de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sábado, 05 Abril , 2008, 11:15
Mário Lino, Ana Paula Vitorino, Ribau Esteves e José Luís Cacho


Na sessão solene comemorativa do Bicentenário da Abertura da Barra, 3 de Abril, reservada a autoridades civis, políticas e religiosas, mais convidados, que teve lugar à sombra do Farol e com mar e barra à vista, o ministro Mário Lino referiu que a Barra de Aveiro é o “espelho do dinamismo regional”. E tendo em conta a sua importância, no contexto regional e nacional, garantiu o “lançamento das obras imprescindíveis para a melhoria das acessibilidades marítimas e essenciais para o aumento da competitividade do porto de Aveiro".
Adiantou que “cerca de um milhão de metros cúbicos de areias, resultante das dragagens, será empregue no reforço do cordão dunar, a Sul, nas praias da Costa Nova e da Vagueira", tendo realçado os investimentos de que o Porto de Aveiro está a ser alvo, nomeadamente a construção de novos terminais, a via de cintura portuária e a ligação ferroviária, "que estava bloqueada há mais de 20 anos".
Por sua vez, Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, em cujo território se situa a área portuária, nas suas mais variadas vertentes, “cantou” um hino à vida com qualidade, que todos almejamos, sem esquecer quantos, ao longo do tempo, deram corpo à abertura da barra e a tornaram um pólo de desenvolvimento local, regional e nacional.
Lembrou, entretanto, que o Porto de Aveiro é o mais completo do País, pois oferece todas as variantes, desde a pesca artesanal e costeira até à longínqua, passando pelos portos comercial e industrial.
Ribau Esteves aproveitou a oportunidade para salientar a importância da Marina da Barra, “que precisa de ser desencalhada”, recado que deixou ao Ministro. Considera esse empreendimento uma mais-valia que a todos beneficiará, enquanto frisou, como fundamental para o progresso da região, uma gestão integrada da Ria de Aveiro.
José Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração da APA, enalteceu o trabalho dos funcionários e demais colaboradores do Porto de Aveiro, frisando que todos nos sentimos felizes por continuarmos a ter, no seio da sociedade civil aveirense, “novos Luís Gomes de Carvalho”. São eles, acrescentou, “todos os empresários que, a seu modo, com o seu saber, o seu arrojo e a sua vontade de vencer, vão abrindo novas barras, dragando vontades empreendedoras até cotas arrojadas, rebocando os navios-almirantes da burocracia até aos cais da eficácia”.

FM

Anónimo a 6 de Abril de 2008 às 00:33
E lá vem á baila a malfadada "Marina da Barra"... a "certidão de óbito" da nossa Praia da Barra!

Chamar "marina" a um super empreendimento imobiliário "erguido" em terrenos públicos e em zona ambientalmente protegida, "á pala" de uma eventual necessidade de um pequeno/médio porto de recreio - sempre quero ver onde é que os ditos "milhares de veleiros" que passam ao largo da nossa costa se vão "dar ao trabalho" de virem até nós em quantidade que o justifique - é fazer de parvos todos os que gostam da nossa terra e em particular da Barra.

Que interesses se movimentam por detrás deste novo "ataque"? Mas alguém minimamente honesto reconhece haver necessidade de ASSASSINAR a Barra com este projecto MEGALÓMANO, bem á medida de Ribau ou de Raul Martins?

Esperemos que à semelhança do que aconteceu na anterior investida, esta também não passe disso.

Parafraseando alguém A MARINA NÃO PASSARÁ!

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