de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 22:58


António Guterres,
Alto-comissário das Nações Unidas
para os Refugiados, afirma:

"A mesma comunidade internacional que se sentiu obrigada a gastar centenas de milhares de milhões para salvar o sistema financeiro devia também sentir-se obrigada a salvar as pessoas que estão neste grau desesperado de necessidade."

Leia toda a entrevista no PÚBLICO online, de hoje, no 2.º Caderno, páginas 4, 5, 6 e 7

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 21:38
Primeiro lugar cor

Primeiro lugar preto e branco Vencedora da secção especial Fórum Náutico


Êxito renovado e esperado


Organizada pela Câmara de Ílhavo, realizou-se a 6.ª edição do concurso de fotografia, que teve por tema Olhos Sobre o Mar, com desportos náuticos.
Presentes a concurso 112 fotógrafos de todo o país, com mais de 500 fotografias a cores e a preto e branco. Segundo o júri, os trabalhos presentes tiveram mais qualidade do que nas edições anteriores, o que ocasionou mais atenção da parte de quem teve de avaliar e classificar as fotografias. O júri foi constituído pelos fotógrafos profissionais, Diogo Moreira, Ivo Tavares, José Mário Marnoto, Paulo Ramos e Pedro Tavares, e, ainda, pelo Vereador Paulo Costa e por Carlos Duarte.
As fotografias serão expostas durante o mês de Agosto no Navio-Museu Santo André, sendo a entrega dos prémios no dia 23 do mesmo mês, em cerimónia integrada no Festival do Bacalhau..

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 19:21

PARA VOTAR EM CONSCIÊNCIA

Votar em consciência, seja em que situação for, exige reflexão, estudo e procura de esclarecimentos. Tudo medido, e de acordo com as nossas opções e princípios, temos a obrigação de votar, como direito cívico inalienável. Já começaram a aparecer sinais interessantes, como grupos de cidadãos que questionam os partidos. Não faltarão outros. É preciso estarmos atentos.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 18:41
Lwena - Angola

PARA SERVIR GENEROSAMENTE

Todos os anos, de há muito a esta parte, há jovens de todas as idades que põem em prática a sua opção de servir generosamente quem mais precisa.
Durante as férias, e para além delas, partem em missão, para países de gentes carentes de afecto e de quem lhes mostre solidariedade. São, no fundo, atitudes singulares, em épocas de hedonismos desenfreados e de egoísmos incompreensíveis.
De Aveiro, e à semelhança de outras regiões do País, partem 12 voluntários, por intermédio da Orbis e do Secretariado Diocesano de Animação Missionária, depois de algum tempo de preparação específica, adequada aos trabalhos que em diferentes paragens vão exercer a sua missão, em tempo de férias.

Aveiro envia 12 voluntários

Do Bunheiro para Mona Quimbundo (Angola) vão Inês Tavares Rodrigues, Carla Cruz Filipe, Padre Filipe Coelho, António Silva, Ana Rita Amador Silva, Ana Daniela Guerra;
De Ílhavo para Lwena (Angola): Sara Santana;
Do CUFC para Lwena: Ana Guedes; para Benguela (Angola): Paulo Fontes;
De Santa Joana para Lwena: Pedro Barros;
De Trofa do Vouga para Benguela: Carina Figueiredo;
De Angeja para Manicoré (Amazónia, Brasil, onde já se encontra há meio ano Sónia Pinho): Isabel Capela.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 18:17

Corrida difícil a que não faltam candidatos


Todos os países passam por momentos de perplexidade, dados os problemas a enfrentar, com propostas e soluções sempre mais difíceis e complexas. Pouco tempo passado das eleições europeias, com o amargo de boca e o desconforto das muitas abstenções, o anúncio, para breve e já com data marcada, das legislativas e autárquicas, faz viver um desses momentos, que não deixam tranquilos os responsáveis da nação, nem os cidadãos mais atentos. A menos que se pense que a solução dos problemas é só dos políticos ou a da terra queimada…

Muitos problemas se perfilam neste horizonte, em que já se multiplicam rumores, se jogam previsões, se anunciam candidatos, se insinuam ameaças, se profetizam desgraças. Ao povo, comunicação social e políticos não lhes falta imaginação.

Fala-se, com alguma razão, do descrédito da classe política; dos problemas graves não resolvidos; dos motivos conhecidos que levam à escolha dos novos candidatos; dos já eleitos antes que os votos cheguem às urnas; da crispação social e da ausência de esperança; das soluções propostas em anteriores legislaturas, que, por vezes, se agravaram os problemas que pretendiam resolver; dos políticos medíocres que querem tronos que excedem a sua estatura; da classificação, nada democrática, de os adversários normais se considerarem inimigos detestáveis; dos cidadãos de primeira, que têm tudo, mesmo sem o pedir, e dos cidadãos desqualificados e anónimos, que se vão cansando de gritar e de esperar pela resposta a direitos, não respeitados nem atendidos.

Portugal, ainda sem tempo suficiente para ter amadurecido politicamente, foi-se politizando, mais por influência de grupos, mais marcados por ideologias pobres e ânsia de poder, do que por compreensão do regime democrático e dos objectivos do bem comum, que devem ser o clima de respeito e o motor de decisão para participar e governar.

Parece urgente uma reflexão de senso comum, que, mesmo assim, em muitos casos já não vai a tempo, em virtude de compromissos assumidos, de influências locais, de caminhos mal pensados, mas abertos, por onde se passa e se chega ao sítio desejado.

As eleições legislativas e autárquicas estão mais próximas do povo do que as europeias. Os candidatos a escolher e a propor ao escrutínio eleitoral são mais conhecidos pelos eleitores a quem não escapa o juízo realista sobre as suas qualidades e defeitos, nome e fama, êxitos e fracassos pessoais, profissionais e cívicos, pelo trabalho antes realizado ou aproveitamento dos cargos onde se ganharam influências mas se perdeu o nome.

Legislar não se compadece com pessoas que pouco mais vêem que os seus interesses e os do seu partido. Não nos venham dizer que basta que alguns saibam ver o alcance das leis que se fazem e aos outros, a maioria, apenas resta votar como lhes é mandado. O país paga a todos por igual, para que, por igual, todos saibam o que fazer, a favor de todos. A situação lastimável a que se chegou com algumas leis é culpa maior dos responsáveis pela escolha, por vezes insensata e por motivos ocultos, dos candidatos a legisladores.

As autarquias, por sua vez, são hoje lugar de responsabilidades acrescidas, campo minado, ocasião de tentações. São, por isso, instâncias de exigência, maior e permanente de honestidade, de saber e competência, capacidade de acolhimento, diálogo e aguda sensibilidade, trabalho de equipa e abertura a todos.

Motivos de escolha para pagar favores, compensar perdas e desgostos políticos, por pressão de grupos e manobras locais, aparecem como desonestidade cívica, desrespeito pelos eleitores, colocação de interesses pessoais e partidários acima dos nacionais e locais. Governa-se com pessoas normais, desde que se saiba o que significa a normalidade, os seus limites e exigências. Neste juízo, cabe a lucidez sobre a capacidade dos candidatos a propor.

António Marcelino

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