de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 21:15



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O MELHOR BACALHAU DO MUNDO COME-SE AQUI

No renovado Jardim Oudinot, iniciou-se hoje o Festival do Bacalhau, que se prolongará até domingo, com bons petiscos e muita animação. Petiscos maioritariamente com sabor a bacalhau, ou não fosse o concelho de Ílhavo, como sublinhou o presidente da Câmara Municipal, Ribau Esteves, “a verdadeira capital nacional” do fiel amigo.
Como salão nobre deste espaço de lazer, frisou o autarca ilhavense, teremos neste evento o Navio-Museu Santo André, que está a comemorar 60 anos de vida, com sete como pólo museológico.
Ribau Esteves recordou que este festival é um “gesto cultural”, em torno da história e das actividades económicas ligadas ao bacalhau, tendo como mais-valia as padeiras de Vale de Ílhavo e a louça da Vista Alegre, que “todo o mundo conhece”.
O autarca sugeriu, ainda, que os visitantes apreciassem a restaurada ponte que faz a ligação às praias, agora com iluminação que a torna mais bonita.
Agradeceu, por fim, o contributo de entidades, empresas e associações, estando garantido que nas tasquinhas se pode comer, até domingo, o “melhor bacalhau do mundo”, graças ao esforço de todos, em especial da Associação dos Industriais do Bacalhau.
O bacalhau que já provei, numa tasquinha, deu sinais evidentes disso.
A animação musical, e outra, começou. Até domingo, aproveite.

FM
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 16:08

A Ria é sempre bonita, em qualquer dia e de qualquer ângulo. De Verão e de Inverno, no Outono e na Primavera. Mas com velas ao vento, desafiando equilíbrios e espalhando reflexos, então o encanto é muito maior. Quem o diz é o meu amigo Carlos Duarte, que teve a gentileza de me enviar esta foto.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 12:00

De acordo com o site do chefe do Estado, "o Presidente da República decidiu devolver hoje à Assembleia da República o Decreto nº232/X que aprova o Regime Jurídico do Divórcio, solicitando que o mesmo seja objecto de nova apreciação, com fundamento na desprotecção do cônjuge que se encontre em situação mais fraca - geralmente a mulher - bem como dos filhos menores a que, na prática, pode conduzir o diploma, conforme explica na mensagem enviada aos deputados".

ler mais em Ecclesia
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 10:39

DEIXA-ME DAR-TE O VERÃO

O verão é feito de coisas
que não precisam de nome
um passeio de automóvel pela costa
o tempo incalculável de uma presença
o sofrimento que nos faz contar
um por um os peixes do tanque
e abandoná-los depressa
às suas voltas escuras

José Tolentino Mendonça
In "A noite abre meus olhos"

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 09:39

D. Manuel faleceu em Coimbra

UMA VIDA LONGA E CHEIA DE JESUS CRISTO

Recebi ontem, 5 de Agosto, cerca das 20 horas, a triste notícia do falecimento de D. Manuel de Almeida Trindade, primeiro Bispo Emérito de Aveiro, em Coimbra, onde fixou residência depois de ter deixado Aveiro, em 1988.
Depois dessa data, nos aposentos que lhe destinaram, no Seminário onde fora aluno e reitor, aí continuou a sua caminhada de cristão como nós e de Bispo para nós. Não só rezando e meditando, mas também lendo e escrevendo, aproveitando inúmeros apontamentos e registos que guardou ao longo da sua vida de seminarista, presbítero e bispo, partilhando com os seus leitores vivências, testemunhos, impressões, emoções e saberes, na perspectiva de um apostolado consciente e responsável.
D. Manuel entrou em Aveiro precisamente na época conciliar (Vaticano II), tendo participado nos seus trabalhos, ainda antes de ser ordenado bispo. Por isso, D. Manuel esteve perfeitamente identificado com a renovação da Igreja proposta pelo concílio, por muitos considerado o fulcro da maior revolução eclesial do século XX.
Porém, se foi importante esse facto, de que veio a beneficiar toda a vida da Igreja Aveirense, pessoalmente atrevo-me a recordar, hoje, tão-só o bispo que me marcou pelo seu trato simples e afável, o teólogo que me fez pensar nos mistérios e na grandeza de Deus, o homem que era capaz, sem qualquer dificuldade, de falar com a criança ingénua e com o idoso carente de ternura e de compreensão. Ainda com o culto e com o inculto, seguindo o princípio de que é mais importante ouvir do que falar. Lembro também que era pessoa atenta à sua obrigação de concluir qualquer conversa com um conselho oportuno, com uma admoestação fraterna, com um preceito evangélico pertinente.
D. Manuel, que algumas vezes me segredou ser cristão connosco e bispo para nós, parafraseando Santo Agostinho, manteve, com muita simplicidade, uma postura humilde, a par de um sentido de fraternidade evangélica muito grande. Teólogo atento aos ventos da história, aberto às preocupações e anseios das pessoas, das quais se considerava igual, manifestava a todo o momento, com terna naturalidade, a missão profética de que estava investido, que o levava a intervir, na praça pública, com determinação, enfrentando poderes que ousaram menosprezar o estatuto e os valores da Igreja, que sentia ser sua obrigação defender, quer como presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, quer como bispo e como cidadão, posição de que nunca abdicou.
Homem de proximidade, encantava quantos com ele se relacionavam, e nas visitas pastorais procurava usar uma linguagem que fosse compreendida por todos, letrados ou analfabetos, jovens e menos jovens.
Um dia escrevi um texto sobre o seu livro “Memórias de um Bispo”, obra repleta de vivências e de testemunhos, de pessoas e acontecimentos, que retrata uma vida cheia de amor a Deus e aos homens seus irmãos. Recomendei-o para leitura “obrigatória” de férias. D. Manuel teve então a gentileza de me endereçar um cartão simpático, com considerações elogiosas, que eu estava longe de esperar e de merecer. “… De todas as recensões a sua foi uma das que mais gostei. Apanhou-me todo! … Aqui lhe deixo um abraço de sincero agradecimento e também de louvor por ter apanhado a alma do livro.”
D. Manuel era assim.
Partiu agora para a Casa do Pai, ao fim de uma vida longa e cheia de Jesus Cristo. Uma vida que deu vida à Igreja Aveirense. Uma vida que nos legou a todos marcas indeléveis de paz e bem, da Graça de Deus e do sentido apostólico.
Que Deus o acolha no seu seio, com muita ternura…

6 de Agosto

Fernando Martins

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 20 Agosto , 2008, 09:16
O Stella Maris, da Obra do Apostolado do Mar, com sede na Gafanha da Nazaré, vai celebra, no dia 20 de Setembro, as Bodas de Prata da bênção e lançamento da primeira pedra, facto que ocorreu em 18 de Setembro de 1983. Veja aqui a recordação desse acontecimento, de tanta importância para todos os homens do mar.

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