de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 18 Maio , 2010, 11:37

As sandálias do Pescador

 

José Tolentino Mendonça

 

 

A propósito da visita Apostólica de Bento XVI ao nosso país, têm-se multiplicado as tentativas de traçar um perfil do Papa partindo das singularidade do seu carácter ou da sua biografia. “Como definir o Papa Ratzinger?”, parece ser a preocupação dominante. E não falta quem sublinhe o seu brilhante passado académico, o seu estatuto intelectual reconhecido, o timbre germânico do seu temperamento ou até a timidez afável do seu sorriso. É claro que tudo isso tem importância para perceber o Pastor que nos visita, mas também é necessário dizer que essa informação é, no fundo, completamente irrelevante.

 

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 28 Abril , 2010, 13:58

“O melhor de Portugal não abre os noticiários, mas existe. Nas escolas, nas instituições de saúde, nas IPSS, onde há abnegações quotidianas e vontades que não esmorecem perante as dificuldades.”

 

 

Presidente da República entrega prémio a D. Manuel Clemente
D. Manuel Clemente com Francisco Pinto Balsemão
Leia mais aqui
NOTA: Não posso nem deve esconder que admiro muito D. Manuel Clemente: pela sua cultura, pela simplicidade com que nos transmite a história da Igreja católica e não só, pelo sentido pedagógico que imprime às suas palavras, pela verdade com que enfrenta o quotidiano da nova evangelização, pela facilidade com que dialoga com todos, pela disponibilidade para servir Os meus parabéns pelo Prémio merecido.
FM 

 

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 23 Abril , 2010, 11:24

 

Pessoas, instituições e estruturas

 

António Marcelino

 

 

«Nota-se por aí uma certa nostalgia da concepção vertical. A ser verdade, isso significa um regresso ao clericalismo, já esconjurado pelo Vaticano II.

 Há que denunciar e contrariar esta tendência, onde ela se verificar.
O pensamento único, em coisas de livre e enriquecedora opinião, é próprio de donos e patrões. Hoje até estes, se forem lúcidos, não dispensam a opinião dos seus colaboradores.
A Igreja não é propriedade de ninguém. Ela é, no tempo, o próprio Cristo ao serviço das pessoas e da sociedade. Esta a imagem esperada de todos os seus membros em tudo da sua vida e acção, mormente dos mais responsáveis. Para a Igreja, são as pessoas a sua grande preocupação. Nelas reside a maior dignidade e delas se espera a melhor colaboração.»

 

 

 

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 23 Abril , 2010, 09:34

 

 

 

O Diário de Notícias publica um texto em que revela que o Santo Padre vem encontrar menos católicos na visita de Maio. Os dados, já agendados para publicar hoje no meu blogue, assim o dizem. Não me surpreendem, pela simples razão de que, nos dias que correm, as opções de cada um são mais livres, mais conscientes, mais consistentes.

Já lá vai o tempo em que todos se declaravam, rotineiramente, católicos, apostólicos, romanos. Nos recenseamentos gerais da população era norma pôr-se a cruzinha na opção religiosa, mesmo que isso representasse apenas a assunção dos princípios cristãos no dia-a-dia. E era verdade. E é verdade.

Vivemos numa sociedade marcadamente cristã, onde as normas de vida são, em geral, de matriz evangélica. Mesmo que muitos digam, em altos berros, que não querem nada com o cristianismo. Puro engano. Directa ou indirectamente, o nosso cordão umbilical ligou-nos à mensagem de Jesus Cristo.

 

Estou agora a lembrar-me de um amigo ateu (está no seu direito) que foi, após a morte da mãe, pedir a um padre que celebrasse umas missas por alma dela.

— Mas tu acreditas nisso? Tu não és ateu?

— Deixe-se de conversas; reze mas é as missas — ripostou o meu amigo.

 

FM

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 18 Abril , 2010, 23:23

 

A minha prima Rosa
.

