de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 28 Março , 2010, 11:10

 

 

personalidade rica e multifacetada

 

 

“No seu lugar tem-se pretendido colocar um recitador de frases acacianas, emoldurado no ‘isolamento’ da Ajuda ou de Vale de Lobos, tão inofensivo como as cinzas que os turistas visitam no mausoléu dos Jerónimos”. Assim referiu António José Saraiva o incompreensível biombo de indiferença que tem escondido a personalidade rica e multifacetada de Alexandre Herculano (28.3.1810 – 13.9.1877), que é indubitavelmente uma das grandes e perenes referências da história cultural portuguesa.

 

 

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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 23 Fevereiro , 2010, 15:46

 

 

Hallelujah para  recordar o grande músico

 

 

 

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 01 Fevereiro , 2010, 18:54
D. Carlos e D. Luís



Neste dia, em 1908, no Terreiro do Paço, foram assassinados D. Carlos, rei de Portugal, e seu filho primogénito, D. Luís Filipe. Sucedeu a D. Carlos o seu segundo filho, D. Manuel II, último rei do nosso País. Com sangue, deram-se passos decisivos para a República.
Por princípio cristão e humanista, não aceito a pena de morte nem aplaudo assassinos. Houve e há quem o faça. Concordo com as revoluções, pela capacidades que elas têm ou podem ter de repor a justiça, abrindo portas a uma sociedade mais fraterna e mais humana, mas defendo que é possível tudo isso num clima predominantemente pacifista. Gandhi ensinou-nos isso.
Não acredito que possa ser possível, num ambiente democrático, voltar à Monarquia, mas creio que a República ainda não pôs de pé, entre nós, os propalados ideais republicanos, de liberdade, igualdade e fraternidade. Os ideais são inatingíveis, mas torna-se imperioso apostar na aproximação.
A morte de D. Carlos e de seu filho não dignificou a República nascente e penso até que, mais dia menos dia, um novo regime se poderia impor, numa Europa em mudança. Ainda há Monarquias, como toda a gente sabe, curiosamente em países democráticos e progressistas, onde as pessoas vivem em paz, sem guerras mesquinhas, como as que envolvem os Presidentes das Repúblicas. Por mais que se diga que o Presidente o é de todos os concidadãos, a verdade é que tudo serve para denegrir a sua imagem. Vejam os meus amigos o que acontece com o Presidente Cavaco Silva. É sempre preso por ter cão e por não o ter.

Como vivemos numa República, temos de a honrar, honrando os mais altos magistrados da Nação e respectivos símbolos. Contudo, será bom que não esqueçamos que Portugal foi construído, como estado, durante quase oito séculos, por uma Monarquia.

FM
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Editado por Fernando Martins | Sábado, 30 Janeiro , 2010, 12:40
Gandhi
Faz hoje anos que faleceu, em 1948, com 79 anos, Mahatma Gandhi. Ficou na história do seu país, a Índia, e do mundo como pacifista.
A sua vida é conhecida por todos os que assumem a defesa da verdade e a luta contra a injustiça de forma não-violenta. Exemplo raramente seguido pelo mundo civilizado.
Importa reflectir sobre a lição que nos legou Gandhi para uma sociedade mais pacífica.
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 08 Dezembro , 2009, 18:44


Começa a fazer falta o Vaticano III

O Concílio Vaticano II, iniciado por João XXIII e concluído com Paulo VI, revolucionou a Igreja Católica, que entrou no mundo com outros olhares. Foi em 1965, na Praça de S. Pedro, que os trabalhos conciliares foram  dados por encerrados. A partir daí, as constituições, decretos e declarações passaram a ser lei a seguir por todos os católicos do mundo. Porém, há quem diga que o Vaticano II ainda não entrou, em força, em muitos sectores da Igreja e mesmo da vida dos crentes. E também se diz, decerto com alguma lógica, que começa a fazer falta o Vaticano III.
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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 20 Novembro , 2009, 12:13


1983

Neste dia, em 1983, regressaram a Aveiro as Religiosas Carmelitas Descalças, instalando-se provisoriamente em Eirol. Desta forma, deram início ao Carmelo de Cristo Redentor, autorizado pelo Bispo de Aveiro, D. Manuel de Almeida Trindade, em 15  de Outubro deste mesmo ano.

