de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 12:10

Discurso de António Barreto na Sessão Solene do 10 Junho

 

 

«Em Portugal ou no estrangeiro, no Continente ou no Ultramar, na Metrópole ou nas Colónias, as Forças Armadas portuguesas marcaram presença em vários teatros de guerra e em diversas circunstâncias. Militares portugueses lutaram em terra, no mar ou no ar, cumpriram os seus deveres e executaram as suas missões. Em Goa, em Angola, em Moçambique, na Guiné, no Kosovo, em Timor ou no Iraque. Todos fizeram o seu esforço e ofereceram o seu sacrifício, seguindo determinações políticas superiores. As decisões foram, como deve ser, as do Estado português e do poder político do dia. Mas há sempre algo que ultrapassa esse poder. O sacrifício da vida implica algo mais que essa circunstância: é, para além das vicissitudes históricas e dos ciclos de vida política, a permanência do Estado.

 

Os soldados cumprem as suas missões por diversos motivos. Por dever. Por convicção. Por obrigação inescapável. Por desempenho profissional. Por sentido patriótico, político ou moral. Só cada um, em sua consciência, conhece as razões verdadeiras. Mas há sempre um vínculo, invisível seja ele, que o liga aos outros, à comunidade local ou nacional, ao Estado. É sempre em nome dessa comunidade que o soldado combate.»

 

 

Nota: Um pouco ocupado, não consegui tempo para ouvir ou ler o discurso de António Barreto, proferido em Faro, no dia 10 de Junho. Para memória futura, aqui o deixo.

 

FM

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 23:34

 

Do discurso do Presidente da República

 

 

 

«Portugueses,

 

É conhecida a situação difícil que atravessamos e a exigência dos desafios que temos à nossa frente. Um tempo em que muitos portugueses temem pelo seu emprego, em que muitos dos que estão desempregados receiam não voltar a encontrar trabalho, em que os jovens se interrogam sobre o seu futuro. Um tempo em que as famílias fazem contas à vida.

 

Mas não podemos ceder à tentação do desalento. Se o horizonte que avistamos é de dificuldades e de incerteza, mais razões temos para nos unirmos.

 

A forma admirável como os Portugueses se ergueram para ajudar a Madeira, na sequência da trágica intempérie de 20 de Fevereiro passado, é a prova mais forte de que somos, como sempre fomos, uma nação solidária. Quando uma das parcelas do território é atingida pelo infortúnio, todas as outras acorrem em seu auxílio. O apoio que demos à Madeira foi uma comovente lição de portugalidade.

 

A coesão nacional tem de ser também coesão social. Desde a primeira hora do meu mandato, tenho dado todo o apoio às instituições de solidariedade e aos grupos de voluntariado, tenho sublinhado a importância de dar voz àqueles que a não têm, de incluir os excluídos, de atender às necessidades básicas dos que mais precisam.

 

Os portugueses sabem partilhar, como o demonstra o extraordinário acolhimento que as recolhas do “Banco Alimentar” têm tido de Norte a Sul de Portugal.

 

Um país é feito de pessoas. Por isso, é nos Portugueses, em todos eles, que têm de se concentrar as prioridades de uma agenda social e política verdadeiramente orientada pelos valores da justiça e da coesão.»

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 16:49

 

 

Riqueza incomensurável da ternura

 

 

Hoje conto uma história. “Um menino de 4 anos tinha um vizinho idoso a quem falecera dias antes a esposa. Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo. Quando a mãe lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu: Nada. Só o ajudei a chorar.”

Um escritor de nome, convidado como jurado de um concurso de crianças, deixou-nos esta preciosidade como gesto inefável da criança premiada.

Sobram comentários. É isto que não deixa que o mundo se afogue. Uns dispensam os filhos, outros escandalizam as crianças, outros põem veneno em tudo, sabendo que elas o irão beber… Deus vela por elas através de quem é capaz de as amar sem condições.

O melhor do mundo, disse o poeta, são as crianças.

Quem as faz andar em terras desertas e frias para poderem ter escola não pensa assim. Quem deixa que a família se degrade ou até contribua para isso não pensa assim.

Quem não tem sensibilidade para perceber a riqueza dos gestos de ternura não pensa assim.

