de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 14 Abril , 2009, 21:12

O Gabinete de Comunicação da APA vai desenvolver nos próximos meses uma acção de carácter lúdico/formativo/cultural intitulada “Mini-Repórteres”.
As obras da ligação ferroviária ao Porto de Aveiro, o trabalho na NAVALRIA e outros apontamentos ligados à actividade portuária, serão registados em fotografias digitais, naturalmente na perspectiva dos petizes.
A iniciativa, que conta com o apoio da REFER e da NALVALRIA, terá a coordenação de Fausto Correia, fotógrafo com várias exposições no currículo e especialista na área do tratamento digital de imagem.
Destinada a crianças entre os 8 e os 14 anos, desenrolar-se-á em quatro sessões de campo, sempre aos sábados à tarde. A primeira sessão terá lugar no próximo dia 9 de Maio; as restantes, em dia a designar, realizar-se-ão em Junho, Setembro e Dezembro.
Para além da captação de imagens, proceder-se-á à sensibilização das crianças para a fascinante e nobre arte de fotografar, indicando-se-lhes os princípios básicos de funcionamento das máquinas fotográficas digitais, curtas viagens pela história da fotografia e rudimentos do tratamento/manipulação digital das imagens.
Das fotos captadas, cujo espólio de brutos passará a integrar o acervo do Arquivo Histórico-Documental da APA, serão seleccionadas as necessárias para integrarem exposição em sala, em local a designar e, provavelmente, em data coincidente com a inauguração da ligação ferroviária. Isto para além da publicação desse conjunto de fotos no site do Arquivo Histórico-Documental da APA e em outros suportes da web (slideshow, panoramio, etc.).
A possibilidade de publicação de um álbum em suporte de papel será também tida em conta, não havendo, no entanto, garantias de que tal venha a acontecer.
A acção é aberta ao público em geral, podendo os pais efectuar a sua inscrição enviando um e-mail para geral@arquivodoportodeaveiro.org, indicando nome da criança participante, nome e contactos do progenitor. Aos pais incumbirá apenas o trabalho de deixarem os filhos à hora combinada no local indicado, e de mais tarde os irem buscar.
Fonte: Texto e foto do Porto de Aveiro

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 14 Abril , 2009, 18:37
Infinito de Deus


1. Os dias depois da Páscoa, para muita gente que aceita celebrar e conviver com o sentido destes dias, são os dias do regresso. Após as festividades, muitos são os regressos que ocorrem depois das grandes festas que fazem com que de norte a sul, do litoral ao interior, se façam grandes viagens geradoras de encontros e reencontros, vestindo-se da tradição viva e sempre nova que a Páscoa representa. É um valor extremamente positivo o rever e o reviver de amizades, a partilha de vida, o dar asas ao convívio, valores tão positivos que refrescam a vida e ampliam horizontes às relações de vida activa que entretanto são retomadas. A festividade que se celebra tem uma origem, o encontro de todos na identificação de valores comuns, no gerar de proximidades que nos fazem sentir mais sensíveis e humanos e por isso maia abertos à poesia do infinito Absoluto pessoal de Deus. É a origem da Páscoa!
2. Não faltam terrenos sociais onde os valores estimulantes e universalistas da Páscoa quererão ser actualizados na contemporaneidade diária. Os cenários de crise multiplicam-se, sejam do mundo do ensino ou da vida empresarial, das inseguranças dos caminhos da praça pública aos valores essenciais que dão sentido às vidas. Não faltam os pessimismos típicos dos tempos de fortes mudanças sociais (sempre assim foi nas épocas de alterações de paradigmas socioculturais), ambientes estes que a Páscoa como toda sua força de valor comunitário quererá ser resposta revigoradora. O sentido existencial da Páscoa não tem medo de nada, pois que se reveste de uma dignidade superadora a toda a prova. A força da esperança pascal, dinamismo mobilizador na contínua e profunda reconstrução, não se ilude com os paraísos fáceis, antes pelo contrário: está habituada a ser resgatadora, a descer para fazer subir, a ser impulso dinâmico da reinvenção de quem investe sempre mais nas soluções que nos diagnósticos pessimistas. Por isso, continuemos a luz da Páscoa!

Alexandre Cruz
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 14 Abril , 2009, 17:57
A vida em L'Aquila também deve recomeçar
"A Páscoa, com todo o seu esplendor, abre uma porta para quem busca respostas. A fé, disse o Papa, é fonte de esperança e de luz, mesmo nos tempos mais tenebrosos e, sobretudo, mesmo debaixo dos olhares cépticos ou escarnecedores de quem não entende nem quer entender como é que aquilo que não se vê pode dar um sentido a esta vida."
Octávio Carmo
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 14 Abril , 2009, 16:11
Fernando Martins (Filho) na condução do programa

Carlos Sarabando e Ferreira da Silva


A Gafanha da Nazaré celebra no próximo domingo, 19 de Abril, a sua elevação a cidade. Criada freguesia em 31 de Agosto de 1910 e elevada a vila em 1969, mereceu o estatuto de cidade em 2001.
Hoje, houve na Rádio Terra Nova um encontro com três gafanhões para falar sobre o assunto, em jeito de conversa de café. Carlos Sarabando Bola, Alfredo Ferreira da Silva e eu próprio ali estivemos em franca cavaqueira, ao sabor da maré, desfiando recordações, para espevitar a memória de quem nos ouvia. Foi sobretudo agradável, porque é sempre bom conversar, para além das motivações político-ideológicas, tendo por painel de fundo, apenas e só, a terra que amamos e as suas gentes.
A conversa foi surgindo com o jornalista da Terra Nova, Fernando Martins (filho), a atirar para a mesa algumas dicas, que serviram de ponto de partida para a intervenção de cada um.
Memórias de infância, acontecimentos relevantes, pessoas que nos marcaram ao longo da vida, de tudo um pouco houve neste programa que tem por título Nos Caminhos da Região.
A Terra Nova pode ser ouvida em qualquer canto do Globo, via Net, saindo, assim, dos horizontes limitados dos 105 FM. Sei que é ouvida por muitos emigrantes espalhados pelo mundo, decerto com bastantes saudades deste nossa terra que a Ria e o Mar beijam, normalmente, com carinho.
Aos meus leitores, recomendo, pois, que oiçam a Terra Nova, onde quer que estejam.
FM
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 14 Abril , 2009, 15:53

Publiquei hoje, em GALAFANHA, o discurso proferido, em 1940, pelo Padre João Vieira Rezende, na inauguração do Cruzeiro da Gafanha da Encarnação. Na íntegra, porque nos oferece um conjunto de informações preciosas para o estudo do pensamento da época. Sobre o Cruzeiro da Gafanha da Encarnação, porém, há mais pormenores para divulgar, o que farei brevemente. Entretanto, fico a aguardar achegas dos meus leitores, relacionadas, naturalmente, com a história desde monumento ou doutros.

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