de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 14 Março , 2007, 14:59


IMPORTA DAR
UMA DIMENSÃO MODERNA
À PALAVRA ESMOLA

"Tenho pena que nós, os cristãos, não tenhamos criado um grande Movimento Social Cristão (MSC)" - disse, ontem, ao Programa ECCLESIA, Acácio Catarino, consultor social e ex-presidente da Cáritas Portuguesa. Com um percurso longo na acção social, o entrevistado referiu que "é indispensável" que os cristãos vivam "intensamente" este período quaresmal e "assumam as responsabilidades nas suas actividades mas também influenciando as diferentes estruturas".
Neste caminho de preparação para a Páscoa, Acácio Catarino - ex-consultor para assuntos sociais do anterior Presidente da República - propõe a conversão - interior e exterior - para "ultrapassarmos este momento actual onde a economia não avança e verificamos graves problemas sociais". E acrescenta: "um convite a sermos mais justos e mais fraternos".
Se o Movimento Social Cristão nascer - "oxalá que sim" -; o ex-presidente da Cáritas Portuguesa garante que haverá "uma nova tomada de consciência dos problemas sociais, de motivação para a respectiva solução e apresentação de propostas". O que falta para tal acontecer? A resposta de Acácio Catarino rápida: "Muito e quase nada". E adianta: "Há milhares de cristãos envolvidos nas estruturas e uma doutrina fortíssima. Há milhares de instituições de acção social. Falta congregar esforços e avançar". Mas solta um desejo: "Seria desejável que fosse objecto de uma iniciativa forte, pela Conferência Episcopal Portuguesa ou organismos laicais.
Em relação aos sinais da Quaresma - Esmola, Jejum e Cinzas -, o consultor sublinhou que "importa dar uma dimensão moderna à palavra esmola". Só conhecendo os problemas sociais, "empenharmo-nos na sua solução e actuarmos junto das diferentes instituições é que surgem resultados positivos" porque "sozinhos não conseguimos resolver os problemas".
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 14 Março , 2007, 10:40
14 de Março




Faleceu, neste dia, José Pereira Tavares

Faleceu, em 14 de Março de 1983, em Aveiro, o Dr. José Pereira Tavares. Além de ter sido professor do liceu de Aveiro, também exerceu o cargo de reitor do mesmo estabelecimento de ensino, de 1940 a 1957.
Natural de Pinheiro da Bemposta, Oliveira de Azeméis, onde nasceu em 30 de Janeiro de 1887, veio a falecer na cidade dos canais, com a provecta idade de 96 anos, como refere monsenhor João Gaspar, no seu livro “Caminhar na Esperança”.
Lembro-me perfeitamente dele. Era, de facto, uma pessoa veneranda na cidade. No liceu de Aveiro, onde foi reitor, a sua figura suscitava respeito, tal era a força da sua personalidade.
O seu nome andava frequentemente associado à Língua Portuguesa, área em que era mestre competentíssimo. Mas ainda como cidadão merecia o respeito e a admiração de toda a gente, pela verticalidade do seu carácter e pela integridade do seu espírito.
Deu vida ao primeiro grupo cénico do liceu, dirigiu o Museu de Aveiro, fundou a revista Labor, foi um dinamizador de congressos do Ensino Liceal, promoveu celebrações centenárias de grandes vultos da nossa literatura, nomeadamente de Eça de Queirós, Gomes Leal e de Guerra Junqueiro, entre outros, lembra monsenhor João Gaspar.


Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 14 Março , 2007, 10:11

A TORREIRA CONTINUA BONITA
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Num dia de sol, como o de hoje, vá à Torreira, no concelho da Murtosa. Terra de pescadores e de veraneantes, por causa da Ria e do Mar, que garantem vida, quando garantem, a muita gente, a Torreira tem imagem belíssimas a perder de vista.
Apreciem a calma das águas e o colorido das embarcações dos pescadores...

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