de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 22:46
Flores para os aniversariantes
A alegria marcou presença

 

 

 

 

As dietas só (quase) alimentam tristezas

Na Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo há, com alguma regularidade, tardes de convívio, sobretudo quando há aniversariantes. Hoje foi assim, no Centro de Recursos Mãe do Redentor.
Nestes momentos é possível verificar como dirigentes e orientadores de grupos de trabalho sabem partilhar alegrias, criando a harmonia tão necessária entre os menos jovens em idade, que não no espírito fraterno.
Uma universidade, qualquer que seja, não pode desenvolver apenas encontros de troca de saberes e de experiências, mas deve também promover iniciativas que, de alguma forma, possibilitem a proximidade entre directores, docentes e discentes, no sentido de levar à construção de um ambiente familiar, onde as intervenção e acções se manifestam com mais naturalidade, facilitando a entreajuda.
Depois, não faltou a mesa, bem composta, com acepipes variados, para matar a fome e saciar o apetite a quem anda massacrado com dietas que só (ou quase) alimentam tristezas.
Então, até ao próximo convívio...
 
 
FM
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 20:37

Se quiser saber quem foram os primeiros médicos que montaram consultório na Gafanha da Nazaré, onde exerceram clínica toda a vida, clique aqui.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 20:10

 

 

Aspecto da Rua Almeida Garrett

 

 

 

A minha rua

 

 

Moro na Rua Almeida Garrett. Já foi ou ainda é travessa Almeida Garrett. Também foi Almeida Garret e Almeida Garrett, ao mesmo tempo. Com erro só com um “t”. De qualquer modo, e apesar do erro que engana quem nunca ouviu falar ou escreveu correctamente o nome de um grande vulto das nossas letras, gosto dela, porque a vi nascer. É uma rua direita e tranquila. Todos os vizinhos são amigos e gente muito boa.

Quando eu era menino era um caminho de areia por onde circulavam os carros de vacas carregados de esterco ou de moliço a caminho das terras de cultura. No regresso vinham com erva, milho, feijões e batatas. As alfaias agrícolas ocupavam o seu espaço. E ainda havia lugar sentado para quem ia ou vinha dos campos. O gado estava tão treinado que até conhecia, sem qualquer indicação do condutor, os caminhos das terras e de casa.

O rodado dos carros tornava duro o caminho. Mas no inverno a água da chuva complicava a vida às pessoas e aos animais. Ao lado do caminho, do nascente, havia uma vala-mestra. Chama-se vala-mestra porque recebia águas pluviais de outras valas mais pequenas.

A vala-mestra encarregava-se de levar as águas para a ria. Nos invernos mais chuvosos a vala parecia um rio, tal a força da corrente. E nas marés-cheias, a vala transbordava e tudo ficava alagado. Cheguei a não poder sair de casa. Quando a maré descia, as coisas melhoravam e voltavam à normalidade. Por vezes ficavam enormes charcos que prejudicavam as culturas. O povo até dizia que as batatas plantadas tinham morrido afogadas.

Depois o caminho foi ensaibrado e somente após o 25 de Abril a rua viu o alcatrão, em data que não posso precisar. Mais tarde, na vala-mestra foram aplicadas manilhas e, ao contrário do que se podia esperar, não mais houve alagamentos significativos.

Com a história da minha rua, abreviada, como não podia deixar de ser, já me esquecia de falar de um dos grandes vultos das letras portuguesas, que viveu entre 1799 e 1854. Foi um escritor e homem público multifacetado: poeta, dramaturgo Par do Reino, ministro. Foi um romântico e o grande reformador do teatro português. Quem há por aí que não conheça Frei Luís de Sousa, Folhas Caídas e Viagens na Minha Terra? E quem de Ílhavo, e não só, desconhece, nesta última obra, o célebre debate que pôs frente a frente um ílhavo e um ribatejano, cada um apresentando-se como o mais valente? E não foi o ílhavo que levou a melhor, com a sua coragem frente ao mar, contra o ribatejano frente ao toiro?

 

Fernando Martins

 

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 13:58

“O melhor de Portugal não abre os noticiários, mas existe. Nas escolas, nas instituições de saúde, nas IPSS, onde há abnegações quotidianas e vontades que não esmorecem perante as dificuldades.”

 

 

Presidente da República entrega prémio a D. Manuel Clemente
D. Manuel Clemente com Francisco Pinto Balsemão
Leia mais aqui
NOTA: Não posso nem deve esconder que admiro muito D. Manuel Clemente: pela sua cultura, pela simplicidade com que nos transmite a história da Igreja católica e não só, pelo sentido pedagógico que imprime às suas palavras, pela verdade com que enfrenta o quotidiano da nova evangelização, pela facilidade com que dialoga com todos, pela disponibilidade para servir Os meus parabéns pelo Prémio merecido.
FM 

 

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 13:47

Governo e PSD estão de acordo quanto à urgência e necessidade de trabalharem em conjunto para debelar a crise. «José Sócrates e Pedro Passos Coelho sublinharam hoje a intenção de “trabalhar em conjunto” para tentar debelar a crise económica e financeira. O primeiro-ministro e o líder do PSD prometeram cooperação e diálogo regular.»

Ainda bem. Aplausos para o diálogo regular. Leia mais aqui

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 11:55

A Grécia chegou à falência. A UE vai tentar salvá-la, com a ajuda de todos os países-membros. Portugal também faz contas para dar um empurrãozinho. Mas não falta quem já ande a pregar que a seguir vamos nós. Mesmo os mais optimistas, como eu, começam a ficar apreensivos. E se formos contagiados ou arrastados, como é que vamos aguentar o barco, que já navega quase há mil anos? Como é que vamos reagir a uma situação tão delicada? Será que os nossos políticos todos, de mãos dadas, terão capacidade e ciência para dar a volta por cima? Ou vão continuar, como têm andado há muito, com guerrinhas, talvez à procura do poder à custa do caos? 

O jornal i faz uma análise para pensarmos muito nisto tudo.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 11:31

 

 

 

A alegria não paga (ainda) imposto

 

 

 

As comemorações têm início na próxima sexta-feira, 30 de Abril, com o jogo de futebol entre autarcas e dirigentes associativos (17.30 horas), no Complexo Desportivo do Grupo Desportivo da Gafanha, e com o baile, graças ao apoio do Grupo Musical “Mega” (21.30 horas), na Senhora dos Campos.

 No dia 1 de Maio, o destaque vai para o VII Torneio Quadrangular do Trabalhador – Futsal, com início às 9 horas, no Polidesportivo da Senhora. dos Campos, para o XIV Festival de Folclore da Primavera (16 horas) e para o VI Festival Karaoke da Senhora dos Campos (21 horas).

As festas, que decerto atrairão  muita gente, trabalhadores e não só, vão ser de arromba, como manda a tradição. E como a alegria não paga (ainda) imposto, estou em crer que muitas mágoas ficarão  esquecidas desta quadra.

 

 


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