Fonte: Calendário Histórico de Aveiro

Nota: Permitam-me que sublinhe o que para os católicos e para  os que cultivam a espiritualidade, cristãos ou não, representa  este Carmelo, há muito instalado em S. Bernardo. As carmelitas, contemplativas, simbolizam o desprendimento total do mundo agitado, mas fazem-no em sintonia com esse mesmo mundo, pela oração, pela contemplação e pelo sentido de comunhão, bem expresso na forma como vivem, em ligação a Jesus Cristo. Estão, afinal, no mundo, sem estarem no mundo...

FM
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 19 Novembro , 2009, 11:26

Teatro Aveirense

Um espaço que muito honra
a cidade e as suas gentes

Há espaços emblemáticos na cidade de Aveiro. O Teatro Aveirense é um deles. Enche a memória dos aveirenses e de quantos por ali passaram ao longo da vida e continuam a passar.
No dia de hoje, em 1949, há precisamente 60 anos, foi reaberto, após dois anos de profundas obras de modernização, conforme lembra o Calendário Histórico de Aveiro. Nesse dia, foi apresentada a revista “Esquimó Fresquinho” pela Companhia de Revistas do Teatro Maria Vitória.
Entrar no Teatro Aveirense, só por si, é revisitar a sua história e lembrar momentos agradáveis que se não perdem com o tempo. É evocar cultura, arte, artistas, cerimónias cívicas, pessoas ilustres, enfim, tudo o que nos faz recordar um passado que precisa de ter continuidade, agora com novas formas. O Teatro Aveirense aí está, presentemente, como espaço que muito honra a cidade e as suas gentes.

FM
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 12 Novembro , 2009, 11:48


12 de Novembro de 1991

Todos nós, portugueses, bem como os povos civilizados do mundo, ficámos chocados com as notícias e imagens que nos chegaram de Timor, no dia 12 de Novembro de 1991. As tropas indonésias, de braço dado com alguns cúmplices timorenses, dispararam contra a população que se refugiou no cemitério de Santa Cruz, em Dili. Ainda hoje retenho na retina o sofrimento de um povo que reza em Português, e que lutou, heroicamente, pela sua independência. E foi esse massacre, exibido nas televisões, que convenceu o mundo democrático da justeza das reivindicações daquele povo. Aqui fica o registo para que não caia no esquecimento..

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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 10 Novembro , 2009, 11:43
10 de Novembro



Neste dia, em 1985, a Obra do Apostolado do Mar inaugurou a primeira fase do edifício do Clube Stella Maris, para acolher e apoiar, na Gafanha da Nazaré,  sob as mais variadas formas, os marítimos que demandam o Porto de Aveiro, ou nele se ocupam. O Clube continua em actividade, estando o seu restaurante aberto a toda a gente, sendo fornecidas refeições a preços módicos.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 04 Novembro , 2009, 10:01

1862 - "Pouco antes  da uma hora da madrugada deste dia [4 de Novembro] - e não no dia anterior, como indicam alguns - faleceu em Lisboa, numa casa da Rua de "O Século", o grande orador parlamentar e egrégio aveirense José Estêvão Coelho de Magalhães, que ultimamente também vinha exercendo o cargo de grão-mestre da Confederação Maçónica Portuguesa."

Fonte: Calendário Histórico de Aveiro
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 20 Outubro , 2009, 09:44
1851 - 20 de Outubro

Nesta data, "Ficou definitivamente constituído o Liceu de Aveiro, como corporação docente, cuja acta de instalação já havia sido assinada em 14 de Julho anterior; instalou-se primeiramente no edifício do Paço Episcopal, sito na Rua dos Tavares".

Fonte: Calendário Histórico de Aveiro
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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 15 Outubro , 2009, 10:41
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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 13:33


“Quando se fez ao mar, a nave escura,
Na praia essa mulher ficou chorando,
No doloroso aspecto figurando
A lacrimosa estátua da amargura!”

