de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 23:25


O Navio-Museu Santo André foi um campeão da pesca do bacalhau. Descansa agora como museu vivo da saga dos bacalhaus, junto ao Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré. Esta visita virtual não dispensa uma visita real.

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 22:21
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Eduardo Lourenço

O diálogo de Bento XVI com Paulo VI
na «Caritas in Veritate»


Na encíclica «Caritas in Veritate», o ensaísta Eduardo Lourenço nota uma “espécie de diálogo entre Bento XVI e Paulo VI”. Organizada pela Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) realizou-se, ontem (28 de Janeiro), uma conferência sobre a última encíclica de Bento XVI.
Aos jornalistas, o ensaísta realçou o “estilo claro e transparente, mas semeado de citações rituais que são ao mesmo tempo intemporais e que podem aplicar-se ao presente”. Cada Papa traz “a sua novidade e liberdade” – disse.
Na sua partilha com os participantes reunidos num dos auditórios do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), em Lisboa, Eduardo Lourenço começou por referir que “poucos actos de Bento XVI, o Papa teólogo, suave e elegante, que ocupa a cadeira de Pedro, me impressionaram e tocaram tanto – pelo seu carácter original e profético – como os do momento inaugural do seu pontificado” – frisou.
A hermenêutica de Bento XVI “inspira-se em Martin Heidegger” – disse Eduardo Lourenço. O actual Papa é contemporâneo, “discípulo ou até condiscípulo de vários teólogos que dedicaram – como Henri de Lubac – ao humanismo ateu memoráveis estudos e não meditou menos sobre essa nietzschiana «morte de Deus»”.
Bento XVI é sensível – “e naturalmente preocupado – com «o espectáculo» da indiferença, alheamento ou desertificação religiosa” verificadas no Ocidente. Na sua conferência sobre a encíclica «Caritas in Veritate», o professor universitário afirma que “espanta que uma época tão ensombrada como a nossa – embora sem o carácter trágico do último século -, Bento XVI aborda todas as questões numa tónica de serenidade intemporal”.

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 15:33


Ontem visitei na Figueira da Foz uma loja de antiguidades. Não tanto para comprar, que a minha bolsa não daria para aquilo de que gosto, mas sobretudo para apreciar. Não sei explicar o porquê destes meus gostos, mas que sinto um certo prazer, sinto. Móveis, louça, livros, quadros, prata e ouro, arte sacra, postais antigos de personalidades, bustos. De tudo um pouco, ou muito, ali pude apreciar e... desejar. Quem sabe se um dia qualquer, mesmo longínquo, não poderei dar-me ao luxo de comprar qualquer peça, artística, daquelas de encher o olho!

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 15:18
Comecei hoje a registar aqui algumas notas avulsas para a história do Mercado da Gafanha da Nazaré. Quem possuir elementos interessantes, pode colaborar. Agradeço.

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 11:44
S. Tomás de Aquino

Bento XVI pede às Academias Pontifícias
que ajudem a Igreja
a dialogar com a cultura contemporânea

(...)
«No encontro, que ocorreu no dia em que se evoca a memória de S. Tomás de Aquino, o Papa assinalou que o frade dominicano representa um modelo inspirador para a acção e para o diálogo com as culturas.
Bento XVI recordou o labor de S. Tomás no diálogo com o pensamento árabe e judaico, bem como na conservação da tradição filosófica grega, “produzindo uma extraordinária síntese teológica, harmonizando plenamente a razão e a fé”.
O Papa instou as Academias a converterem-se “mais do que nunca em instituições vivas e vitais”, que respondam às exigências da sociedade e da cultura e às necessidades da Igreja, a fim de promover “um autêntico humanismo cristão”.»

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 29 Janeiro , 2010, 00:02

A árvore ainda adormecida continua corajosa, apesar de tudo, e não teme o sol, que tarda em aparecer. E também não teme o vento frequente na Figueira da Foz. Espera paciente que o Parque das Abadias retome a vida verdejante e fresca que não deve tardar. Assim o inverno corra para outras paragens e nos deixe em paz. Já temos frio, vento e chuva para, seguramente, uns três anos.
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