Há momentos difíceis na vida. A partida de alguém muito querido é sempre um motivo de grande dor. E quando esse alguém é uma pessoa que nos marcou na vida, pela sua bondade pura e generosidade sem limites, então a dor é muito maior.

A minha prima Rosa Salsa era uma amiga muito próxima, apesar da diferença de idades, e ocupava um lugar especial no meu coração. Confidente que me ouvia e aconselhava nas horas mais difíceis e comigo ria nas horas de felicidade.

Mulher de fé profunda oferecia a quem a ouvia palavras de esperança alicerçadas na Boa Nova de Jesus Cristo. A sua vida era uma oração fervorosa e permanente, convicta de que com ela dava um precioso contributo para um mundo melhor.

Tentou ser freira, mas acabou por desistir. Porém, manteve permanentemente o espírito de doação aos outros, que acompanhava com um sorriso que os seus amigos, que eram quantos com ela conviviam, jamais esquecerão.

A minha prima Rosa Salsa escrevia com muita sensibilidade. As cartas que nos remetia deixavam transparecer uma grande alma. Uma alma de afectos e de bem.

Um amigo comum disse-me um dia que as cartas que a Rosa enviava a sua esposa, eram sofregamente lidas por ele, mesmo antes da destinatária. Traziam qualquer coisa de simples e belo, garantiu-me.

A minha prima gostava muito de ler quando era mais nova. E quando chegava a qualquer palavra que desconhecia apressava-se a escrevê-la num caderno, para depois consultar um dicionário, que não possuía. E quando fez um exame, a sua redacção foi copiada pelos membros do júri, tão bonito estava o seu escrito.

A Rosa Salsa está no seio de Deus, gozando a felicidade tão desejada pela sua fé. Por isso, a tristeza que a sua partida sem regresso suscita em nós tem de ser estímulo para sermos dignos da fé e da bondade que ela nos legou.

 

 

Fernando Martins

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 17 Abril , 2010, 10:52

Cineasta português vai estar diante de Bento XVI no encontro

com o mundo da cultura e abordará questão da fé e das artes

 

 

“É inquietante aceitar

a existência de Deus como negá-la”

 

 

 

Manoel de Oliveira já escreveu o discurso que vai dirigir a Bento XVI no próximo dia 12 de Maio, no Centro Cultural de Belém, no qual aborda a

 questão “da fé e das artes”.

 O cineasta português foi a personalidade escolhida para falar ao Papa em nome dos agentes da cultura, num encontro em que também intervém o próprio Bento XVI, para além de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto e presidente da Comissão episcopal responsável por esta área.

Manoel de Oliveira não entende este discurso como um “prémio”, mas reconhece que ficou “surpreendido” com o convite que lhe foi dirigido.

 A poucos meses de completar 102 anos de idade, o realizador já foi galardoado em vários pontos do globo pela sua obra na Sétima Arte. Ainda assim, a sua paixão e vocação pelo cinema “continua bem viva e vai-se confirmando”, como disse à Agência ECCLESIA.

 Estes mais de cem prémios são sinónimos de reconhecimento. Perdeu-lhes a conta, mas recorda aquele que recebeu de João Paulo II.

 “Foi um Papa excepcional”, afirma.

 Manoel de Oliveira compara o percurso dos dois últimos Papas: “Este (Bento XVI, ndr) é talvez mais culto, o outro tinha um sentido religioso e humano notável”. João Paulo II “até pediu perdão pelos erros cometidos pelo catolicismo”, acrescenta.

 Depois de afirmar que “Deus é único”, o cineasta deixa lugar à dúvida: “Se é que existe”. “Já S. Paulo o fazia, quando disse: «Se Cristo não ressuscitou, toda a nossa fé é vã»”, justifica.

