de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 15 Janeiro , 2008, 12:57
Gostei de ler no Diário de Notícias

"Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi". Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto."
João Miguel Tavares
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joão marçal a 16 de Janeiro de 2008 às 01:05
O café que frequento aproveitou esta pausa no tabaco para limpar as condutas de extracção do ar da sala. Óptima oportunidade para os fumadores verem o que nos andavam a enfiar nos pulmões e ajuizar se tinham esse direito. Poderão também tomar consciência do estado em que ficarão os seus órgãos com a manutenção do vício.

JM

Fernando Martins a 16 de Janeiro de 2008 às 11:17
Meu caro

Obrigado pelas tuas achegas. São sempre ensinamentos para quem nos lê. Bem-hajas. Manda sempre!

Um abraço

Fernando Martins

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