de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 29 Julho , 2009, 14:22
Segundo o Diário de Notícias, mantém-se o braço-de-ferro entre Igreja e Estado, a propósito dos dossiês sobre o património religioso e a educação. Nova regulamentação acaba com quadro de capelães como funcionários públicos. Ler mais aqui.
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 22 Janeiro , 2009, 18:58

O discurso inaugural do Presidente Obama foi um apelo aos valores éticos da tradição americana. Tendo reconhecido e valorizado que os Estados Unidos são um país de muitas religiões e de gente sem religião, Obama referiu várias vezes Deus e citou a Bíblia. A cerimónia do juramento foi precedida de uma oração, por um pastor protestante evangélico. No final, um outro pastor, metodista, deu a bênção.
Se isto tivesse acontecido na Europa e nomeadamente em Portugal ter-se-ia armado um enorme alarido. Logo surgiriam protestos de que se estava a violar a laicidade do Estado. No entanto, se há país onde, desde a sua fundação, existe um enorme cuidado em separar a esfera do Estado da esfera religiosa, esse país é a América.
Com o republicano Bush e a sua ligação à direita religiosa surgiram alguns problemas. Mas agora trata-se de Barack Obama, um democrata que não pode ser acusado de misturar Igreja e Estado.
Acontece, apenas, que o povo americano é sensato e não despreza os valores que estiveram na base da sua nação – valores que Obama exaltou como essenciais para vencer a crise.

Francisco Sarsfield Cabral

In RR

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 03 Novembro , 2008, 14:12
“O Conselho de Ministros de 2 de Novembro aprovou medidas para o pagamento, a curto prazo, de dívidas do Estado a empresas, no valor de 2450 milhões de euros, sendo 1200 milhões de dívidas da Administração Central, e 1250 milhões da Administração Local. O Ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, declarou que as dívidas da Administração Central serão pagas «nos próximos três meses», e que as da Administração Local serão regularizadas depois de ouvidas as suas entidades representativas, para estabelecer a forma do pagamento.”

In Portal do Governo

NOTA: Toda a gente já sabia que o Estado tem sido mau pagador, justificando a fama de que não se trata de pessoa de bem. Tem exigido o que não cumpre, no que diz respeito às suas obrigações para com os fornecedores. Tem pago quando quer e quando lhe apetece.
Agora vem prometer que esse comportamento vai mudar, passando a pagar o que compra e a quem o serve a tempo e horas.
Penso que se trata de uma excelente medida. E se cumprir, assumindo o papel de pessoa de bem, então já poderá exigir que os contribuintes o imitem.
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