de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sábado, 30 Maio , 2009, 16:27
Jardim Oudinot

Gafanha da Nazaré com muito para nos oferecer


A Gafanha da Nazaré, mesmo sendo uma terra nova (faz 100 anos, como freguesia, em 2010), tem muita coisa para desfrutar. Paisagens cheias de água por todos os lados, mata centenária com muito para descobrir, mar para contemplar e ria para viajar, ruas e mais ruas para passear, museus para visitar.
O mar e a ria são riquezas incalculáveis à espera de serem consideradas, por muitos de nós, como mais-valia para as nossas férias. Praias de areais convidativos e beira-ria que nos desafiam a pescar são bons locais para relaxar.
A praia da Barra está à nossa espera. Com mais ou menos areal, podemos escolher um recanto de onde se aviste a ondulação que nos convida a um mergulho em tempo de canícula. Até ver, não se paga nada por isso. Então aproveitemos.
A Casa Gafanhoa, antiga habitação de um lavrador rico, dos princípios do século XX, e o navio-museu Santo André, bem enquadrado pelo Jardim Oudinot, são preciosidades que não podem ser menosprezadas. Para visitas obrigatórias em época de férias profissionais, de preferência com a família toda.
O Jardim Oudinot, o maior parque de lazer da Ria de Aveiro, começa a merecer a preferência de muita gente, em tempos de férias e não só. Espera-se que na época de Verão haja festas programadas para todas as idades, tanto de âmbito recreativo e cultural, como desportivo e social.
Mesmo sem isso, as paisagens já por si são um chamamento, onde há recantos para uma boa merenda com famíliarese amigos. Antigamente, o Jardim Oudinot servia essencialmente para isso. O actual não descurou a componente de unir a família.
Na igreja matriz há um pequeno mas bonito museu paroquial, que merece a nossa atenção.
Na mata da Gafanha, o Santuário de Schoenstatt, com os seus jardins sempre bem cuidados, é um convite a horas de meditação e de descontracção.
O nosso Farol costuma oferecer, na época balnear, sobretudo, a possibilidade de contemplar, lá de cima, a mais de 66 metros de altura, paisagens deslumbrantes e únicas. E o Forte da Barra, que há tanto tempo espera por uma solução de restauro que o dignifique, pode ser motivo para ali, à sua sombra, imaginarmos a espera feita por soldados a eventuais inimigos da Pátria.

Fernando Martins
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Editado por Fernando Martins | Sábado, 30 Maio , 2009, 11:48

Não deixeis desaparecer o moliceiro,
porque nele está a alma aveirense

«O presidente da República, Cavaco Silva, apelou ontem à defesa do barco moliceiro, no discurso que proferiu na sessão comemorativa dos 250 anos de elevação de Aveiro a cidade, que decorreu nos Paços do Concelho.
"Não deixeis desaparecer o moliceiro, porque nele está a alma aveirense", disse o presidente da República, assinalando que "preservar a identidade atrai os visitantes e cria os alicerces em cima dos quais se constrói o futuro".»
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Jesus Zing
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Editado por Fernando Martins | Sábado, 30 Maio , 2009, 11:35

"... o doente, que continua a ser um ser humano integral, na unidade tensa e viva de inconsciente, consciente, corpóreo, afectivo, psíquico, espiritual, espera certamente do médico e dos profissionais de saúde em geral competência científica e técnica, mas que também não esqueçam a sua própria humanidade integral. Assim, a uma medicina que, dados os seus prodígios desde o século XIX, corre o risco da unidimensionalidade científico-técnica, é necessário lembrar o princípio da humanitariedade, segundo o axioma ético-médico: "salus aegroti suprema lex" (a lei suprema é a saúde, também no sentido de 'salvação', do doente)."
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Anselmo Borges
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