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 18:48

Gente maculada e amachucada para toda a vida

 

António Marcelino

 

Dizia-me uma vez um Ministro da Justiça a quem eu perguntava como agir em situações de manifesta injustiça para os que cumpriam os seus deveres cívicos, que teria eu de me habituar a ver que “a honestidade paga imposto” e que “os beneficiados pelo fisco são sempre os que o aldrabam”. Veio-me à mente esta conversa ao tomar consciência da desonestidade corrente, nomeadamente em certa comunicação social, para perceber porque cresce o número dos desonestos. À sombra de que não se é obrigado a denunciar as fontes de informação, informa-se sem fontes ou sem se averiguar da seriedade das mesmas. Uma vergonha o que se está passando entre nós.

Há gente maculada e amachucada para toda a vida pela irresponsabilidade informativa. E desculpas não curam chagas.

Devemos à comunicação social a descoberta de muitas vergonhas que era preciso denunciar. Mas esta verificação não desculpa quem acha que vale tudo, mormente se está em mente vender papel ou conquistar publicidade em virtude das audiências.

A comunicação social é uma arma perigosa. Não pode andar por mãos irresponsáveis.

Na política, na religião, no futebol, os casos aumentam. Uma desconfiança ainda não provada logo gera um arguido, um culpado, um criminoso a abater.

Será que os fazedores de leis ainda não se aperceberem disto? Ou será que o clima de anarquia ética traz vantagens a alguém?

 

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Abril , 2010, 18:29

 

 

Luís Miguel Cintra fala de "Miserere"

e da dimensão espiritual no teatro

 

 

 

 “Eu, como encenador de um texto alheio, estou também a querer dizer qualquer coisa”, escreve Luís Miguel Cintra sobre “Miserere”, espectáculo que estreia a 15 de Abril no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

"A sua qualidade literária é imensa, alguns dos seus versos são dos mais belos versos escritos em língua Portuguesa e é provavelmente aí que reside a sua resistência ao tempo e o que nele continua a atrair-nos. Retirá-lo do seu contexto religioso e, 500 anos depois, representá-lo num palco em contexto profano é uma violência e um risco", refere o texto de apresentação.

Nesta peça, a Alma é livre e responsável e joga o seu destino sob os nossos olhos, e daí a profundeza humana das cenas.

“Miserere” - palavra com que começa o Salmo 51 na Vulgata, uma das traduções latinas da Bíblia - é interpretado por Dinis Gomes, Duarte Guimarães, João Grosso, José Airosa, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Ricardo Aibéo, Rita Blanco, Sofia Marques e Vítor d´Andrade.

Em entrevista à Pastoral da Cultura, o encenador, actor e autor desta colagem de obras de Gil Vicente fala do Deus em que acredita, da relação com o público e da dimensão espiritual do teatro. E mais...

 

Ver entrevista aqui

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 12 Abril , 2010, 10:00

 

 

Em entrevista ao Expresso, o actor Miguel Guilherme fala da «inversão total» operada na sua perspectiva face a Deus e ao religioso e do «processo longo» que o levou a querer receber o sacramento da Confirmação o ano passado.

 

«Entretanto, a vida ainda lhe reservava surpresas. E, numa fase particularmente difícil, com mais de 40 anos, Miguel dá por si a rezar. Pensou que era normal. Uma atitude de desespero.

 

Mas depois pôs-se a pensar. “Será que é só isto? O facto de pensar levou-me a questionar essa racionalidade e a perguntar-me o que seria a fé. Descobri que pode ser muita coisa e que as pessoas chegam a esse caminho de maneiras muito diferentes. Eu ainda não cheguei lá, mas há qualquer coisa que me levou a acreditar, com grandes momentos de dúvida todos os dias, claro. Houve uma altura em que pensava que era ridículo imaginar que o Homem e o Universo foram criados por um deus. Hoje em dia acho que é ridículo pensar o contrário. Foi uma inversão total. Depois houve uma espécie de rebeldia relativamente à maneira como a sociedade está virada para o consumo, os novos deuses. Estes caminhos são sempre tortuosos e alegres ao mesmo tempo. Foi um processo longo. Quando falei um bocadinho mais certo, falei com dois padres jesuítas, fiz um retiro de silêncio de quatro dias e acabei por fazer o crisma no ano passado.”

