de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 04 Dezembro , 2007, 17:32

MAIS DE 300 PROFESSORES
E FUNCIONÁRIOS AGREDIDOS


Algo vai mal nas escolas portuguesas. Quando mais de 300 professores e funcionários são agredidos no ano lectivo de 2006/2007, temos de reconhecer que o mundo da educação e da aprendizagem tem um longo caminho a percorrer para se tornar num mundo onde o respeito por quem aprende e por quem ensina e educa é norma que todos aceitam e cumprem.
Confesso que acho estranho reconhecer-se que, nas escolas portuguesas, a violência, mesmo circunscrita a certas zonas, é uma situação sem solução à vista a curto prazo. Os professores e demais educadores precisam, mesmo, não de guardas, mas de condições que permitam uma educação integral dos alunos, com apoios altamente qualificados. Os improvisos e as soluções de remedeio não levam a parte nenhuma.
Urge, de facto, estudar-se o problema, até porque, creio eu, não faltarão estudos, técnicas e gente qualificada para enquadrar os violentos e os mal-educados num clima propício à educação. As crianças não precisam de ser enjauladas para serem educadas. Mas precisam, isso sim, de acompanhamento adequado na hora certa.

Luís Monteiro a 4 de Dezembro de 2007 às 23:28
O exemplo dos EUA, em que as portas das escolas públicas têm detectores de metais pode ser muito distante deste país, mas existem pontos em comum, nomeadamente, um quotidiano com a violência e com o medo que alguns media potenciam, e a perda de respeito pelos professores fomentado pela transferência quase total da responsabilidade de educar para a escola.
Sobre a violência escolar o filme "Bowling for Columbine" é pedagógico e revelador.

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