de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Sábado, 13 Março , 2010, 13:51

Será que têm postura de Estado?

 

 

Não costumo meter-me na política partidária pela simples razão de que não tenho temperamento para isso. Sou independente, mas não indiferente.
A posição dos nossos partidos políticos tende a degradar-se. No princípio da nossa democracia, olhávamos para os dirigentes partidários com respeito e admiração, porque se apresentavam ou tinham postura de Estado. Eras personalidades maduras nas convicções, nas ideias e projectos que propunham, na condução proficiente dos militantes, na atenção com  que se  impunham ao comum das pessoas.
Para não perder mais tempo, veja-se o que se passa com os líderes partidários actuais: uns não oferecem garantias pela demagogia que os enforma, outros mostram debilidades culturais e sensibilidades estranhas e outros não passam de aprendizes de feiticeiros.
Vamos agora olhar para os candidatos à chefia do PPD/PSD (como Santana Lopes diz, para afirmar o tempo de Sá Carneiro). Será que algum deles tem postura de homem de Estado que possa merecer atenção e respeito dos portugueses? Será que algum deles tem capacidade para nos levar a sair da situação de crise em que nos encontramos? Pelos vistos, não. Tanto assim que as últimas sondagens dão a vitória a Sócrates, apesar de tantos ataques, justos ou injustos, que lhe são feitos.
 
FM
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