 

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 10 Abril , 2010, 09:47

A lei do celibato obrigatório

 

Anselmo Borges

 

 

 

 

 

Dizia-me há dias um colega historiador que a lei do celibato obrigatório para os padres fez mais mal à Igreja e aos homens e mulheres do que bem. E eu estou com ele.

 

Jesus foi celibatário como também São Paulo. Mas foram-no por opção livre, para entregar-se inteiramente a uma causa, a causa de Deus, que é a causa dos seres humanos na dignidade livre e na liberdade com dignidade. Mas nem Jesus nem Paulo exigiram o celibato a ninguém. Jesus disse expressamente que alguns eram celibatários livremente por causa do Reino de Deus. E São Paulo escreveu na Primeira Carta aos Coríntios que permanecer celibatário é um carisma, e, por isso, "para evitar o perigo de imoralidade, cada homem tenha a sua mulher e cada mulher, o seu marido". Há a certeza de que pelo menos alguns apóstolos eram casados, incluindo São Pedro. Na Primeira Carta a Timóteo lê-se: "O bispo deve ser homem de uma só mulher."

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 04 Abril , 2010, 05:32

 

 

 

 

O RESSUSCITADO, FONTE DE VIDA NOVA

 

 Georgino Rocha

 

A Páscoa cristã está cheia de gestos, símbolos e ritos, que traduzem em linguagem de iniciados a novidade que acontece a Jesus de Nazaré com a sua ressurreição e, a partir d'Ele, a cada um dos seus discípulos. Também toda a humanidade beneficia, a seu modo, desta maravilha em expansão no universo.

 

A Ele me dirijo, especialmente hoje, porque nos garante que há um futuro feliz para todos, que a vida tem sentido, que vale a pena ser fiel a causas nobres e que a semente do amanhã está contida no presente.

 

N'Ele, a fé pascal encontra apoio firme, luz progressiva, força revigorante e paz justa; vence velhos temores e cobardias tantas vezes silenciadas.

Com Ele, a esperança humana não se confunde com optimismos ingénuos nem com sucessos fáceis, não brota do triunfo efémero nem do fracasso duradoiro; mas é fruto da adesão afectiva ao seu Evangelho e da parceria solidária com o seu projecto de salvação.

Por Ele, o coração abre-se ao amor de doação, capaz de perdoar a todos e em todas as circunstâncias, de abraçar com entusiasmo e sem discriminação os feridos da vida, as vítimas das injustiças, os sentenciados de leis iníquas.

 

N'Ele, os que lutam por causas dignas encontram um modelo, os que sofrem perseguição um guia e os que morrem um Amigo que sabe compreender, acolher e fazer festa.

Com Ele, o mundo deixa de ser teatro de alguns e faz-se companheiro de todos, as coisas recuperam a sua beleza e funcionalidade, a pessoa humana descobre os horizontes da sua vocação e missão.

Por Ele, tudo quanto de bom se faz na terra comporta gérmenes de eternidade e são abençoados o amor e a amizade, o trabalho e o progresso.

 

Jesus crucificado é agora o ressuscitado. Por Ele, com Ele e n'Ele, a história encontra o sentido pleno, a vida abre-se a novas e definitivas dimensões, a humanidade reencontra a sua vocação e missão originais. A verdade de Cristo alicerça a base da nossa liberdade e faz-nos antever, com confiança, o futuro que nos espera e que, desde já, vamos construindo com as nossas opções.

