grupo Etnográfico “Os Esparteiros de Mouriscas”- Mouriscas – Abrantes; Centro Recreio Popular S. Félix da Marinha – Vila Nova de Gaia; e Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

Programa:
16.30 horas – Recepção aos grupos participantes
17 horas – Visita à Casa Gafanhoa e cerimónia de boas-vindas, com entrega de lembranças
18.30 horas – Jantar na Escola Preparatória da Gafanha da Nazaré
21 horas – Início do desfile
21.30 horas – Abertura oficial do Festival
22 horas – Início do Festival

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 25 Agosto , 2008, 12:13



Sendo certo que a cerâmica “é a sublime arte de fabrico de objectos, tendo como elemento fundamental o barro”, como se sublinha no “site” da Oficina da Formiga, de Jorge Saraiva, de Ílhavo, a verdade é que, nem sempre, as pessoas da nossa região se dão conta das riquezas que, nesta área da cultura, temos entre nós. Daí que eu veja, com gosto, a apresentação pública dos nossos artistas, sobretudo dos artesãos.
Neste Festival do Bacalhau, encontrei-me, entre outros, com o Jorge Saraiva, da Oficina da Formiga, que vale a pena ver e ouvir.

FM


Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 25 Agosto , 2008, 11:36
Presidente da Câmara de Ílhavo aprecia o trabalho de Anabela

Anabela Capucho pinta uma narceja

Nestes certames, para além da mola real que os anima, tem havido, com muita frequência, mostras de artesanato. Ontem contactei com Anabela Capucho, que ocupava um lugar especial no recanto atribuído à Fábrica da Vista Alegre. Pintava uma narceja, ave pernalta de arribação, que encontrou, ao longo dos tempos, ambiente propício na nossa ria.
Anabela é pintora na Vista Alegre há 28 anos, dedicando-se no dia-a-dia a reproduzir peças-modelo criadas pelos mestres pintores da fábrica, de tantas tradições a nível nacional e com assinalável projecção internacional.
Uma narceja, como a que vi ontem, leva quatro dias a pintar pela Anabela, trabalhando oito horas por dia, valendo, no mercado, 1750 euros, cada uma. Mas a pintora, que gosta muito do que faz, pinta tudo o que os mestres têm em carteira, fazendo-o com muita serenidade e sensibilidade. Com mão firme e olhos que reproduzem uma atenção muito grande. Trata-se de peças de coleccionadores ou de simples apreciadores da arte que sai da famosa Fábrica da Vista Alegre.
FM

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 25 Agosto , 2008, 11:03
Ribau Esteves procede ao sorteio de um bacalhau
FESTA FOI GRANDE SUCESSO
O Festival do Bacalhau, que ontem terminou no renovada Jardim Oudinot, foi um sucesso, que ultrapassou todas as expectativas, referiu Ribau Esteves, o autarca ilhavense . A grande enchente aconteceu no sábado, com a actuação da artista Mariza, o que prova que a artista merece bem o lugar de destaque que ocupa ao nível da canção. O bacalhau, o rei das tasquinhas, também atraiu inúmeros visitantes e apreciadores da gastronomia local, onde as padas de vale de Ílhavo foram rainhas, para quem gosta de pão sem qualquer aditivo. Como consequência de tudo isto, há já a garantia, por parte da Câmara Municipal de Ílhavo, de que o Festival do Bacalhau acertou com o sítio certo para os próximos anos.
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 21:15



(Clique nas fotos para ampliar)


O MELHOR BACALHAU DO MUNDO COME-SE AQUI

No renovado Jardim Oudinot, iniciou-se hoje o Festival do Bacalhau, que se prolongará até domingo, com bons petiscos e muita animação. Petiscos maioritariamente com sabor a bacalhau, ou não fosse o concelho de Ílhavo, como sublinhou o presidente da Câmara Municipal, Ribau Esteves, “a verdadeira capital nacional” do fiel amigo.
Como salão nobre deste espaço de lazer, frisou o autarca ilhavense, teremos neste evento o Navio-Museu Santo André, que está a comemorar 60 anos de vida, com sete como pólo museológico.
Ribau Esteves recordou que este festival é um “gesto cultural”, em torno da história e das actividades económicas ligadas ao bacalhau, tendo como mais-valia as padeiras de Vale de Ílhavo e a louça da Vista Alegre, que “todo o mundo conhece”.
O autarca sugeriu, ainda, que os visitantes apreciassem a restaurada ponte que faz a ligação às praias, agora com iluminação que a torna mais bonita.
Agradeceu, por fim, o contributo de entidades, empresas e associações, estando garantido que nas tasquinhas se pode comer, até domingo, o “melhor bacalhau do mundo”, graças ao esforço de todos, em especial da Associação dos Industriais do Bacalhau.
O bacalhau que já provei, numa tasquinha, deu sinais evidentes disso.
A animação musical, e outra, começou. Até domingo, aproveite.

FM
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