de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 28 Fevereiro , 2010, 15:16

 

Rolas. Foto de Carlos Duarte

 

Pelo jeito, é um casal de rolas. Macho, mais emproado, e fêmea, mais tímida. O que os prende ali? Hora de descanso em tarde invernosa? Pensativos quanto ao futuro? Filhos que desapareceram? Temerosos pelas tempestades anunciadas? Fome? Sonhos de uma primavera que tarda em chegar? Terão avistado caçadores? Algum milhafre à vista? Que será? Quem dá uma ajuda?

 

FM

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 21:22


Papa lança alerta contra os flagelos da pobreza
e da fome e da destruição do ambiente


Bento XVI apelou esta Segunda-feira à defesa do ambiente e ao desarmamento nuclear, num encontro com o corpo diplomático acreditado no Vaticano, assinalando o início de um novo ano.

O Papa apresentou um retrato preocupante do mundo, com referência a “graves violências”, associadas aos “flagelos da pobreza e da fome e também às catástrofes naturais e à destruição do ambiente”.
Em particular, condenou as “resistências de ordem económica e política na luta contra a degradação do ambiente”, lembrando o fracasso da recente Cimeira de Copenhaga sobre as alterações climáticas.
Neste contexto, Bento XVI deixou votos de que “no decurso deste ano, primeiro em Bona e depois no México, seja possível chegar a um acordo para enfrentar de maneira eficaz esta questão”.
“Trata-se de uma aposta tanto mais importante quanto em jogo está o próprio destino de algumas nações, nomeadamente alguns Estados insulares”, precisou.
O Papa afirmou que “a negação de Deus desfigura a liberdade da pessoa humana, mas devasta também a criação” e que “daqui resulta que a salvaguarda da criação não visa tanto responder a uma exigência estética, como sobretudo a uma exigência moral".
Na linha de várias outras intervenções proferidas nos últimos meses, Bento XVI pediu que “esta atenção e este empenho pelo ambiente apareçam devidamente ordenados no conjunto dos grandes desafios que se colocam à humanidade” e criticou o “açambarcamento por alguns dos bens destinados a todos”.

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 18 Outubro , 2009, 13:26


A natureza, com toda a riqueza que encerra, clama pela nossa atenção. Passamos a correr, é certo, mas se ao menos olharmos à volta damos conta de caprichos dignos de admiração. Vejam só as voltas que o arbusto deu para encontar cama para se deitar. E depois, acordando, procurou a luz que dá viço à vida.
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 11:00

“A terra não nos pertence. Esta noção fundamental é-nos lembrada pelos ecologistas. Deixando de lado todos os fenómenos espúrios, considero que esta nova atenção consagrada ao ambiente é um acontecimento capital para a história da Humanidade.”

Abbé Pierre


In Testamento
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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 11:03

A Natureza é sempre uma opção
viável e até necessária

Em tempo de crise ou de progresso, o encontro com a Natureza é sempre uma opção viável e até necessária. Viável, porque, em princípio, não implica grandes despesas; necessária, porque nos oferece uma infinidade de sensações e emoções que nos ficam para a vida.
Quem há por aí que possa ficar indiferente à beleza das paisagens, aos tons da vegetação, aos sons da brisa que nos refresca a face, às cores ímpares de um pôr do sol, à suavidade das borboletas que pousam nas flores, à cadência das ondas do mar ou aos espelhos da nossa laguna?
Por tudo isso, e pelo muito que fica por dizer, proponho hoje que aproveitemos as férias para cirandarmos pela nossa região, tentando ver e sentir o que a natureza, na sua pureza, ainda nos reserva. Passeando pela ria, usufruindo da mata da Gafanha, descansando à sombra de uma árvore, de preferência com um frugal farnel, que recorde os tempos dos nossos avós.
Tratemos dos nossos jardins, visitemos outros de vizinhos e amigos, ou mesmo os públicos, por onde, normalmente, passamos a correr. Visitemos os parques de lazer e saibamos olhar o céu estrelado em noite de calmaria, alimentando conversas que em dias de trabalho nem tempo temos para manter.
A Natureza é sempre, se quisermos, uma inesgotável fonte de reflexão e uma riqueza permanente para o despertar dos nossos sentidos, face à beleza que dela emana. As cores, as formas, os sons e o casamento perene entre terra e céu aí estão à nossa discrição, como dádiva de Deus a não perder. Nas férias e fora delas.

