de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 15 Agosto , 2007, 18:35
LEI DO TABACO FOI PUBLICADA
NO DIÁRIO DA REPÚBLICA
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A Lei do Tabaco já foi publicada no Diário da República, mas somente em 2008 se farão sentir os seus efeitos. Assim, o fumo passa a estar proibido em todos os espaços públicos, bem como nos restaurantes e zonas de diversão com mais de 100 metros quadrados, a não ser em lugares próprios.
Penso que a partir de agora os não fumadores ficarão protegidos pela lei, sendo certo que os fumadores não poderão deixar de respeitar quem não gosta do fumo. Resta saber se os proprietários dos restaurantes serão capazes de fazer cumprir o que está legislado ou se vão descobrir alguma maneira de lhe escapar. Claro que haverá possibilidades de criar espaços próprios para os fumadores, onde só entra quem quiser. Cá por mim, evito sempre salas e pessoas que me incomodam.
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 15 Agosto , 2007, 09:33
GOVERNO AUSENTE
NA HOMENAGEM AO ESCRITOR
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É público que o Governo não se fez representar nas cerimónias comemorativas do centenário do escritor multifacetado que foi Miguel Torga. Lá terá as suas razões, mas confesso que tenho dificuldades em entender este alheamento do Executivo. Vejo por aí homenagens e mais homenagens, muitas delas sem qualquer sentido. Mas a que foi programada para honrar a memória de um dos nossos maiores artistas das letras pátrias, tantas vezes apontado como um dos escritores portugueses mais dignos do Prémio Nobel da Literatura, merecia a participação pelo menos do Ministério da Cultura.
A minha perplexidade é tanto maior quanto é certo que Miguel Torga, não sendo um político alinhado com qualquer partido, sempre mostrou, no pós-25 de Abril, simpatia e cumplicidade com o PS. É verdade, contudo, que criticava tudo e todos, com aquela franqueza e alguma agressividade próprias de quem respirou os ares das penedias agrestes do Marão, mas até por isso devia o Governo estar presente, fundamentalmente por respeito a uma frontalidade que começa a ser rara entre nós.
Pode ser que, envergonhados mas reconhecendo que erraram, os nossos governantes acabem por avançar com qualquer iniciativa que possa apagar a asneira que fizeram.

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 15 Agosto , 2007, 09:24
Dogma da Fé católica, celebrado por todo o país, foi definido pelo Papa Pio XII a 1 de Novembro de 1950
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Assunção de Nossa Senhora.
André Gonçalves (1686-1762),
Palácio Nacional de Mafra




ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA AO CÉU

A Igreja Católica celebra hoje, dia 15, a Solenidade Litúrgica da Assunção da Virgem Maria ao Céu.
A Assunção é um dogma da Fé católica, definido por Pio XII a 1 de Novembro de 1950, mediante a Constituição apos-tólica “Magnificentissimus Deus”.
Neste documento, o Papa refere as relações entre a Imaculada Conceição e a Assunção, as petições recebidas para a definição dogmática, a consulta feita ao Episcopado, a doutrina concorde com o Magistério da Igreja. Resume os testemunhos da crença na Assunção, a devoção dos fiéis e o testemunho dos Santos Padres, dos teólogos escolásticos desde os primórdios, passando depois pelo período áureo e atingindo a escolástica posterior e os tempos modernos.
Pondera o fundamento escriturístico e a oportunidade da mesma, e logo pronuncia, declara e define ser dogma divinamente revelado que “a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.
Este foi o culminar dum processo de séculos, durante os quais toda a Igreja e todos os cristãos dedicaram à Virgem Maria uma especial devoção e uma crença nos seus privilégios, em ordem a ser a Mãe de Deus.
O Catecismo da Igreja Católica explica que "a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).
A Assunção de Maria ocorre imediatamente depois de terminar a sua vida mortal e não pode ser situada no fim dos tempos, como sucederá com todos os homens, mas tem de considerar-se como um evento que já ocorreu.
A glorificação celeste do corpo de Maria é o elemento essencial do dogma da Assunção. Ensina que a Virgem, ao terminar a sua vida neste mundo, foi elevada ao céu em corpo e alma, com todas as qualidades e dons próprios da alma dos bem-aventurados e com todas as qualidades e dotes próprios dos corpos gloriosos. Trata-se, pois, da glorificação de Maria, na sua alma e no seu corpo, quer a incorruptibilidade e a imortalidade lhe tenham sido concedidas sem morte prévia, quer depois da morte, mediante a ressurreição.
A importância desta solenidade litúrgica em Portugal, com festas populares um pouco por todo o país, é tal que ainda hoje a República Portuguesa a reconhece como dia feriado.
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Fonte: Ecclesia
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 15 Agosto , 2007, 09:04
OS PORTUGUESES RICOS
ESTÃO MAIS RICOS...
E OS POBRES MAIS POBRES
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A comunicação social divulgou ontem que os portugueses mais ricos estão a ficar ainda mais ricos. A lista que revela essa realidade mostra que as suas riquezas subiram, este ano, 35 por cento, em relação a 2006. É obra.
Nada tenho nada contra os ricos nem contra as suas fabulosas riquezas, desde que sejam legítimas e tenham como preocupação o respeito pela justiça de quem dá o seu suor e saber para que essas fortunas possam crescer. O mal está na realidade concreta. Segundo ouvi, enquanto os ricos portugueses vêem crescer os seus lucros, os pobres estão cada vez mais pobres. O problema está aqui. Mas como fazer para que haja mais justiça social? Confesso que não sei qual é o melhor caminho. Só sei que os nossos políticos, economistas, sociólogos e empresários não conseguem indicar pistas credíveis e indiscutíveis que estabeleçam princípios de mais justiça.
Diz o estudo que os 100 mais ricos valem 22,1 por cento do PIB (Produto Interno Bruto). Isto significa que uma centena de portugueses tem riqueza tão grande que nem podemos imaginar.
O Vaticano anunciou que o Papa se vai pronunciar sobre a ética neste mundo da globalização, através de uma encíclica. Será que os responsáveis pelas (in)justiças sociais o vão ouvir e seguir?

Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 15 Agosto , 2007, 08:53
A justiça social e a ética na época da globalização deverão ser os temas fortes da segunda encíclica de Bento XVI
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BENTO XVI PREPARA ENCÍCLICA
SOBRE GLOBALIZAÇÃO

Durante as sua férias, Bento XVI preparou uma encíclica que deverá enumerar "importantes critérios éticos" para os responsáveis das economias, anunciaram ontem várias meios de comunicação citando fontes do Vaticano.
No documento, o segundo do género de Bento XVI, são esperadas críticas, por exemplo, aos paraísos fiscais, encarados como socialmente injustos, acrescenta Ignazio Ingrao, da revista Panorama.
Outros observadores no Vaticano adiantam que o Papa irá defender uma regulação do comércio mundial e da economia a um nível que impeça maiores injustiças.
O documento servirá ainda para comemorar os 40 anos da Populorum Progressio (O Desenvolvimento dos Povos), a encíclica em que Paulo VI defendeu a melhoria das condições de vidas nos países pobres através da acção directa dos estados mais ricos.
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Fonte: EXPRESSO

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