de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 24 Outubro , 2006, 23:49
Encontro de jovens
com representantes
de diversas religiões

A Santa Sé está certa de que a paz no mundo depende em parte do autêntico diálogo inter-religioso. Sob este espírito, convocou jovens das diferentes religiões para um encontro que se celebrará em Assis.
A iniciativa será celebrada de 4 a 7 de Novembro, no vigésimo aniversário da primeira Jornada Mundial de Oração pela Paz convocada por João Paulo II na cidade de São Francisco, com a participação de representantes de diversas religiões.
Este encontro foi apresentado pelo cardeal Paul Poupard, Presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, durante a conferência de imprensa de apresentação da mensagem que escreveu aos muçulmanos, por ocasião do final do Ramadão. Em Assis participarão cem jovens, cinquenta cristãos e outros tantos pertencentes a outras religiões, dos diferentes continentes.
Além do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, participam na organização desta iniciativa o Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, os frades do Sagrado Convento de Assis e essa diocese.
O cardeal Poupard revelou, ainda, que o encontro procura ser “uma reflexão e um intercâmbio de ideias, com a esperança de que ajude os jovens a serem instrumentos de diálogo, de paz e de esperança para o mundo”. Bento XVI enviou uma mensagem em 2 de Setembro de 2006, na qual faz referência a este encontro, dizendo: “Temos mais necessidade que nunca deste diálogo, especialmente quando contemplamos as futuras gerações”.
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Fonte: Rádio Vaticano
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 24 Outubro , 2006, 14:18
"Cartas a Deus"

A editora «Publicações Pena Perfeita» pediu a alguns (3 dezenas) vultos portugueses que escrevessem uma carta a Deus. Como resultado saiu uma obra - «Cartas a Deus» - com cerca de 120 páginas e testemunhos de vários quadrantes. Marcelo Rebelo de Sousa, Carlos Pinto Coelho, Clara Pinto Correia, Fernando Nobre, Maria João Seixas e António Rego foram alguns dos que aderiram ao projecto cujos Direitos de Autor do Livro revertem para a AMI.
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Fonte: Ecclesia
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 24 Outubro , 2006, 14:13

Nada a acrescentar


Acho que, tudo somado, o tempo que vivemos é o menos mau dos tempos que conhecemos da história. Não creio que seja possível apontar um século, uma década, um ano preciso em que a humanidade tivesse optimizado o seu ponto de equilíbrio, os jogos da guerra e da paz, da riqueza e da pobreza atingissem os graus desejáveis e perfeitos num mundo em contínuo movimento. Por que nos voltamos excessivamente para os nossos estreitos metros quadrados e para os minutos antes e depois do agora, como que nos vemos deformados em espelhos de medo e desalento, quais testemunhas oculares de quedas caóticas de todos os edifícios que constituíram o melhor da nossa cidade desejada e imaginária.
Mas é assim. Caminhamos pelas ruelas estreitas da euforia e do desalento, esmagados pela amplificação dos acontecimentos em velocidade acelerada que nos roubam a paz. A paz? Mas será paz o desconhecimento e o silêncio, a ficção alienante que esconde o real até que ele se precipite como uma hecatom-be sobre a nossa pequena urbe?
S. Isaac, o Sírio (sec VII), monge em Nínive, perto de Mossul, actual Iraque, escreveu num dos seus discursos ascéticos:"A vida neste mundo é semelhante àqueles que formam palavras com letras, acrescentando-as, retirando-as, e alterando-as a seu bel prazer. Mas a vida do mundo futuro é semelhante ao que está escrito sem o menor erro nos livros selados com o selo real, a que nada falta e a que nada há a acrescentar". Este comentário ao "Evangelho Quotidiano" lança-nos bem na reflexão das nossas vidas como dobadoiras do efémero, onde cada acontecimento nos faz voltar a cabeça e o coração em direcções opostas. E nos sugere julgamentos precipitados e porventura injustos sobre o agora, amaldiçoando-o em benefício do ontem. O agora, no tempo, sempre foi assim. Tempos virão em que se não acrescentará qualquer palavra. Temos de aceitar este drama. E acreditar no futuro sólido e imutável.
Eis é a grande diferença na leitura da história, do tempo, da evolução, do progresso, do porvir. Tudo tem importância. Mas só ganha significado o que desagua no futuro, "escrito sem o menor erro nos livros selados a que nada falta acrescentar".
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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 24 Outubro , 2006, 14:04
RECUPERAÇÃO DO CONTADOR

Hoje consegui recuperar o antigo contador. Há tempos, a opção por novo grafismo fez desaparecer o contador da Bravenet, sem que, na altura, houvesse possibilidades de o manter em actividade. A partir de agora, cá está ele, novamente, perdendo-se o segundo contador, que já ia nas 4200 entradas. Isto significa que o meu blogue já ultrapassou as 36 mil entradas, em 22 meses.
Fernando Martins

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Editado por Fernando Martins | Terça-feira, 24 Outubro , 2006, 10:49

Desfaçatez


O acórdão do Tribunal Constitucional que avalia as contas da última campanha para as eleições legislativas volta a deixar envergonhada a democracia portuguesa. De tão repetidas as irregularidades, tendemos a relativizá-las. Não surpre-endem.
Sempre que o país vai a votos, é certo e sabido que as candidaturas se estragam em habilidades. Ou melhor, boa parte das vezes, nem sequer se dão ao trabalho de as exibir. Pura e simplesmente não justificam as despesas. A desfaçatez e a impunidade política levaram a este pântano, que coloca sob suspeita permanente aqueles que deveriam ser um exemplo de probidade para os cidadãos-eleitores.
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Leia todo o Editorial no DN
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