Amanhã é Dia de Portugal. A riqueza do país são as pessoas. Mais ainda, as crianças. Só elas são capazes de ajudar a chorar. E, neste chorar, aliviam a dor que mais dói, a da saudade de quem se ama.

Só o amor puro das crianças.

 

António Marcelino

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 13:07

Que me diz o feriado do 10 de Junho?

 

 

Este feriado representa o dia em que todos os portugueses (residentes ou não em Portugal) celebram com orgulho o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Assim, considero que esta data deveria ser lembrada por todos!

Pessoalmente, considero que cada um de nós deveria tentar fazer algo pelo nosso país e não ficar à espera que o nosso país faça algo por nós (princípio da subsidiariedade, tão querido à Doutrina Social da Igreja). A ideia que actualmente é lançada pelos média, relativamente ao povo português, é a de que andamos todos "em baixo" e muito resignados com esta crise económica (quando na realidade a crise é de valores), o que, do meu ponto de vista, não corresponde em pleno à generalidade dos portugueses. Pois nós somos um povo de navegadores, descobridores e inovadores e que não ficamos em cima da ponte a olhar para a água que passa por baixo dos nossos pés. Nós arregaçamos as mangas e colocamos as mãos na massa... isto, sim, é característica do nosso povo. 

Concluindo, esta data é acima de tudo um tempo para lembrarmos o que fizeram os nossos antepassados, mas, e acima de tudo, é um dia para "lançarmos as redes ao largo".

Viva Portugal!

 

Fernando Cassola Marques

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 13:01

O feriado 10 de Junho faz me lembrar alguns pensamentos que tenho tido sobre a real importância destas datas. Para mim, é como o 1 de Novembro, dia em que a maioria das pessoas vão ao cemitério "visitar" amigos e familiares. Porquê esse dia? Será que não é tão importante lembrarmo-nos dessas pessoas em outros dias?

10 de Junho, Dia de Camões e da Raça. Não sei se hoje os jovens aprendem a ler Camões como no meu tempo. Penso que não. O ensino mudou: uns dizem para melhor outros para pior, mas uma coisa é certa: já se tiram cursos superiores sem saber contar e sem saber escrever e até há cursos cujas aulas acabaram ontem com exames incluídos (na UA)!

Mas vamos ao Camões. Que importância tem este dia para as gerações actuais? Só os sociólogos podem responder. Por mim, julgo que é só mais um feriado que, se fosse retirado do calendário, só alguns puristas da literatura e alguns sindicalistas mais ortodoxos reclamavam. Estava-me a  esquecer da Presidência da República já que é mais um dia para dar "nas vistas" e entregar umas medalhas como "reconhecimento nacional" a alguns portugueses. 

 

Carlos Duarte

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 12:46

DIA DA RAÇA

 

Era quando os portugueses

que os havia felizmente

lutavam para crescer.

Quando os portugueses

superando a dor

passavam alem do Bojador.

Quando os portugueses

davam novos mundos ao Mundo

navegando por aquele mar prufundo.

 

DIA DE PORTUGAL

 

Agora, é dia de Portugal

Não lhes levem a mal

Com o português retornado

Somo aquele país

À beira mar plantado.

 

Ângelo Ribau

 

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 08:13

 

 

DIA DE CAMÕES

 

 

Mª Donzília Almeida

 

 

 

Na sequência de definir os feriados nacionais, após a implementação da república em 5 de Outubro de 1910, coube às autarquias o papel de escolher a sua própria data, para as festividades locais. Foi assim que cada um pode fazer a sua escolha, tendo o município de Lisboa escolhido o dia 1o de Junho. Coincidia com a morte de Camões, em 1580.Considerando que o poeta representa a expoente máximo da glória portuguesa, foi escolhido como o fiel representante do povo português, aquém e além fronteiras, tendo assim ficado designado como a data da comemoração do Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades.

Pareceu ao país, que esta tríade consubstancia a nossa essência de povo heróico pois Camões foi o lutador, o poeta que deixou para a posteridade uma obra de inigualável valor – Os Lusíadas. Todo o povo português ali está representado magistralmente, tendo-se tornado uma obra de referência a nível mundial.

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