de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 02 Abril , 2010, 23:34

Pontificado de 26 anos e meio ainda marca católicos de todo o mundo

Assinala-se esta Sexta-feira o quinto anversário da morte de João Paulo II, acontecida no dia 2 de Abril de 2005, aos 84 anos de idade, na sequência do progressivo agravamento do seu estado de saúde.

O Papa polaco, o primeiro do mundo eslavo, foi uma das figuras mais marcantes da história recente, na Igreja e no mundo, e deixa atrás de si a herança de um longo Pontificado de 26 anos e meio (1978-2005) o terceiro mais longo da história da Igreja.

Karol Wojtyla nasceu no dia 18 de Maio de 1920 em Wadowice, no sul da Polónia, filho de Karol Wojtyla, um militar do exército austro-húngaro, e Emília Kaczorowsky, uma jovem de origem lituana.

Em 1938 foi admitido na Universidade Jagieloniana, onde estudou poesia e drama. Durante a II Guerra Mundial (1939- 1945) esteve numa mina em Zakrzowek, trabalhou na fábrica Solvay e manteve uma intensa actividade ligada ao teatro, antes de começar clandestinamente o curso de seminarista. Durante estes anos teve que viver oculto, junto com outros seminaristas, que foram acolhidos pelo Cardeal de Cracóvia.

Ordenado sacerdote em 1946, vai completar o curso universitário no Instituto Angelicum de Roma e doutora- se em teologia na Universidade Católica de Lublin, onde foi professor de ética. No dia 23 de Setembro de 1958 foi consagrado Bispo Auxiliar do administrador apostólico de Cracóvia, D. Baziak, convertendo-se no membro mais jovem do episcopado polaco.

 

 

Fonte:Ecclesia


Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 02 Abril , 2010, 15:00

 

 

 

Pelas três horas da tarde de uma sexta-feira, Jesus Cristo morre na cruz, para redimir todos os pecados do mundo. Crentes e não crentes sabem disso. E com essa morte ignominiosa abraça a humanidade e liberta os cativos das suas prisões interiores.

Três dias depois, obedecendo às escrituras, liberta-se das amarras dos homens que o condenaram, por um julgamento orquestrado e juridicamente inexplicável, para garantir a ressurreição a todos os que n’Ele crerem e a todos os homens e mulheres de boa vontade.

A ressurreição de Cristo, sinal de uma primavera imorredoira, de uma paz salvadora e de uma fraternidade esperada, aí vem, para glória de cada um de nós e de toda a gente. Assim o queiramos no nosso dia-a-dia.

 

FM


Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 02 Abril , 2010, 14:35

 

 

Não são 15 estações de reflexão, mas sete. Ainda assim, ajudam a reflectir sobre a forma como os políticos nacionais estão a olhar (com falhas) para a economia nacional

 

Martim Avillez Figueiredo

 

 

Neste dia de sacrifício faz sentido olhar (sem sofrimento) para o problema nacional. Não é autoflagelação. É apenas pôr bem os pontos nas letras, para que fique claro que a discussão sobre o PEC, ou sobre os caminhos de crescimento, parece fundar-se em pressupostos (agora) errados, tanto no governo como na oposição. Em sete etapas, quase metade de uma Via Sacra.

 

Primeira: O problema da crise internacional é a falta de dinheiro. O problema da crise nacional é a necessidade dele. Estes dois factores, somados, explicam a hecatombe.

 

 

 

Jornal i

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