de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 06 Abril , 2009, 08:53

Ontem atravessei o Alentejo, região do nosso País tão expressiva. Dele se fala tanto com histórias que nos transportam a fantasias que não cansam. No horizonte, uma viagem até ao Reino dos Algarves, onde se acomoda mais o sol com uma temperatura amena.
O Alentejo que ontem vi, por onde passei, deu-me a sensação de estar mais verde. Planície a perder de vista, como sempre, aqui e ali os meus olhos fixaram-se em oliveiras plantadas com planos previamente traçados, A simetria indiciava cuidados especiais. Grandes extensões de terra agricultada. Pastos verdejantes, com sistemas de rega operacionais. Gado que tosa a erva macia entre arvoredo ou no descampado. Montes abandonados também havia, mas a ideia com que fiquei garante-me que o Alentejo pode recuperar a vitalidade que já teve. Faço votos para que isso seja possível.

FM

Anónimo a 6 de Abril de 2009 às 10:42
O que anda o Sr a fazer pelo Alentejo?
Cumprimentos amigos.
TEV

João Marçal a 6 de Abril de 2009 às 17:37
Este seu artigo é também um verdadeiro poema em prosa. Gostei do que vi.
Aproveite essa benção e o passeio.

Um abraço

JM

Donzília Almeida a 6 de Abril de 2009 às 23:44
Caro Amigo!
O Alentejo é lindo! Sempre que atravesso a planície alentejana, evoco o soneto da Frorbela Espanca "Árvores do Alentejo", que sei de cor e declamo para os companheiros de viagem! Marcou-me muito este poema e durante muito tempo, referia o último terceto, como o decalque do meu próprio sentir!
Agora, já tenho a sede saciada!
Lá, também introduziram a rega automática!
Hug

Fernando Martins a 7 de Abril de 2009 às 21:16
Minha cara

O Alentejo tem destas coisas. A planura até nos lembra poemas porventura guardados nas arcas da memória. Vale, pois, a pena cruzá-lo para nos sentirmos poetas...

Cumprimentos, com mais poesia

FM

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