de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 16:37


1. Mesmo após o diagnóstico da situação actual mundial, sejam multiplicadas as análises dos “porquês” para bem se discernir os “para quês”. Sem dogmatismos mas sem descompromissos, e pese embora o facto incontornável da globalização em realização, será essencial que a procura de soluções venha acompanhada da devida reflexão sobre o lugar do Ter e do Ser nas sociedades actuais. A questão é ampla e grandiosa, mas nem por isso deve ficar por ser enfrentada. Os variados quadros de formação não poderão fechar-se num “quadrado” pois que as problemáticas são plurais e “redondas”, no sentido daquela globalização boa que se quer, com a presença contínua de valores que iluminem o Ser Humano e não meramente as quantificações que seduzem o Ter Humano.

2. Se se fala hoje tanto de sustentabilidade, noção atribuída às questões ambientais de um efectivo “desenvolvimento sustentável”, deve-se falar mais daqueles que estão por trás dessa possível sempre maior garantia de sustentabilidade. Há anos o escritor Milan Kundera (n. 1929) publicou o célebre romance «A insustentável leveza do Ser» (1984), história que se passa na cidade de Praga em 1968, argumento já traduzido para a máquina do cinema. Diante da conjuntura sociopolítica de então reflecte-se sobre o lugar do Ser, como expressão do sentir existencial, ao mesmo tempo forte e ao mesmo tempo frágil; mas o Ser que, caminhando nas coordenadas históricas, vence todas as limitações do tempo e do espaço, mesmo em regimes cegos.

3. Proponhamo-nos a uma rasgada reflexão sobre a clarividente e demonstrada insustentabilidade do Ter. Poder-se-á dizer que o Ocidente avançou mais pelos paradigmas do Ter e o Oriente conseguiu preservar o Ser das sabedorias culturais ancestrais. Nunca se poderá generalizar nada neste “caldo” de expressões humanas, elas que hoje se encontram (e surpreendem) umas às outras. Viajemos aos pilares (do Ser ou do Ter?) da construção!

Alexandre Cruz

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 16:21

No próximo, dia 19 de Abril de 2009, assinala-se a passagem do 8º aniversário da elevação da Gafanha da Nazaré a cidade.

Como forma de marcar e comemorar essa data, a Câmara Municipal de Ílhavo, em conjugação com a Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, vai realizar um conjunto de acções dedicadas à cidade da Gafanha da Nazaré, com visitas e reuniões a que presidirá o Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, com o seguinte programa:

09.00 h – Hastear das Bandeiras,
junto à Sede da Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré;

09.30 h – Visita à Fundação Prior Sardo,
na Casa da Remelha

10.00 h – Visita às obras da 3ª fase da Via de Cintura Portuária
e da Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro

11.00 h – Missa de Acção de Graças,
na Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré

12.30 h – Almoço de Trabalho com Entidades e Dirigentes Associativos,
no Navio Museu Santo André

15.30 h - Encerramento
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 12:49

O DN diz hoje que um "Estudo revelado ontem pelo Banco de Portugal revela que existiam, em 2006, 300 mil crianças pobres. O nosso país é também o quarto da Europa com maior percentagem de crianças carenciadas (24%), apenas é ultrapassado pelos países do Leste (Roménia, Lituânia e Polónia). Ministro do Trabalho admitiu que situação pode agravar-se com a actual crise." Isto é incrível, mas não há dúvidas. Para nossa vergonha!

Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 12:38

A propósito da canonização do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, o Cardeal José Saraiva Martins, português e radicado no Vaticano, onde desempenhou até há pouco a responsabilidade da Congregação para a Causa dos Santos, concedeu uma entrevista à Ecclesia, que vale a pena ler.

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