de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 18 Fevereiro , 2009, 21:05
No dia 26 de Fevereiro, quinta-feira, entre as 18.30 e as 19.30 horas, vai ser homenageado o antigo Bispo de Aveiro, D. Manuel de Almeida Trindade, falecido em Agosto do ano passado. A homenagem insere-se no âmbito do Ciclo Aveirenses Ilustres e terá lugar no auditório do Museu da Cidade. O palestrante convidado vai ser o actual Bispo de Aveiro, D. António Francisco dos Santos.
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 18 Fevereiro , 2009, 16:57

Nada será feito para dividir os portugueses


As comemorações oficiais do centenário da República querem “mobilizar” a sociedade portuguesa, sem reabrir quaisquer feridas do passado.
A garantia foi hoje dada por Artur Santos Silva, presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), durante a conferência de imprensa que serviu para apresentar o programa comemorativo.
Este responsável frisou que há que evitar uma “visão passadista”, contrapondo-lhe uma preocupação prospectiva, descobrindo elementos que possam ser úteis na construção do futuro do país.
Neste sentido, Santos Silva assegurou que nada será feito para “dividir os portugueses”, saudando como um facto “extremamente positivo” a presença de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, entre os membros da Comissão Consultiva da CNCCR.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 18 Fevereiro , 2009, 12:37

Voluntária com grande espírito de serviço

Li a notícia, no Correio do Vouga, da partida da Laura Vaz para Moçambique, onde vai trabalhar, durante um ano, como voluntária. Já aposentada, não assumiu um resto de vida, curto ou longo, acomodada em atitudes passivas. Conheço o seu entusiasmo e a sua alegria de viver, tantas vezes em tarefas para os que mais precisam. Sempre com o seu sorriso contagiante.
E se é certo que poderia continuar por aqui, envolvida em inúmeras actividades, a verdade é que a Laura vai mesmo deixar-nos, com a convicção de que, em Moçambique, fará mais falta. Ali vai trabalhar com crianças, com a vivacidade que lhe conhecemos, com o espírito de serviço que a caracteriza.
Vai com muitas ideias, mas nem a noção de que nem tudo será possível fazer a demove de partir, com um gosto pela vida e pelo bem-fazer que tem de mexer connosco.
Boa viagem e bom trabalho, Laura. Por cá ficaremos à espera de notícias tuas. Que vais ter muito que contar, do muito que hás-de fazer, lá isso vais.
Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 18 Fevereiro , 2009, 12:16
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Cada Dia Cada Paisagem


Cada dia cada paisagem é a melhor recomendação para quem visita a Praia da Barra. O que é preciso é olhar. Hoje apreciei diversas cenas. Esta foi uma delas. Os pára-quedistas, descarregados no ar pelo avião, até parece que vão cair no mar, mesmo à boca da barra. Mas não. O dia está lindíssimo, com sol brilhante, mas ainda não apetece mergulhar no oceano. Esse treino virá para o Verão. Sabe-se lá se os pára-quedistas, um dia qualquer, em tempo de paz ou de guerra, terão mesmo de descer para as águas, de um rio ou de um mar!

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 18 Fevereiro , 2009, 12:06

Sobre a origem da escrita:
«Será Deus que escreve pela nossa mão?»

Sobre a origem da escrita e da inspiração literária, interrogava-se em entrevista recente António Lobo Antunes:

"Até que ponto o livro é do autor ou ele foi apenas um meio de que o livro se serviu para existir? É um problema que sempre se me pôs enquanto leitor em relação aos grandes livros. A Guerra e Paz é feita pelo Tolstoi ou através do Tolstoi? A grande literatura, a grande pintura e a grande música é feita pelos autores dos livros, dos quadros ou das sinfonias ou por uma outra entidade que, por hipótese, é comum a todos e que toma diferentes tonalidades consoante a personalidade?" – Mas que outra entidade é que poderia ser? – perguntou-lhe o entrevistador – "Não sei, será Deus que escreve pela nossa mão?" (DN, 16.02.2009)
Escreveu P. António Vieira: "O amor fino não busca causa nem fruto. Se amo, porque me amam, tem o amor causa; se amo, para que me amem, tem fruto: e amor fino não há-de ter porquê nem para quê. Se amo, porque me amam, é obrigação, faço o que devo: se amo, para que me amem, é negociação, busco o que desejo. Pois como há-de amar o amor para ser fino? Amo, porque amo, e amo para amar. Quem ama porque o amam é agradecido. Quem ama, para que o amem, é interesseiro: quem ama, não porque o amam, nem para que o amem, só esse é fino."

Paulo Pires do Vale

In Pastoral da Cultura
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