de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 05 Janeiro , 2007, 15:05



GAFANHAS DA NAZARÉ
E ENCARNAÇÃO
CUMPREM TRADIÇÃO
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As paróquias da Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação continuam, e bem, a cumprir a tradição. No domingo, dia 7, os Cortejos dos Reis vão animar as ruas daquelas cidade e vila, com os autos de Natal a mostrarem, sem cansar, uma tradição verdadeiramente popular.
Penso que este cunho popular é que garante a repetição, ano após ano, dos Cortejos dos Reis, em favor daquelas paróquias. O povo participa mesmo, quer na preparação dos autos e no ensaio dos cânticos, quer incorporando-se nos cortejos que percorrem as principais ruas das freguesias. E depois, claro, no leilão dos presentes.
Confesso que gosto de ver esta movimentação em torno do Cortejo dos Reis. Não só porque dá vida a tradições com muitas décadas, mas também por unir as pessoas, contribuindo, assim, para a valorização das comunidades cristãs.
Felicito, pois, todos os que cultivam o gosto pela preservação das boas tradições dos nossos avoengos.
F.M.
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Foto do boletim "Viver em", da CMI


Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 05 Janeiro , 2007, 14:45


FUI VER O MAR
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Hoje tive saudades de ver o mar. Numa fugida, fui à boca da Barra para respirar o ar puro que ainda vem do oceano... Foram apenas uns minutos para apreciar a serenidade do mar, que o princípio de tarde, sem vento, proporciona. Outros por lá andavam também. Foi muito bom.
À boca da Barra há sempre barcos que entram e saem, normalmente guiados pelos pilotos.
Nesta foto, pode ver-se a lancha dos pilotos a acompanhar mais um barco que se dirige ao Porto de Aveiro.
Este gosto que tenho de ir ver o mar e barcos que entram e saem não é só meu. Há muita gente que nunca se cansa de admirar esta vida do Porto de Aveiro, com as suas valências comercial, industrial e pesca.
Recomendo a quem anda cansado que saia de casa para ver o mar calmo ou mais agitado. Um e outro emprestam-nos forças para derrubar o stresse.

Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 05 Janeiro , 2007, 11:52

A Filarmónica Gafanhense, constituída em 1836, é a mais antiga associação do concelho de Ílhavo. Nesta entrevista, Carlos Sarabando Bola, presidente da direcção, traça os objectivos da colectividade
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Filarmónica Gafanhense


FILARMÓNICA GAFANHENSE
DÁ MÚSICA DESDE 1836
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A Filarmónica Gafanhense é a mais antiga colectividade do concelho de Ílhavo. Depois de ter estado relativamente parada, regressou em força ao activo. Como tem sido estes últimos tempos?
Este último ano, 2006, foi um ano de arranque com uma perspectiva de cativar os jovens, de procurar ensinar a mais jovens a cultura musical e, ao mesmo tempo, dar-lhes condições para eles poderem apanhar mais gosto, incentivo e amor à causa que é a Filarmónica Gafanhense, para a desenvolver no seu todo. Uma banda filarmónica requer um número considerável de executantes.
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Neste momento, quantos músicos é que tem a Filarmónica Gafanhense?
Neste momento, já podemos contar com um número de sensivelmente 40 executantes. Em Março de 2006, quando iniciámos o mandato, propusemo-nos terminar o ano com 40 executantes, e conseguimos alcançar esse objectivo. Agora, vamos procurar alcançar o maior número possível de músicos. Temos mais quatro que estão a aprender o solfejo e o instrumento que eles mais gostam, para os podermos integrar na banda.
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Qual a percentagem de músicos jovens?
Cerca de cinquenta por cento dos executantes têm entre 9 e 17 anos de idade, o que nos dá uma satisfação muito grande, embora também nos dê uma responsabilidade maior. Para podermos contar com eles, temos que dar-lhes melhores condições, mas também devemos exigir mais deles, na medida em que cada um deles quer fazer mais por si.
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Leia mais em Diário de Aveiro
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Um trabalho do jornalista Cardoso Ferreira

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