Assalta-me à memória hoje, com mais acutilância, este excerto do soneto de Gonçalves Crespo, Mater Dolorosa!
Ficou, indelevelmente, gravado na memória, quando em 1966, apareceu na prova escrita do exame de Português, e nunca mais se apagou.
Foi, nos verdes anos, que tive contacto com esta mesma realidade, da separação... da mãe, dos seus entes queridos. A veemência do sentimento maternal, aqui explícito, haveria de marcar-me, para sempre. Senti-o na pele, quando a família foi desmembrada pelo drama da emigração.
Pude vivenciar de perto a dor profunda duma mãe que também, à semelhança daquela que é retratada no soneto, viu partir metade da família para além mar. Tal como na saga dos navegadores portugueses da época dos Descobrimentos, também iam à procura do desconhecido, noutras terras, noutras paragens. Iam, em suma, à procura duma terra prometida.
Não vou descrever aqui, hoje, o drama humano da emigração, que abalou muitas famílias, no século passado. Durante anos, os destinos mais procurados foram o Brasil e a Argentina, que arrebanharam para si muitos chefes de família. Mergulhados no fascínio de um novo destino e absorvidos pela aculturação, abandonaram para sempre os familiares esquecidos, em Portugal. Quando esse chão deixou de dar uvas e a árvore das patacas havia secado nesse países latino-americanos, começou o êxodo para a Europa central - França. Alemanha, Luxemburgo, Suíça... Mais tarde, foi a terra do Tio Sam que exerceu atracção sobre numerosas famílias de todo o mundo, ao qual não escapou o nosso pequeno país, parco de recursos e oportunidades. Ainda não tinham chegado as Novas......!!! Aquele melting pot de etnias várias, aquela mistura explosiva, também contém, na sua amálgama, muito sangue lusitano. E... quem não se lembra dos Luso-Americanos, que, em meados do século passado, invadiam as ruas estreitas da Gafanha, com as suas sumptuosas “banheiras”? Estas entupiam, completamente, a passagem dos carros de vacas, que tinham que se arrumar para a berma das poucas estradas que havia, numa Gafanha rural.
Pois! Foi este espectáculo que presenciou a pessoa que hoje, assinaladamente, evoco e que tanto sofreu com essa partida para os Estados Unidos da América, em 1963. Quase que, num simbólico tributo ao país que deu conforto material à sua família, acolhendo-a no seu seio, foi juntar-se às vítimas do 11 de Setembro de 2001, no ano transacto. Foi assim que transmiti aos amigos, a notícia desta derradeira partida.
Ficou a memória duma pessoa sofrida, em prol da família e que durante anos viveu a dor da separação. A vida que lhe havia sido madrasta, compensou-a durante várias décadas, ainda, com o regresso do marido e pai, que tão arduamente lutou pela subsistência dos filhos.
Fica a memória saudosa de alguém que personificou tal como a heroína do soneto, a intensidade do amor maternal.
Que a sua alma descanse no reino da Glória!
.
Mª Donzília Almeida
11.09.09

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 20 Agosto , 2009, 10:42
20 de Agosto de 1887

Neste dia, em 1887, faleceu na sua casa, na rua do Seixal, o insigne aveirense Dr. Manuel José Mendes Leite, soldado-combatente, jornalista, deputado, governador civil, impoluto cidadão e, sobretudo, legislador-parlamentar, a quem se ficou a dever a proposta da abolição da pena de morte em Portugal, nos crimes políticos.

Fonte: Calendário Histórico de Aveiro



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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 25 Maio , 2009, 13:02
Olho da cidade, na Ponte-Praça, visto do canal central

1952-Maio-25

Três melhoramentos foram inaugurados, em Aveiro, neste dia, mas há 57 anos. Foram eles a Ponte-Praça, o Liceu Nacional de Aveiro e o Reservatório de água para o abastecimento da rede urbana.

Fonte: Calendário Histórico de Aveiro
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