de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 29 Julho , 2008, 19:20
Padre Francisco Melo

Por nomeação do Bispo de Aveiro, D. António Francisco dos Santos, o ..Padre Francisco José Rodrigues de Melo será o novo Pároco da Gafanha da Nazaré, no Arciprestado de Ílhavo. O Padre Francisco Melo tem desempenhado as funções de pároco de Vale Maior e de Ribeira de Fráguas, no Arciprestado de Albergaria-a-Velha. Para o substituir, foi nomeado o Padre Luís Filipe da Costa Dias (M.C.C.J.), com a anuência do Superior Provincial do Instituto dos Missionários Combonianos. A tomada de posse do novo Prior da Gafanha da Nazaré será anunciada em tempo oportuno.

Aproveito esta oportunidade para desejar ao novo prior os maiores êxitos pastorais, alimentados, decerto, pelo seu espírito de serviço, de diálogo fraterno, de pro-ximidade serena e tolerante, de amor ao Povo de Deus que lhe foi confiado.

Ver outras nomeações em Diocese de Aveiro.

FM
Nota: Foto cedida pelo Correio do Vouga
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 29 Julho , 2008, 16:20
"Lembramos, e com que saudades!, antigos clubes que .há mais de seis ..déca-das por aqui congregavam a juventude da Gafanha da Nazaré. E faziam-no com tal garra que ainda sentimos o entusiasmo com que os jogos eram aguardados e disputados. Referimo-nos, concretamente, à Associação Desportiva Gafanhense que tinha o seu quartel-general na Cale da Vila, à União Desportiva Gafanhense que cantava de galo na Cambeia, e ao Atlético Clube da Marinha Velha que, como o nome indica, se impunha no lugar que o baptizou. Mas não se julgue que só o Futebol foi rei nesse tempo. Também o Basquetebol e a Natação, mais sob a responsabilidade da Associação, por aqui se praticavam nessa data já um pouco distante da nossa meninice."
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 29 Julho , 2008, 14:41


A POBREZA É UMA VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS


A presidente da CNJP (Comissão Nacional Justiça e Paz), Manuela Silva, assinala que Portugal pode orgulhar-se de ser um dos primeiros países a considerar a pobreza como uma violação de direitos humanos. Este orgulho, alicerçado na tomada de consciência de que temos um grave problema em Portugal para resolver, pode alimentar a esperança de que algo de positivo venha a fazer-se para erradicar a pobreza do seio das nossas sociedades. Nessa linha, a economista Manuela Silva adianta: “É, pois, com confiança que encaramos a nova etapa – sem dúvida a mais difícil e complexa - que é a de passar à prática as deliberações consagradas por este instrumento político e conseguir que, num horizonte tão curto quanto possível (dois, três anos), possamos dizer que vencemos a pobreza, ao menos nas suas expressões mais severas.”
Urge, contudo, assumir que a luta contra a pobreza não é desafio apenas para o Governo, mas para todos nós, a partir dos cantinhos em que nos movemos.

Clique aqui para ler mais.

Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 29 Julho , 2008, 14:08

LIBERDADE

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


Fernando Pessoa



Por sugestão de Marieke
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 29 Julho , 2008, 13:29

Encontrar-se em férias

"Entre muitos outros, este Verão oferece também encontros com a liberdade. Nomeadamente os que decorrem da realização dos Jogos Olímpicos num País que por ela espera, sobretudo a liberdade religiosa. E porque as conquistas do pódio acontecem com a fortaleza do esforço, do treino contínuo e do respeito por todos os concorrentes, também a organização das sociedades não podem permitir sinais de fraqueza que se fundamentam na proibição, no controle absoluto, na escravatura a qualquer preço. Nem por desporto!"
Paulo Rocha

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