de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 12:46

DIA DA RAÇA

 

Era quando os portugueses

que os havia felizmente

lutavam para crescer.

Quando os portugueses

superando a dor

passavam alem do Bojador.

Quando os portugueses

davam novos mundos ao Mundo

navegando por aquele mar prufundo.

 

DIA DE PORTUGAL

 

Agora, é dia de Portugal

Não lhes levem a mal

Com o português retornado

Somo aquele país

À beira mar plantado.

 

Ângelo Ribau

 

 

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 08:13

 

 

DIA DE CAMÕES

 

 

Mª Donzília Almeida

 

 

 

Na sequência de definir os feriados nacionais, após a implementação da república em 5 de Outubro de 1910, coube às autarquias o papel de escolher a sua própria data, para as festividades locais. Foi assim que cada um pode fazer a sua escolha, tendo o município de Lisboa escolhido o dia 1o de Junho. Coincidia com a morte de Camões, em 1580.Considerando que o poeta representa a expoente máximo da glória portuguesa, foi escolhido como o fiel representante do povo português, aquém e além fronteiras, tendo assim ficado designado como a data da comemoração do Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades.

Pareceu ao país, que esta tríade consubstancia a nossa essência de povo heróico pois Camões foi o lutador, o poeta que deixou para a posteridade uma obra de inigualável valor – Os Lusíadas. Todo o povo português ali está representado magistralmente, tendo-se tornado uma obra de referência a nível mundial.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 09 Junho , 2010, 12:20

 

VERDADE E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

NÃO ESTÃO EM LEILÃO

 

António Marcelino

 

 

 

 

Pilatos, já meio perturbado pela recomendação da esposa que pedia que não se deixasse envolver nas acusações e, cada vez mais baralhado pelas contradições dos acusadores e pelos gritos da gentalha, quis que fosse Jesus, o acusado, a esclarecer a situação. Mas Ele apenas afirmou: “Vim ao mundo para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade escuta a minha voz”. E Pilatos, ainda mais perplexo, apenas disse, em ar de pergunta de que não esperou resposta: “Que é a verdade?”

Este é o drama da sociedade actual: a verdade perdeu a cotação, foi posta a leilão, interessa a poucos conhecê-la e, quando se procura ou se pergunta por ela, não se espera pela resposta de quem a pode testemunhar e propor feita vida.

Será que alguma vez a vida pode ter sentido de dignidade e garantia de futuro se apenas se basear em sentimentos e opiniões avulsas, ou se construída à margem da verdade objectiva e de princípios fundamentais, única forma de ter consistência e futuro?

“O apelo corajoso e integral aos princípios é essencial e indispensável”, recordou Bento XVI aos bispos portugueses. Uma recomendação apta para fazer caminho todos os dias.

O ambiente social, pejado de mentira, deixou-se inquinar por interesses pessoais e de grupos, para os quais a verdade será sempre incómoda e, por isso, desprezada.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 09 Junho , 2010, 12:06

 

 Sábado,  12 de Junho, às 21h30

 

 

 

 

Exposição de Artes Plásticas e Design

 

 

Abrangendo áreas da criação artística a pintura, a escultura, a fotografia, o vídeo, a instalação e o design, esta iniciativa conta com trabalhos de alunos que frequentam o último ano dos cursos de licenciatura em Artes Plásticas e Design. Nesta segunda edição deste projecto concorreram 28 alunos, com um total de 37 trabalhos seleccionados, de escolas de norte a sul do país continental e do arquipélago da Madeira.

 

 

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 09 Junho , 2010, 08:45

Diálogo em tempo de escombros

 

José Tolentino Mendonça

 

Dialogamos pouco sobre o nosso viver colectivo e damos escasso tempo à audição daquilo que se recorta mais profundamente, sem a opacidade sôfrega dos agendamentos. Por isso é um texto obrigatório este que acaba de ser editado: «Diálogo em tempo de escombros. Uma conversa sobre Portugal, o Mundo e a Igreja Católica». Um jornalista com a dimensão profissional, cultural e humana de José Manuel Fernandes, desafia D. Manuel Clemente para um encontro construído em três andamentos: na primeira parte, o jornalista enuncia um núcleo pertinente de questões que gostaria de ver abordadas, quase à maneira de um diagnóstico interrogado do presente. D. Manuel Clemente ensaia uma resposta na segunda parte. E no terceiro round, chamemos-lhe assim, uma conversa epistolar entre entrevistador e entrevistado vem precisar e ampliar alguns aspectos do diálogo. O tempo é de escombros, mas não esta conversa, como o leitor rapidamente verá.

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Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 09 Junho , 2010, 07:12

:

 

 

Na sombra verde da Serra da Boa Viagem, sobressai, ao fundo, a luz do dia que nasce. Serenidade absoluta sem vivalma por perto, nasce a esperança de um dia novo.

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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 08 Junho , 2010, 23:36

 

 

 

 

PRÓLOGO

 

Fui avestruz. Sou ruminante

Da seiva lírica. A pastagem,

Outrora verde e abundante,

Está queimada da estiagem.

