de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sábado, 01 Maio , 2010, 23:33

Alegre contra interferência de Cavaco nas opções do Governo

 

‎«O candidato presidencial Manuel Alegre considerou hoje incorrecto que Cavaco Silva, perante o ataque especulativo contra Portugal, faça afirmações que possam ser interpretadas como interferência nas opções do Executivo.»

 

Leia mais aqui

 

NOTA: Confesso que às vezes fico confuso com Manuel Alegre, um democrata com nome já na história recente do nosso país. Ora proclama que Cavaco peca por ficar (aparentemente) indiferente à acção do Governo (Quem sabe o que diz ele nas reuniões regulares com o primeiro-ministro?), ora acusa o Presidente da República de interferir nas opções da equipa governamental.

Com a crise grave que se avizinha, como se vem dizendo ultimamente, toda a gente acusa toda a gente, num sinal claro de que se está a perder o Norte. As crises, julgo eu, ultrapassam-se com muita coragem, mas também com a serenidade indispensável para não se escorregar...

O PR tem a obrigação, na minha modesta opinião, de alertar para os perigos da situação grave que atravessamos. E ao fazê-lo não pode deixar de se dirigir a todos, sejam eles governantes ou simples cidadãos. Alguém estará convencido de que Manuel Alegre passaria a vida calado se se sentasse na cadeira de mais alto magistrado da Nação? Será que apenas falaria de poesia, em que é mestre, aliás?

 

FM

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 01 Maio , 2010, 21:19
Editorial do EXPRESSO de hoje
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Editado por Fernando Martins | Sábado, 01 Maio , 2010, 10:30

CATÓLICOS EM AUTOGESTÃO

 

Anselmo Borges

 

 

 

Pessoas da política e dos media pediram-me para escrever um texto sobre o que é ser católico. Porque por vezes "discutem entre si, acusando-se mutuamente: quem é o católico?"

Apesar da dificuldade, fica aí uma tentativa simples, quase ingénua.

Afinal, o católico é antes de mais o cristão baptizado na Igreja Católica. O acento tem de estar no "cristão". Ora, quem é o cristão? 

 

 

 

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 01 Maio , 2010, 10:00

 

 

 

 

Tempos de paz, de pão e de fraternidade hão-de chegar

 

Celebra-se hoje, 1.º de Maio, o Dia do Trabalhador, em todo o mundo democrático. A história deste dia já todos a conhecem, certamente. Não importa, por isso, repetir até à exaustão as lutas que os trabalhadores tiveram de travar para poderem agora cantar vitória.

Os dias não estão para grandes alegrias, com tantas crises a tingirem de negro os horizontes, mas é preciso acreditar que depois da tempestade vem a bonança. Foi sempre assim. Ao longo da minha vida passaram por mim, ao largo, felizmente, sombras terríveis de sofrimentos, de falta de trabalho, de fomes e de guerras. Depois, as nuvens passaram e o sol da esperança renasceu. Vamos todos esperar que num futuro próximo os dias luminosos, com trabalho para toda a gente, voltem a nascer, revigorados pelas festas do 1.º de Maio.

Na Colónia Agrícola da Gafanha, amanhã, haverá, como se espera, festa rija: muitos trabalhadores da região, envolvidos pela natureza e pelo calor da fraternidade, com bons petiscos à mistura, regados com parcimónia, hão-de passar um dia agradável, com sonhos lindos a darem corpo a projectos de vida melhor, rumo a tempos de paz, de pão e de fraternidade.

 

FM


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