Fernando Martins
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 14 Junho , 2009, 12:21
Sinal inquestionável de bom gosto
:
Gosto muito de apreciar varandas floridas. Por norma, quem passa olha e volta a olhar. Na Figueira da Foz, como em muitas outras terras, há esse bom gosto. O ar florido é inquestionavelmente visto como sinal de amor à vida campestre. Dizem que flores em casa traduz o prazer e a necessidade de se ter a natureza por perto. Quem diz isto tem razão. Daí o facto de os urbanos ornamentarem as suas casas e varandas com plantas e flores. Cultive-se, então, esse amor à mãe-natureza.
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 04 Setembro , 2008, 10:27
Praia do Areão

O prémio está relacionado com a transplantação, por cerca de 130 jovens, de estorno na praia do Areão
Promovida pelo Núcleo de Ambiente do Colégio Nossa Senhora da Apresentação (Calvão), a actividade relacionada com a protecção dos sistemas dunares, popularmente conhecida por “reflorestação dunar”, acaba de ser distinguida pela FAPAS – Fundo para a Protecção de Animais Selvagens.
Leia o texto de Eduardo Jaques no Diário de Aveiro
NOTA: Só para dizer que os jovens, quando estimulados, são sempre capazes de grandes projectos. Para além da diversão e do estudo, podem dar um contributo importante ao ambiente e à sociedade, como estes o demonstraram. Parabéns.
FM
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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 23 Junho , 2008, 23:32

De “Olhos na Floresta” destina-se a jovens voluntários que estejam disponíveis para percorrer circuitos fechados predefinidos de Buga pelas Freguesias de Eirol, Nossa Senhora de Fátima, Oliveirinha e Requeixo para procederem a acções de vigilância móvel que iniciam já no próximo dia 2 de Julho.
Esta é uma acção pedagógica de grande interesse social. Começa em 2 de Julho, altura de fogos na floresta. Os jovens envolvidos neste projecto vão ter uma boa oportunidade de conhecer recantos menos vistos pela nossa juventude, em especial a que vive na cidade, entre as aulas e os pontos de encontro mais ligados à diversão.
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 11 Junho , 2008, 14:10



(Clicar nas fotos para ampliar)

Ontem andei a desfrutar os ares puros e o silêncio da Serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz, com mar à visto. Que tarde maravilhosa, de tempo ameno, sobretudo no vale por onde me quedei, por entre árvores e ervas. E no meio delas brotavam flores silvestres de cheiros que me envolviam e me transportavam aos tempos em que, menino, era capaz de dormir uma soneca no meio da seara, com vento a passar-me por cima.
Ali, olhando os pinheiros, uns altos e velhos, e outros mais rasteiros e ramosos, com arbustos à mistura e aves que passam e repassam, dei comigo a olhar a paisagem virgem, por onde correm carros cheios de gente de olhos fechados ou indiferentes.
A Serra da Boa Viagem, um ex-libris da Figueira da Foz, de tantas e tão grandes tradições de um cosmopolitismo que já faz parte da história, ou não se tivesse, há muito, democratizado a sua praia, de areais amplos e finos, continua a ser uma extensa área a necessitar de mais divulgação, para um maior usufruto.
Pois ontem andei por lá. E de lá voltei com vontade de ficar na paz que ali senti. Até breve, Serra da Boa Viagem.
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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 09 Junho , 2008, 21:34
(Clicar na foto para ampliar)
Finalmente chegou o calor que aquece o corpo e a alma. Tardou mas já deu para perceber que mais dia menos dia virá de vez. Para um Verão quente e acolhedor que todos esperamos. E quando isso acontecer, a sério, o verde será sempre reconfortante.
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 05 Junho , 2008, 12:55

Natureza: beleza de Deus!


