de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 12 Janeiro , 2007, 21:15


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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 12 Janeiro , 2007, 11:58

SONDAGENS DÃO
VANTAGEM AO "SIM"
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Duas sondagens revelam que o "Sim" à despenalização da IVG voltaria a vencer nas intenções de voto, se o próximo referendo fosse hoje. Uma sondagem da Intercampus para o Público, TVI e Rádio Clube mostra apenas cerca de 29 por cento de intenções de voto no "Não", contra 60 por cento pelo “Sim”.
Os resultados ao questionário mostram, contudo, algumas das confusões existentes a propósito do referendo: embora a maioria defenda o "Sim" no referendo, são mais (45%) os que dizem não dever ser autorizado o aborto "quando a mãe não deseja ter um filho" do que os que acham que deveria ser autorizado (43%). Do total de votantes no "Sim", 24 por cento afirmou não dever o aborto ser autorizado nesta situação.
Outra sondagem publicada hoje no Correio da Manhã, realizada pela Aximage, indica que o “Sim” ganharia o referendo com 57 por cento contra o “Não”, que se ficaria pelo 34,9 por cento. Comparando com o último estudo realizado a 20 de Dezembro, a intenção de voto no “Sim” decresceu, de 61 para 57 por cento, enquanto a intenção de voto no "Não" aumentou de 26,7 para 34,9 por cento.
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Fonte: Ecclesia
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Nota: Penso que merece a pena acrescentar que sondagens são sondagens e valem o que valem. As sondagens não se enganaram já inúmeras vezes?
Por exemplo, no primeiro referendo sobre o aborto, o "NÃO", que nunca venceria, acabou por vencer. Agora podemos acreditar que estaremos em situação idêntica e que o "NÃO" acabará por ganhar, quando, na hora do voto, os eleitores pesarem bem no que poderá acontecer se ganhar o "SIM".
Isto de uma lei patrocinar um erro e a cultura da morte custa-me a aceitar. Não posso aceitar mesmo que um país, como o nosso, que foi o primeiro na Europa e quiçá no mundo a acabar com a pena de morte, venha a retroceder no tempo. Se vencer o "SIM", podemos estar no caminho da legalização da eutanásia... e depois, por que não?, na legalização de outros crimes quaisquer!
F.M.

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 12 Janeiro , 2007, 11:43



PEQUENAS LISTAS
DE COISAS


Fazer listas ou pequenos enunciados de propósitos é uma tendência comum e universal. Não há ninguém que não faça listas de coisas que quer fazer ou de compromissos que tem forçosamente que cumprir. Nesta altura do ano, acontece frequentemente estarmos mais disponíveis para olhar para a frente com um certo alcance e método e, por isso mesmo, esta é uma altura de fazer pequenas listas de coisas. Não falo das obrigatórias, mas de outras que, por serem mais íntimas, são mais transformadoras e nos podem levar mais longe. Falo de listas que nos permitem conhecer melhor os nossos recursos interiores, os nossos pontos fracos e fortes.
Falo de pequenos enunciados prospectivos, que nos ajudam a concentrar mais nos nossos projectos e, de alguma forma, exprimem os nossos desejos mais profundos.
Imagino que os mais cépticos não se entreguem facilmente a esta espécie de jogo mas, ainda assim, atrevo-me a sugerir algumas pistas de reflexão.
Os grandes especialistas em comportamento da actualidade são unânimes em considerar que a felicidade também é um acto de consciência. Ou seja, é a consciência do bem-estar num certo momento ou em determinada fase da vida que o transforma em felicidade. Por outro lado, a memória de tudo aquilo que nos faz felizes também multiplica a nossa felicidade. Nesta lógica, vale a pena fazer algumas listas.
Nem que seja para perceber que, afinal, temos muito mais do que achamos que temos.
Os especialistas aconselham algumas listas que passo a transcrever, com uma breve nota sobre cada uma delas.
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Veja as listas em "Correio do Vouga"

