de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 08 Dezembro , 2008, 22:17

Hoje apareceu cá em casa um calendário do CNE - Corpo Nacional de Escutas. O agrupamento da Gafanha da Nazaré andou a vender calendários, não só para angariar fundos, mas também para espalhar, pela comunidade, a mensagem escutista. Ela já é bastante conhecida, aqui e no mundo, mas é sempre bom mostrar a sua pujança e actualidade.
Olhando para as legendas de cada página, percebe-se facilmente a importância desta organização fundada por Baden Powell, para a formação da juventude. Valores como empreendedorismo, experiência de equilíbrio a vários níveis, fermento de comunidade, de paz, de fraternidade. Mais espaço de evangelização, verdade, justiça, amizade e respeito pelo ambiente, entre muitos outros, são um desafio para quantos ousam vestir a farda, seguindo os seus princípios e leis.
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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 08 Dezembro , 2008, 11:44
A propósito da evocação que o Ângelo Ribau fez sobre um pobre de pedir, António da Bicha, recebi do João Marçal um comentário que, pela oportunidade dos esclarecimentos, aqui insiro, de forma mais visível.

Lembro-me bem do ti António da Bicha; foi alguém que sempre conheci e que portanto considerava como fazendo parte da realidade dos meus tenros anos. No seu percurso diário era às vezes acompanhado pela garotada dentro daquelas zonas a que chamávamos "cantos". Logo a seguir o grupo era substituido. Segundo a minha mãe era oriundo duma família com posses mas a perda da mulher atirou-o para aquele desinteresse pela vida. O desgosto provocou-lhe alguma fragilidade emocional que o levou a tingir as galinhas do capoeiro de preto. Quando andava na primária e contei isto aos meus amigos de aventuras, resolvemos uma tarde de verão explorar o lugar onde tinha a sua cabana num areal da Gafanha de Aquém. Lá estava o capoeiro e a criação era toda preta, mas esta de origem.Tinha um sobretudo que mais parecia uma manta de retalhos: ele próprio ia acrescentando pedaços de tecido como telhas sobrepostas num telhado. Era uma figura do nosso quotidiano cuja lembrança fez com que lhe atribuíssem o nome de uma rua na Gafanha da Nazaré.
João Marçal

Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 08 Dezembro , 2008, 11:29
Se outrora uma prece eu te ergui,
Em desespero, sim, que mãe eu sou,
Foi porque acreditei! E agora eu estou
A louvar-te e agradecer-te o que vivi!

Fizeste renascer em mim a Esp’rança,
Foste amparo na dor, na amargura.
Eu te elevo meu olhar com ternura,
Qu’em Ti, misericórdia sempre alcança.

És a Mãe a quem sempre se recorre,
Que em toda a adversidade nos socorre,
Na nossa peregrinação sofrida!

O Teu manto a todos nós protege,
Seja crente ou seja até herege,
De todos és a Mãe muito querida!

Mª Donzília Almeida
08.12.08

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