de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 19:47

«O Governo suspendeu a utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) por um ano, usando como punição o cancelamento dos contratos de desenvolvimento da prática desportiva e de enquadramento técnico. Isto significa que, se a suspensão se mantiver por 12 meses, a federação e as associações distritais deixarão de receber cerca de 1,8 milhões de euros, o valor que estes contratos totalizaram em 2009, segundo números do Instituto de Desporto de Portugal (IDP), a que o PÚBLICO teve acesso.

A suspensão da utilidade pública desportiva deve-se ao facto de a FPF não ter adequado os seus estatutos ao novo regime jurídico das federações - as associações distritais, que vêem a sua representatividade na assembleia geral da federação reduzida de 55 para 35 por cento, opuseram-se à mudança.»

 

 NOTA: Podem chamar-me o que quiserem, mas tenho dificuldades em compreender estes subsídios, atribuídos a uma federação de gere tanto dinheiro. Não seria melhor a FPF prescindir destes apoios? Numa situação de crise, como a que vivemos, alguém do nosso país concordará com apoios desta natureza?

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 19:27
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 18:48

Gente maculada e amachucada para toda a vida

 

António Marcelino

 

Dizia-me uma vez um Ministro da Justiça a quem eu perguntava como agir em situações de manifesta injustiça para os que cumpriam os seus deveres cívicos, que teria eu de me habituar a ver que “a honestidade paga imposto” e que “os beneficiados pelo fisco são sempre os que o aldrabam”. Veio-me à mente esta conversa ao tomar consciência da desonestidade corrente, nomeadamente em certa comunicação social, para perceber porque cresce o número dos desonestos. À sombra de que não se é obrigado a denunciar as fontes de informação, informa-se sem fontes ou sem se averiguar da seriedade das mesmas. Uma vergonha o que se está passando entre nós.

Há gente maculada e amachucada para toda a vida pela irresponsabilidade informativa. E desculpas não curam chagas.

Devemos à comunicação social a descoberta de muitas vergonhas que era preciso denunciar. Mas esta verificação não desculpa quem acha que vale tudo, mormente se está em mente vender papel ou conquistar publicidade em virtude das audiências.

A comunicação social é uma arma perigosa. Não pode andar por mãos irresponsáveis.

Na política, na religião, no futebol, os casos aumentam. Uma desconfiança ainda não provada logo gera um arguido, um culpado, um criminoso a abater.

Será que os fazedores de leis ainda não se aperceberem disto? Ou será que o clima de anarquia ética traz vantagens a alguém?

 

 


Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 18:35

 

Ria na Costa Nova
:

No próximo dia 20 de Abril de 2010 (terça-feira) realiza-se no Museu Marítimo de Ílhavo o II Seminário Náutico do Município de Ílhavo, com acções destinadas aos Dirigentes, Treinadores e Atletas das modalidades náuticas, Técnicos Municipais de Desporto, Alunos e a todos os interessados em temáticas náuticas.

 

Ver programa aqui

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 18:29

 

 

Luís Miguel Cintra fala de "Miserere"

e da dimensão espiritual no teatro

 

 

 

 “Eu, como encenador de um texto alheio, estou também a querer dizer qualquer coisa”, escreve Luís Miguel Cintra sobre “Miserere”, espectáculo que estreia a 15 de Abril no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

"A sua qualidade literária é imensa, alguns dos seus versos são dos mais belos versos escritos em língua Portuguesa e é provavelmente aí que reside a sua resistência ao tempo e o que nele continua a atrair-nos. Retirá-lo do seu contexto religioso e, 500 anos depois, representá-lo num palco em contexto profano é uma violência e um risco", refere o texto de apresentação.

Nesta peça, a Alma é livre e responsável e joga o seu destino sob os nossos olhos, e daí a profundeza humana das cenas.

“Miserere” - palavra com que começa o Salmo 51 na Vulgata, uma das traduções latinas da Bíblia - é interpretado por Dinis Gomes, Duarte Guimarães, João Grosso, José Airosa, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Ricardo Aibéo, Rita Blanco, Sofia Marques e Vítor d´Andrade.

Em entrevista à Pastoral da Cultura, o encenador, actor e autor desta colagem de obras de Gil Vicente fala do Deus em que acredita, da relação com o público e da dimensão espiritual do teatro. E mais...

 

Ver entrevista aqui


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