de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 24 Maio , 2009, 19:42

Somos um País de Marinheiros

Somos um País de Marinheiros. O mar corre-nos nas veias, ora agitado ora brando. Os navios enchem-nos a imaginação a toda a hora. Muitos milhares de pessoas marcaram presença na Praia da Barra, para assistir, hoje, a manobras dos marinheiros. Mas, fundamentalmente, para apreciar o desfile naval com que encerrou o Dia da Marinha, que este ano se associou às comemorações dos 250 anos da cidade de Aveiro.
Desfilaram 11 navios da Marinha Portuguesa, mas o rei da festa foi o navio-escola Sagres, embaixador de Portugal junto das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Os aplausos não faltaram. E as mãos a acenar fizeram-me lembrar a partida e o regresso dos bacalhoeiros nos meus tempos de menino e moço.

FM

Editado por Fernando Martins | Domingo, 24 Maio , 2009, 12:41


Mais um sorriso de Deus, para contemplação. A nossa imaginação, mais rica e mais profunda que muitas palavras e imagens, saberá compor o quadro com a legenda mais adequada. Bom domingo.

Editado por Fernando Martins | Domingo, 24 Maio , 2009, 11:39
Jardim Oudinot

Em tempo de crise também é possível gozar férias

Em tempo de crise também é possível gozar férias, tão enriquecedoras como em tempo de abundância. O que é preciso é ter imaginação e capacidade criativa para as programar.
Sendo certo que férias são o período do ano em que os trabalhadores estão dispensados das suas obrigações profissionais, então poderá ser fácil conceber uma ou mais actividades diferentes das que se desenvolvem durante o ano.
Se exercemos, habitualmente, profissões de natureza intelectual, procuremos nas férias um envolvimento físico; se forem de natureza manual, optemos por um período de lazer mais voltado para a leitura, para a cultura e para a diversão que não canse. O que importa é envolvermo-nos em algo diferente do normal.
Tendo em conta que a crise actual não nos permite grandes despesas, há que ter imaginação para as evitar, não ficando a pensar que somos uns infelizes. Nada disso. Também podemos ser felizes sem gastar muito dinheiro.
À nossa volta há muitas formas de nos divertirmos. De vez em quando avançaremos com algumas sugestões e até aceitamos propostas. Mas não fique agarrado à ideia de que sem dinheiro não podemos fazer nada de importante. Com criatividade, haverá sempre forma de gozar umas boas e merecidas férias por aqui à volta da Gafanha da Nazaré.
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Fernando Martins
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 24 Maio , 2009, 10:59

"Novas tecnologias, novas relações.
Promover uma cultura de respeito,
de diálogo, de amizade”

“Embora seja motivo de maravilha a velocidade com que as novas tecnologias evoluíram em termos de segurança e eficiência, não deveria surpreender-nos a sua popularidade entre os utentes porque elas respondem ao desejo fundamental que têm as pessoas de se relacionar umas com as outras. Este desejo de comunicação e amizade está radicado na nossa própria natureza de seres humanos, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas. À luz da mensagem bíblica, aquele deve antes ser lido como reflexo da nossa participação no amor comunicativo e unificante de Deus, que quer fazer da humanidade inteira uma única família. Quando sentimos a necessidade de nos aproximar das outras pessoas, quando queremos conhecê-las melhor e dar-nos a conhecer, estamos a responder à vocação de Deus - uma vocação que está gravada na nossa natureza de seres criados à imagem e semelhança de Deus, o Deus da comunicação e da comunhão.”

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