de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 09 Maio , 2010, 20:26

 

O Benfica acaba de vencer o Campeonato Nacional de Futebol. Parabéns a todos os benfiquistas que, durante anos, sofreram a angústia de ver o seu glorioso sem forças nem alma para chegar ao topo da Liga Profissional do Futebol.

Como vai ser garantido, Portugal vai vestir-se de vermelho para cantar vitória, ao mesmo tempo que os vencedores hão-de honrar os vencidos.

Para o observador independente do mundo do Futebol, porém, um grande vencido, tão digno como o Benfica, foi o Sporting de Braga que, sem investir os milhões que o campeão investiu, se quedou no segundo lugar.

Aplaudido o campeão deste ano, já se pensa no próximo campeonato. Vamos acreditar que em 2011 Portugal fique todo verde.

 

FM

 


Editado por Fernando Martins | Domingo, 09 Maio , 2010, 17:00
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 09 Maio , 2010, 11:28

 

Ribau Esteves

 

 

A última intervenção de fundo da primeira sessão das Conferências Primavera, que teve lugar na passada quinta-feira, no salão Mãe do Redentor, na Gafanha da Nazaré, coube ao presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, que falou de Gentes, Marés e Futuros.

Depois de afirmar que o mundo de hoje exige de todas as instituições a constituição de parcerias, tendo em vista juntar capacidades para mais facilmente se atingirem os objectivos programados, o autarca ilhavense adiantou que estas iniciativas, como as Conferências, servem para nos ouvirmos uns aos outros. «Temos o hábito de falar muito e de ouvir pouco», disse.

Ao falar de marés, termo a que estamos bastante ligados, considerou importante «determinar as nossas capacidades e gerir o risco», se é que queremos alcançar êxitos. Avançou com a necessidade de se «criar unidade», sendo conhecida a experiência da Igreja nessa linha.


Editado por Fernando Martins | Domingo, 09 Maio , 2010, 09:00

 

PELO QUINTAL ALÉM – 20

 

 

 

A ROSA

 

A

José Passos,

ti Casqueirita, Manuel Casqueira

 

                                                            

Caríssima/o:

 

a. Reparando na imagem, é sem surpresa que a rosa enfeita o nicho que bordeja a avenida; há outras plantas mas a roseira fez questão de ocupar um lugar de privilégio.

O inventário das rosas do quintal foi tarefa de Amigo que, chegando o nariz a cada uma delas, me segredou: - Tendes muitas roseiras [até disse o número...]... e olha que as mais vistosas não são as que cheiram melhor... Cheira esta!- e indicava uma humilde rosa de Santa Teresinha...- Mas aqueloutra tem um perfume delicioso.

Se não fosse o esquisito critério de termos de empregar muitas palavras para não dizer nada... apetecia-me encher o espaço só com flores, rosas, pois claro!

 

e. E pelas nossas Gafanhas, rosas, nesta altura,... bem, só visto.

E depois os altares?

Verdade que, nos dias que vão correndo, muitos primam pondo nos seus jardins flores seleccionadas que compram nos hortos. Antigamente não era assim; o mérito estava na troca e na cedência.

 

i. Também os espinhos motivam esgares de face e trejeitos no nariz: deixá-los!  Para os que vivem a apreciar a vida e a natureza sabem que rosa sem espinhos é como comida sem sal!

A grande força desta planta é a sua  flor: cor, odor, ...

 

o. De origem asiática, há pelo menos 4 mil anos antes de Cristo, os assírios, babilónios, egípcios e gregos já usavam esta flor como elemento decorativo e para cuidar do corpo e em banhos de imersão.

Para além de decoração, as rosas são usadas na produção de cosméticos, remédios e infusões para chás aromáticos.

Ora, a minha memória remonta com frequência a uma bacia com rosas e outras flores mergulhadas em água e que passou a noite ao relento na noite de S. João. Logo de manhãzinha a cara ficou como nunca!...

 


Editado por Fernando Martins | Domingo, 09 Maio , 2010, 08:54

 

 

ACÇÃO DE COMPRAR

 

Georgino Rocha

 

O processo de circulação de bens inclui normalmente a fase de venda e compra. A ética das vendas comporta valores que estão regulados por lei, embora nem sempre com a devida adequação. Não assim com a das compras. E ir de compras ou fazer compras, mesmo em tempo de “apertar o cinto”, não é um acto banal, sem impacto social, despido de consequências.

 

A acção de comprar é sempre um acto moral, além de económico – afirma Bento XVI na sua última encíclica “sobre o desenvolvimento humano integral, na caridade e na verdade”. Exibe e transmite valores, supõe critérios, manifesta opções, implica decisões, enfim desvenda e expõe a pessoa, o seu estilo de vida e o nível em que se integra na escala social. Mantém a situação, questiona o sistema e pode fomentar a transformação dos produtos e a sua distribuição. O comprador/consumidor possui um poder efectivo de grande alcance. Daí, a importância de ganhar consciência do acto de fazer compras, de educar na sobriedade, de dar prioridade aos bens do comércio justo.

 

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