 

Olhar o céu límpido e mouco

Não vale mais do que o que foi.

A água tarda. O pasto é pouco.

A fome rói.

 

Ah, se uma lágrima bastasse

Pra encher de viço esta secura!

Sinto-a a escorrer-me pela face

Futura.

 

António Manuel Couto Viana

 

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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 08 Junho , 2010, 08:20

 

 

 

«Diálogo em tempo de escombros»

publica cartas trocadas entre

D. Manuel Clemente e José Manuel Fernandes

 

  

A última década foi, para Portugal, uma década perdida? Podemos ter esperança no futuro? Como portugueses, temos “medo de existir”, ou temos “História a mais”? Que papel tem a Igreja Católica hoje em Portugal? E no mundo? No centenário da República, que balanço das relações entre o Estado e a Igreja? Será que vivemos tempos de nvos ateísmos, e de novos anticlericalismos? Bento XVI tem sido o Papa de que a Igreja e o mundo necessitavam?

 

Eis algumas das questões que, colocadas por José Manuel Fernandes, anterior director do Público, serviram como ponto de partida para uma troca de cartas com o bispo do Porto, presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, e ainda Prémio Pessoa 2009, D. Manuel Clemente.

 

O volume, intitulado “Diálogo em tempo de escombros – Uma conversa sobre Portugal, o Mundo e a Igreja Católica, é apresentado esta Segunda-feira, pelas 19h00 na CE Livrarias, em Lisboa, com a presença dos autores.

 

A obra é prefaciada por José Tolentino Mendonça, para quem o texto “dá corpo a um projecto diferente”.

 

“Um jornalista com a dimensão profissional, cultural e humana de José Manuel Fernandes, um grande jornalista deste tempo português e europeu desafia um homem de Igreja para um encontro construído em três andamentos: na primeira parte, José Manuel Fernandes, enuncia conjuntos de questões que gostaria de ver abordados, quase à maneira de um diagnóstico interrogado do presente. D. Manuel Clemente ensaia uma resposta na segunda parte”, explica.

 

“No terceiro round, chamemos-lhe assim, uma conversa epistolar entre entrevistador e entrevistado vem precisar e ampliar alguns aspectos do diálogo”, precisa ainda o sacerdote madeirense, director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC).

 

Fonte: Ecclesia

 

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 07 Junho , 2010, 23:01

 

 

 

"Agora sim, há mais vida para além do défice orçamental"

 

Por Cristina Ferreira e Sérgio Aníbal

 

O economista diz que este deve ser o momento para realizar reformas que ponham a economia a crescer. Apenas reduzir o défice não chega. Leiam mais aqui.

 

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 07 Junho , 2010, 22:22

 

 

Obras em curso

:

 

Durante o corrente o ano a navegação não foi condicionada por problemas de assoreamento. Já se notam, pois, os efeitos positivos da obra de prolongamento do molhe norte.

 

Decorrem, em bom ritmo, as obras de prolongamento do molhe norte do Porto da Figueira da Foz. A empreitada em curso consiste no prolongamento em 400 metros do molhe norte existente. Esse prolongamento protege agora totalmente toda e qualquer ondulação dos quadrantes oeste e noroeste.

 

Orçada em 13 388 000 €, inclui dragagens, enrocamentos e betão na forma de blocos de protecção dos taludes – antifers – com peso de 50 toneladas, e em betão simples na super-estrutura. Os trabalhos incluem diversas monitorizações no âmbito do Estudo de Impacte Ambiental.

Os números atestam tratar-se de obra de envergadura: 90 000 m3 de dragagens; 303 000 m3 de enrocamentos; 3 050 blocos de betão antifer; 11 300 m3 de betão in situ.

 

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 07 Junho , 2010, 17:12

 

 

Da minha janela...

 

Maria Donzília Almeida

 

O olhar perdia-se na lonjura da paisagem. Um dia sereno, de sol alto, convidava a esta contemplação. À memória vinham os pensamentos que, por estas alturas, povoam a mente dum professor. A aproximação do final de mais um ano lectivo, com os afazeres que a ele estão ligados: as últimas avaliações do período e do ano, o ultimar de tarefas e actividades programadas no plano anual da escola, toda a gestão escolar inerente a uma dinâmica de sucesso, enfim, um sem-número de coisas que se acumulam e esperam despacho nestes dias de Verão irregular.

Foi neste torvelinho de pensamentos que fui surpreendida por uma visita grata, que me arrancou àquele torpor. Era uma criaturinha de palmo e meio que saltitava, picando aqui e ali, com o seu longo bico LS (long size), ali, mesmo em frente dos meus olhos e num serviço gratuito de escarificação do jardim. Pouco depois apareceram os melros vestidos de preto e bicos de lacre e as rolas com os seus vestidos de noiva chá-mate.

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Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 07 Junho , 2010, 16:48

         

 

 

 

                   

 

Arménio Alves vence Rota do Bacalhau

 

 

Êxito total foi a frase da organização da prova de BTT que decorreu no passado dia 6, denominada Rota do Bacalhau, e cuja receita foi de 15 mil euros que reverteu integralmente para a instituição Ilhavense, Obra da Criança.

