de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 21:25
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 19:16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viver a Festa da Esperança

foi desafio lançado por D. António Francisco

 

O Dia da Igreja Diocesana que hoje se celebrou no Parque de Feiras e Exposições de Aveiro contou com uma moldura humana que bem simbolizou a unidade que caracteriza a igreja aveirense. Viver a Esperança foi o grande desafio lançado pelo nosso bispo, D. António Francisco dos Santos, a todos quantos quiseram marcar presença, vindos te todos os recantos da diocese. Crianças e jovens, adultos e doentes receberam uma palavra de agradecimento e de louvor de D. António.

O Dia da Igreja Diocesana, que este ano se comemorou num espaço novo e com nova dinâmica, contou com a colaboração de muitos voluntários, sob orientação do Vigário Episcopal para a Pastoral Geral, Padre Francisco Melo, que é também pároco das Gafanhas da Nazaré e Encarnação.

O Bispo de Aveiro sublinhou à homilia a «beleza de sermos Igreja» que soube cantar, por toda a diocese, o lema “Vive a Festa da Esperança”, apelando a que todos sejamos «testemunhas de fé» na diversidade das nossas terras, e atentos aos que se iniciam na caminhada da Boa Nova, indo ainda ao encontro dos que estão longe dela.

Alertou para a necessidade de estarmos «disponíveis para a missão» e em sintonia com as «exigências do nosso tempo e com o mundo em mudança», vivendo a solidariedade com os que mais precisam.

D. António Francisco manifestou o desejo de que nas comunidades se criem «novos espaços de diálogo», sem nunca deixarmos de ser «testemunhas livres e fiéis a Jesus Cristo».

 

FM

 

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 09:44

 Manuel Serra

 

 

Numa cidade como a nossa nunca estará tudo realizado

 

 

 

Não raro sabemos pouco dos nossos políticos. Sabemos a que partidos pertencem, que ideias manifestam, que desafios enfrentam nos cargos que ocupam. No caso do presidente da Junta da Gafanha da Nazaré, conhecemos que trabalhou nos Estaleiros de São Jacinto, chegando a ocupar cargos administrativos e outros. Veio dos lados da Figueira e aqui casou com uma gafanhoa. Tornou-se gafanhão. Presentemente, está no terceiro mandato como autarca, pautando o seu comportamento político e social pela delicadeza, sensibilidade humana e conciliadora, mas também pela frontalidade.

Entrevista conduzida por Fernando Martins

 

Na entrevista que nos concedeu contou um pouco da sua história de vida. Nasceu na Raseira, Montemor-o-Velho, e veio para a Gafanha da Nazaré em Julho de 1959. «Um estágio do curso industrial levou-me até aos Estaleiros de São Jacinto, optando por residir na Gafanha da Nazaré; inicialmente na rua hoje chamada Gil Eanes e depois na Av. Central, actual Av. José Estêvão», esclareceu.

Raseira era uma terra essencialmente agrícola, ficando a pouca indústria existente situada a 30 quilómetros. E entrou na Gafanha da Nazaré, com indústria por todo o lado, seja nas Pescas, Construção Naval ou outras relacionadas.

O curso que o trouxe até nós, do ramo industrial, facilmente o levou a adaptar-se ao ambiente, sobretudo ao nível profissional e social. E pela sua índole, cedo fez amigos para a vida.

Depois do regresso do Ultramar, no ano de 1970, não esperou muito pelo advento da democracia, que decerto sonhou na guerra colonial em que teve de participar. Com o 25 de Abril, o PPD/PSD foi a sua primeira e única opção. «A social-democracia situava-se no centro e eu nunca gostei de extremos», adiantou. E continuou: «Um conjunto de amigos, da área mais activa da nossa terra, representando um espírito de mudança, resolveu implantar uma força nova no nosso concelho.» Deste modo e por convicção ajudou o PPD/PSD a nascer e a crescer no nosso Ílhavo, em especial.

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 06 Junho , 2010, 07:30

 

PELO QUINTAL ALÉM – 24

 

 

 

 

O MALMEQUER

 

A

todas/os que desfolham

malmequeres

 

 

Caríssima/o:

 

a. Para escrever, mesmo sobre assunto que nos prenda e submeta, torna-se uma necessidade criar silêncios e cortar com os puxões da vida. Não admira que o malmequer me esteja a chamar insistentemente e quase a implorar a minha disponibilidade... e eu, nada... Só a abelha que pousou no centro amarelo daquela flor me sorriu à página branca e conseguiu que as teclas se submetessem às regras da escrita... (Para evitar falsos juízos, não é o insecto que aparece na imagem!...)

De facto, no quintal, os malmequeres são uma nota de cor na verdura que tudo subjuga.

 

e. Pela Gafanha, o malmequer espreitava aqui e ali com a sua flor branca e mãos piedosas aprimoravam-se nos arranjos dos altares ou nas campas dos familiares.

 

i. E é e era pelas suas flores que esta planta se acarinhava...

 

 

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