Celebra-se, hoje, o 36º Dia Mundial do Ambiente, por resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 15 de Dezembro de 1972, que designou o dia 5 de Junho, de cada ano, como dia para a sensibilização da população do planeta Terra para os enormes desafios que se colocam à sua preservação, bem como à dos seus cidadãos e à valorização e protecção que estes têm que fazer desta casa comum onde habitam.
As principais comemorações internacionais do Dia Mundial do Ambiente, deste ano de 2008, realizar-se-ão em Wellington, na Nova Zelândia e o slogan adoptado é “Kick the Habit! Towards a Low Carbon Economy” (Muda o hábito! Para uma economia com baixos níveis de carbono).
Reconhecendo que as alterações climáticas constituem actualmente uma das grandes preocupações ambientais, o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA) pede que os países, empresas e comunidades reduzam a emissão dos gases com efeito de estufa, sublinhando que todos nós podemos optar por fazer parte da solução, consumindo menos energia e fazendo opções mais ecológicas no nosso quotidiano.
A partir de meados do século XX, o meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo. Contudo, ainda no século XIX, um biólogo alemão, de nome Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia.
Celebrado de várias maneiras (paradas, concertos, competições, ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), nesta data, muitos são os responsáveis políticos que fazem as declarações habituais, através das quais se comprometem a tomar conta da Terra. Se é verdade que muitas promessas têm sido feitas, com o intuito de se conseguir que a vida seja sustentável e tenha qualidade no planeta, não é menos verdade que os resultados práticos têm ficado muito aquém das intenções proclamadas e do que a realidade exige.
Aprender a consumir menos do que aquilo de que realmente necessitamos, ter hábitos de poupança energética (caso das lâmpadas economizadoras), andar menos de carro, poupar água, comprar aparelhos electrodomésticos de baixo consumo, separar o lixo doméstico, isolar os nossos lares do frio e do calor, entre muitos outros hábitos pessoais, alguns deles diários, são medidas da responsabilidade de cada cidadão, que as deve assumir de forma mais consciente.
Para além disto, existe todo um conjunto de inúmeros problemas e desafios que esperam, urgentemente, medidas estruturais e coordenadas, a nível mundial.
A poluição dos rios, dos mares, da atmosfera, as alterações climáticas, a desertificação de vastas áreas do planeta, o efeito estufa, a diminuição da biodiversidade, são apenas alguns dos assuntos que aguardam respostas e soluções de fundo, não só do ponto de vista técnico, mas, sobretudo político.
Portugal não está imune a este fenómeno global e, neste momento, cerca de um terço do país tem características climáticas e vegetação próprias das zonas áridas, sobretudo em algumas zonas no interior do território e no Sul do País.
Noutros países, principalmente no continente africano, o problema é mais grave, pois todos os anos morrem muitos milhares de pessoas só por causa da seca.
As Nações Unidas calculam que cerca de 135 milhões de pessoas estão em risco de abandonar áreas de território dos seus países, devido à aridez, à falta de condições para a agricultura e abastecimento de água.


Vítor Amorim
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 20 Maio , 2008, 12:10

O conceito de bom tempo é relativo. Os da cidade desejarão, permanentemente, um sol cheio de claridade; os do campo, por sua vez, sonham com chuva durante a noite e sol, quanto baste, durante o dia. Compreende-se. Mas do frio, acho que ninguém gosta.
Vem isto a propósito do reconhecimento dum tempo desagradável há já meio ano. Pois é verdade. De modo que precisamos muito do bom tempo, isto é, dum tempo, com sol e algum calor, que nos permita passear e dar uma voltinha pelos canais da nossa ria. Que S. Pedro nos oiça.
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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 07 Maio , 2008, 10:45

Há dias, ao passear na Barra, vi esta papoila numa zona de 'depósito de lixo' . Como para nós nada há mais belo que a natureza, aí vai esta flor. Assim me disse o meu amigo Carlos Duarte, quando me enviou a papoila. Aqui fica, meu caro, porque é sempre bom saborear a partilha.
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 06 Maio , 2008, 23:26

No meio da floresta de cimento, é possível encontrar uma janela aberta para o mundo. Ou um espelho onde se reflecte a paisagem natural. Essa, sim, com vida.
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Editado por Fernando Martins | Sábado, 26 Abril , 2008, 18:15

Hoje, o calorzinho encheu-me as medidas. Quase nem podia sair de casa, tão forte é ele. E alguém se me queixou, dizendo que estava insuportável. Respondi que assim é que está bem, desde que chova de quando em vez, de preferência à noite. À noite, para podermos usufruir da natureza acolhedora que nos envolve. E como a Net está a dormitar, decerto com o calor, dando-me cabo da cabeça, por aqui me fico com votos de bom fim-de-semana, se possível em espaços verdes, como este que vos ofereço.
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