Presentes 500 atletas de BTT (bicicletas todo o terreno) que, após terem dado inicio à prova no Museu Marítimo, percorreram as regiões de Ílhavo, Vagos e Oliveira do Bairro,  num total de 55 quilómetros. Após 2 horas de trajecto, os corredores começaram achegar ao CCI, sendo os vencedores, Arménio Alves, em masculinos, e Susana Reis,  em femininos Reis. Na entrega de prémios, estiveram presentes os responsáveis da Vulcano, Teka, Vice-Presidente da Câmara Fernando Caçoilo, representantes da firma Susana Gateira, Nuno Sacramento do Rotários de Ilhavo e a Confraria Gastronómica do Bacalhau.

Juntamente com os ciclistas, estiveram presentes muitos acompanhantes, que, enquanto decorria a prova, visitaram o Museu Marítimo e o Centro Cultural de Ílhavo. Nno final, já com os atletas, foi servido o almoço na Escola Secundária de Ílhavo, confeccionado pelo antigo cozinheiro da escola António Pereira, e cuja ementa foi Bacalhau, oferta da empresa Rui Costa & Sousa.

 

CD 

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 21:25
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 19:16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viver a Festa da Esperança

foi desafio lançado por D. António Francisco

 

O Dia da Igreja Diocesana que hoje se celebrou no Parque de Feiras e Exposições de Aveiro contou com uma moldura humana que bem simbolizou a unidade que caracteriza a igreja aveirense. Viver a Esperança foi o grande desafio lançado pelo nosso bispo, D. António Francisco dos Santos, a todos quantos quiseram marcar presença, vindos te todos os recantos da diocese. Crianças e jovens, adultos e doentes receberam uma palavra de agradecimento e de louvor de D. António.

O Dia da Igreja Diocesana, que este ano se comemorou num espaço novo e com nova dinâmica, contou com a colaboração de muitos voluntários, sob orientação do Vigário Episcopal para a Pastoral Geral, Padre Francisco Melo, que é também pároco das Gafanhas da Nazaré e Encarnação.

O Bispo de Aveiro sublinhou à homilia a «beleza de sermos Igreja» que soube cantar, por toda a diocese, o lema “Vive a Festa da Esperança”, apelando a que todos sejamos «testemunhas de fé» na diversidade das nossas terras, e atentos aos que se iniciam na caminhada da Boa Nova, indo ainda ao encontro dos que estão longe dela.

Alertou para a necessidade de estarmos «disponíveis para a missão» e em sintonia com as «exigências do nosso tempo e com o mundo em mudança», vivendo a solidariedade com os que mais precisam.

D. António Francisco manifestou o desejo de que nas comunidades se criem «novos espaços de diálogo», sem nunca deixarmos de ser «testemunhas livres e fiéis a Jesus Cristo».

 

FM

 

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 09:44

 Manuel Serra

 

 

Numa cidade como a nossa nunca estará tudo realizado

 

 

 

Não raro sabemos pouco dos nossos políticos. Sabemos a que partidos pertencem, que ideias manifestam, que desafios enfrentam nos cargos que ocupam. No caso do presidente da Junta da Gafanha da Nazaré, conhecemos que trabalhou nos Estaleiros de São Jacinto, chegando a ocupar cargos administrativos e outros. Veio dos lados da Figueira e aqui casou com uma gafanhoa. Tornou-se gafanhão. Presentemente, está no terceiro mandato como autarca, pautando o seu comportamento político e social pela delicadeza, sensibilidade humana e conciliadora, mas também pela frontalidade.

Entrevista conduzida por Fernando Martins

 

Na entrevista que nos concedeu contou um pouco da sua história de vida. Nasceu na Raseira, Montemor-o-Velho, e veio para a Gafanha da Nazaré em Julho de 1959. «Um estágio do curso industrial levou-me até aos Estaleiros de São Jacinto, optando por residir na Gafanha da Nazaré; inicialmente na rua hoje chamada Gil Eanes e depois na Av. Central, actual Av. José Estêvão», esclareceu.

Raseira era uma terra essencialmente agrícola, ficando a pouca indústria existente situada a 30 quilómetros. E entrou na Gafanha da Nazaré, com indústria por todo o lado, seja nas Pescas, Construção Naval ou outras relacionadas.

O curso que o trouxe até nós, do ramo industrial, facilmente o levou a adaptar-se ao ambiente, sobretudo ao nível profissional e social. E pela sua índole, cedo fez amigos para a vida.

Depois do regresso do Ultramar, no ano de 1970, não esperou muito pelo advento da democracia, que decerto sonhou na guerra colonial em que teve de participar. Com o 25 de Abril, o PPD/PSD foi a sua primeira e única opção. «A social-democracia situava-se no centro e eu nunca gostei de extremos», adiantou. E continuou: «Um conjunto de amigos, da área mais activa da nossa terra, representando um espírito de mudança, resolveu implantar uma força nova no nosso concelho.» Deste modo e por convicção ajudou o PPD/PSD a nascer e a crescer no nosso Ílhavo, em especial.

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