de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 15 Fevereiro , 2008, 12:29
A comunicação social tem multiplicado as notícias sobre as ilegalidades cometidas pela administração do BCP. As autoridades do Estado, que tutelam o sector, já divulgaram algumas dessas ilegalidades. Ainda não se viu, nem ouviu, qualquer membro dessa administração a negar as irregularidades apontadas. Dá a impressão que não se passa nada.
Se um simples funcionário, deste ou doutro banco, ou um modesto cliente de um qualquer banco protagonizassem qualquer falha que prejudicasse uma entidade bancária, onde é que eles já estariam?
É isto que revolta o comum do cidadão. Como é que se pode acreditar que a Justiça portuguesa é igualzinha para toda a gente? Eu ainda quero acreditar que é, mas qualquer dia começo a ter a certeza de que não. E tenho pena que isso aconteça porque, se a Justiça não é justa e igual para todos, onde é que o Estado de Direito vai parar?

FM
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Anónimo a 15 de Fevereiro de 2008 às 15:20
A maxima a apresentar aqui, é a inversa:
"Os que precisam aos que podem"
Ou, os cães grandes nunca se mordem uns aos outros.
È a democracia que temos, mas ainda tenho esperança na justiça.
Angelo

Anónimo a 15 de Fevereiro de 2008 às 21:27
Eu também tenho, mas já começo a duvidar.

J.P.

joão marçal a 16 de Fevereiro de 2008 às 04:02
A justiça serve para condenar os débeis e fracos que caiem nas suas teias. Quando os fortes e poderosos
são apanhados mudam-se as leis ou a sua interpretação. É ao que temos assistido. Alguma justiça que ainda existe pervalece no relacionamento dos simples através do respeito mútuo que as tradições lhe incutiram. O resto é selva.

Sentidos pêsames

JM

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