 

 

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 03 Abril , 2010, 12:20
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A cruz do mundo

 

Anselmo Borges

 

 

Se me não engano, foi Pinheiro de Azevedo quem, em 1976, instituiu o feriado de Sexta-Feira Santa. Penso que é um dos dias que mais fundo calam no coração dos portugueses. Sempre me admirou o facto de, perante a imagem de Jesus crucificado - queiramos ou não, é uma imagem de horror -, mesmo as crianças não entrarem em sobressalto emocional negativo. A partir do que sempre lhes foi ensinado, interiorizaram que ali está o amor. Jesus morreu como testemunha da verdade e do amor.

Um número incontável de homens e mulheres, nos 2000 anos de cristianismo, olharam para aquele crucificado e, no meio do seu sofrimento e angústia, nos becos sem saída da vida, perante os horrores brutos do mundo e da existência, receberam luz, esperança, alívio, inspiração.

 

In DN

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 01 Abril , 2010, 23:09

 

 

 

 

“Tudo é possível a quem crê”

 

 

«Foi este o lema da caminhada quaresmal que queremos prosseguir no tempo pascal com energia redobrada. Por isso, continuamos a seguir os passos de Jesus, agora nas suas aparições aos discípulos.
Estas aparições são encontros exemplares de quem acaba de viver uma tragédia de morte e desilusão, que se transforma em fonte de vida, força de convocação e raiz de esperança.
Esta é a novidade gerada pelo Senhor ressuscitado no coração daqueles que fizeram a experiência de O ver glorificado. A partir de então, tudo é visto, apreciado e valorado de acordo com novos critérios: a razão humana como a aliada natural da fé, o amor conjugal como a relação normal entre homem e mulher, a verdade como força que liberta, a confiança como atitude estruturante da vida em sociedade, a solidariedade como expressão da responsabilidade de todos por cada um.»

 

 

Ler toda a Mensagem aqui 

 

 

 

 

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 29 Março , 2010, 08:54

 

 

Celebração e festa para repetir

 

No sábado, 27, participaram  na eucaristia das 17 horas do Santuário de Schoenstatt  120 antigos catequistas da paróquia da Gafanha da Nazaré. A ideia nasceu com a Fernanda Matias, uma catequista que jamais deixará de o ser, com imensas histórias que frequentemente evoca vividas durante décadas dedicadas à missão catequética.

Depois da missa, presidida pelo Padre Carlos Alberto, dos Padres de Schoenstatt e antigo catequista, ladeado por dois diáconos permanentes que também ofereceram o seu contributo na catequese de crianças, jovens e adultos, Emanuel Caçoilo e Fernando Martins, seguiu-se o encontro com jantar e convívio.

 

 

A alegria sentida por tantos que já não se viam há muito esteve patente nos rostos e nas almas de todos. Recordações  foram partilhadas, contando-se com a mais-valia de fotografias que ajudaram à festa, enquanto mostraram como o tempo passa tão depressa.

Comovente foi a forma como os catequistas lembraram outros catequistas, também presentes e alguns que já nos deixaram, que os iniciaram na educação da fé e na necessidade de a transmitir aos mais novos.

O Padre Carlos Alberto congratulou-se com o evento e recordou, com oportunidade, que o catequista tem a obrigação de continuar, na escola da vida, a exercer a sua missão  de transmissor da Boa Nova de Jesus Cristo.

Certo é que, no final e durante as apresentações, todos manifestaram o desejo de periodicamente se repetir o convívio, que foi, afinal, uma festa.

 

 

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 19 Março , 2010, 16:32

 

 

Intervenção de Alberto Vaz da Silva na mesa-redonda «Deus: questão para Crentes e não-Crentes, organizada pela comunidade da Capela do Rato (Lisboa)

 

 

 

É preciso olhar para os episódios da Bíblia como se fossem experiências vividas por nós, e não experiências que se passaram há séculos, que já ouvimos descrever 50 vezes. Cada pessoa tem uma filha de Jairo, um paraplégico, um cego de nascença dentro de si própria. Em vez de palavras sábias e filosóficas, temos de pensar em imagens.

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