de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 21 Janeiro , 2010, 18:31

Trabalho de Cândido Teles


Autarquia quer estimular a criatividade
e homenagear figuras ilhavenses

A Câmara Municipal de Ílhavo aprovou a criação e atribuição dos Prémios “Artes Plásticas Cândido Teles” e “Design João Carlos Celestino Gomes” destinados a Alunos Finalistas em Artes Plásticas e Design das Escolas Superiores destas áreas, a nível nacional, relativos ao ano lectivo 2009/2010.
Com a atribuição destes prémios, a CMI pretende, além de estimular a criatividade artística, homenagear duas das mais importantes personalidades da cultura ilhavense, num projecto que se pretende afirmar como um dos mais importantes prémios a nível nacional.
Enquanto entidade promotora e patrocinadora deste evento, a autarquia atribuirá dois prémios de aquisição a duas obras seleccionadas pelo Júri constituído para o efeito, sendo cada um dos prémios — “Artes Plásticas Cândido Teles” e “Design João Carlos Celestino Gomes” — do valor de 1250 euros.
Todos os alunos interessados em participar deverão enviar até ao dia 30 de Abril de 2010, para o Centro Cultural de Ílhavo, a respectiva candidatura utilizando para o efeito os meios de comunicação habituais (e-mail e correio).

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 21 Janeiro , 2010, 12:09


80 milhões de europeus
vivem abaixo do limiar de pobreza

«A Comissão Europeia e a Presidência espanhola da UE lançam esta Quinta-Feira o Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social (AECPES), sob o lema “Acabemos com a pobreza já!”.
A campanha visa pôr a luta contra a pobreza, que afecta directamente um em cada seis europeus, no centro das prioridades em toda a UE durante 2010, refere comunicado da Comissão Europeia.
José Manuel Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, e José Luis Rodríguez Zapatero, Primeiro-ministro espanhol, inauguraram o Ano Europeu num evento que tem lugar em Madrid.
A Estratégia UE 2020 é essencial no combate à pobreza e deve assentar em medidas que apostem na criação de emprego, mas que vão para além de paliativos tradicionais, com políticas inclusivas e de solidariedade, defende Durão Barroso.
Falando na sessão de abertura da apresentação do Ano Europeu da Pobreza, em Madrid, o presidente da Comissão Europeia considerou que para oito por cento dos europeus o emprego "não tem sido suficiente para poder sair da pobreza”.
Uma situação “claramente inadmissível”, frisou, que obriga a políticas menos tradicionais, que incluam um rendimento mínimo garantido. “Aqueles para quem o trabalho não seja uma opção realista devem ter igualmente um rendimento mínimo adequado compatível com uma vida digna”, afirmou.
Durão Barroso insistiu na oportunidade que a Estratégia UE 2020 - que definirá as linhas mestras da política económica comum - pode ter no combate à pobreza, mas adverte que os indicadores nem sempre têm sido positivos, pelo que “chegou o momento de conseguir um novo consenso político sobre esta questão na Europa”.
Perto de 80 milhões de europeus (17% da população da UE) vivem actualmente abaixo do limiar de pobreza. Este facto alarmante encontrou grande eco junto da opinião pública, segundo um recente inquérito Eurobarómetro sobre as atitudes face à pobreza.»

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 21 Janeiro , 2010, 11:56



A paciência do Espírito Santo

Está a decorrer a Semana de Oração pela Unidade dos Cristão. Ano após ano, esta iniciativa repete-se, no sentido de fortalecer os laços de proximidade entre os cristãos ligados a diversas Igrejas. Todos aceitam Jesus Cristo como Salvador e Redentor da humanidade. Porém, mantêm-se separados há séculos por motivos, por vezes, ridículos, para clérigos responsáveis.
Várias vezes me tenho interrogado sobre o porquê desta situação, para além dos conflitos que lhe deram origem. Muitos estão por dentro das “guerras” que os cristãos alimentaram entre si, por vontade própria ou por interesses vindos de fora. O que me impressiona é ver como a Boa Nova, legada por Cristo, desde as origens pautada pelo princípio da unidade, ainda não foi assimilada por todos. Será?
Desde sempre ouvi, na semana de oração pela unidade dos cristãos, que se espera do Espírito Santo um sinal ou uma ajuda para que a unidade plena se faça. Mas a verdade é que num milénio de cristianismo a separação persiste. Será assim? Será que o Espírito Santo concorda com esta realidade? Ou estará a testar a nossa paciência ou teimosia? Ou estará Ele, com a sua infinita paciência, à espera que compreendamos que a unidade, matizada por muitas correntes, está tão-só na aceitação de Jesus Cristo, como único Salvador?

FM


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