de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 11 Novembro , 2009, 00:32

Vacas leiteiras na pastagem


 Pastos verdinhos dão bom leite

Quem aprecia bom queijo, como eu, não pode deixar de saborear, com a frequência possível, o que nos vem dos Açores. Tenho tido a oportunidade, graças ao meu filho João, de degustar os mais diversos queijos de outras tantas ilhas, qual deles o melhor. Pois o João enviou-me hoje esta foto, onde não podiam faltar as vacas leiteiras da Terceira. Numa pastagem, bem demarcada,  o verde, fruto das chuvas frequentes, está na origem do excelente ouro branco que dá apreciados queijos. Aqui, ao que julgo, o leite não vem tanto das rações, mas da erva fresquinha. É, sem dúvida, uma grande riqueza dos nossos patrícios açorianos.

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 27 Janeiro , 2009, 17:38
Praia da Vitória

A Praia da Vitória, nos Açores, é a cidade onde vivo e trabalho. É um local muito agradável para quem gosta de paz e sossego. Não há muita confusão e tem espaços para fazer boas caminhadas junto ao oceano. E eu, tendo nascido e vivido junto ao Atlântico, sinto-me mesmo muito bem, quando olho para o mar e imagino que estou a cinco minutos da minha casa na Gafanha. Fico logo com outro espírito!

João Martins
NOTA: Pode ver, aqui, mais fotos dos Açores
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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 23 Janeiro , 2009, 10:27
Praia da Vitória: Marina
"As Ilhas Misteriosas"

“Bela e pitoresca, a Ilha Terceira entrelaça com mestria a riqueza natural com a história documentada por um património de excepção.” Assim começa o texto alusivo à Terceira, nos Açores, como desafio a uma vista às “Ilhas Misteriosas”, de recantos virgens, que uma revista me trouxe há dias.
Deixei então voar a minha imaginação até à Praia da Vitória, na Terceira, onde vive e trabalha o meu filho João, que me relata, com frequência, quadros pintados de cores únicas, que a humidade aviva e mantém frescos.
Pudesse eu visitar as ilhas açorianas com serenidade e vagar quanto baste, para delas colher flores que enfeitassem histórias de penedos e mar, de vulcões fechados, de tremores de terra, das graças do Espírito Santo, das touradas à corda, de caminhos com marcas de coloridos aristocráticos. Mais ainda: para saborear o peixe fresco de águas cristalinas, a saborosa alcatra de vaca, os doces de “chorar por mais”, sem esquecer o “verdelho” criado em chão ou muros de pedra solta.

FM
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