de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sábado, 10 Março , 2007, 11:09
CEGUEIRA DE AMOR

Um caso singular
mas sempre verdadeiro:
se poiso em ti o olhar
– abranjo o mundo inteiro!...

Porém, ó fado torvo e prepotente,
porém, ó sorte perra e negregada,
se tu não vens, e passa toda a gente,
Cego de repente
– já não vejo nada!...

:
De MELEAGRO, in “Antologia Palatina”
(Séc. II-I a. C.)

Tradução de Augusto Gil
In “Rosa do Mundo”

:
Este poema é para um amigo, que muito estimo, que aprecia bastante as poesias que aqui publico.

Anónimo a 4 de Outubro de 2007 às 16:12
não gostei da poesia
muito confusa e sem rima
facem uma melhor
que tauvez vocês melhorem!!!

heráclito a 4 de Dezembro de 2007 às 01:09
linda poesia
realmente as pessoas deveriam saber que é um poema grego e não dos autores do blog. Vocês estão de parabéns.

Anónimo a 9 de Julho de 2008 às 22:35
Voce chama isso de poesia?
Isso é horroroso!!!
Ve se usa o seu tempo melhor e escreva uma bem melhor por que pior essa não pode ficar!!!
Bjus BBBBBBBBBBBBeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiijjjjjjjjjjjjjjjjjoooooooooooooosssssssssss!!!!!!!!!!

Anónimo a 11 de Setembro de 2008 às 22:18
Eu gostei um poco e rimo sim

Anónimo a 22 de Setembro de 2008 às 17:38
adoreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii,PORRA

Natus a 31 de Dezembro de 2009 às 02:21
se tem algum problema aí... é do tradutor...

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