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 12 Janeiro , 2007, 11:26
CLIQUE em www.jazzportugal.ua.pt
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A HISTÓRIA DO JAZZ NA WEB
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Em apenas um ano, o Portal de Jazz Portugal marca pontos. Iniciado pelo docente do Departamento de Comunicação e Arte da UA e crítico de Jazz, José Duarte, e desenvolvido pelo Centro Multimédia e Ensino à Distância (CEMED) conquistou cerca de 50 mil visitantes e mais de 3500 subscritores, dos mais variados pontos do globo. " www.jazzportugal.ua.pt é um sítio onde há swing." Vá conhecê-lo.
O site www.jazzportugal.ua.pt surgiu a 21 de Fevereiro de 2006, pela mão de José Duarte, seu coordenador. O suporte técnico, concepção gráfica e o desenvolvimento ficaram a cargo do CEMED da Universidade de Aveiro. Com imagem renovada, o sítio expande um trabalho de divulgação do Jazz, iniciado em 1997, num noutro endereço.
«Uma luta corajosa para a divulgação do jazz neste país. É o único e conceituado sítio para o jazz em Portugal – outra vitória do jazz!», é deste modo que José Duarte apresenta o
www.jazzportugal.ua.pt
O sítio, que vem conhecendo um crescimento significativo, registou em 2005, 5351 visitantes únicos, 48 215, no ano de 2006, que contabilizou ainda cerca de 600 mil páginas visualizadas e, este ano, conta já com mais de 3400 visitas diárias, de várias partes do globo.
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Leia mais em UA-ONLINE

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 12 Janeiro , 2007, 11:14
Palácio de Balmoral


AINDA A MESA…

Caríssimo/a:

Um dia, casal amigo convidou-nos para visitar um “garden center”. Inevitável pergunta:
- Would you want lunch?
O “yes” sai-nos espontâneo.
Quando, após a sopa, esperávamos algo mais, “aprendemos” que o almoço se resumia a isso mesmo: uma sopa e duas fatias de pão sobre as quais poderíamos espalhar “manteiga” ou “doce”.
E esta ementa, com ligeiras alterações nos vegetais da sopa, é universal: para todos, quer estejam a trabalhar ou simplesmente a passear. Se, por exemplo, visitarmos o palácio da residência de férias da família real, em Balmoral, no refeitório, que encontramos em tudo quanto é local de veraneio, a sopa que nos serviram foi especial: sopa a Balmoral (com o respectivo pãozinho com manteiga) …

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De manhã, cereais com leite; torradas…
Como em nossas casas; o célebre almoço britânico é cartaz turístico.

*
Refeição principal, onde a família se reúne, o jantar.
Servida cedo (para nós…), pelas seis, seis e meia, tem prato e sobremesa, normalmente fruta.
As crianças pelas sete horas estão na cama.
Os adultos, durante o serão, em frente da tv ou fazendo trabalhos ligeiros em casa, tomarão ainda uma refeição ligeira: copo de leite, uma ou outra sanduíche e fruta (vá lá, uma ou outra cervejita!).

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Exactamente, como no Continente, a generalização é perigosa e pode até ser tendenciosa, mas fica a certeza de que as diferenças são notórias, certamente pelo clima e pela situação geográfica.
Ao falar destes hábitos não pretendo fazer qualquer comparação e muito menos valoração. As coisas são como são; a nós é-nos permitida a compreensão e a aceitação numa troca de sorrisos que abra o coração.
Ainda hoje nos recordamos da primeira visita dos escoceses a nossa casa. Procuramos proporcionar-lhes pratos típicos, servidos à nossa maneira e às nossas horas. Foram muitos os olhares trocados quando, ao almoço, chegou a vez da caldeirada. Oh céus! O drama por que passaram: eles não conhecem espinhas nem ossos!
Logo ao jantar, com todo o esmero e toda a satisfação da nossa parte, brindámo-los com costeletas. E num sorriso de alma aberta e como mandam as regras, insistimos:
- vá lá: mais um bocadinho - só esta costeleta!

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Com a sobremesa e especialmente os doces, tudo bem: o que é doce nunca amargou!

Manuel

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