de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Domingo, 08 Outubro , 2006, 12:50

ESPECTÁCULO MUSICAL NO SEMINÁRIO DE AVEIRO

O Seminário de Santa Joana Princesa, em Aveiro, vai oferecer um espectáculo musical a todos os amigos, no próximo dia 14, sábado, no seu anfiteatro, pelas 21.30 horas. Três coros infantis (Um de Victória – Espanha, um de Portalegre e outro de Espinhel) vão decerto mostrar como se pode ajudar o Seminário, que tem andado em obras de restauro e de manutenção.
Esta festa da música está integrada num festival promovido pelo Coral de Espinhel, de que faz parte um antigo aluno desta casa de formação.
As entradas são livres, embora se espere que cada um dê o seu contributo, espontaneamente, para as despesas das obras do Seminário de Santa Joana Princesa.
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 08 Outubro , 2006, 11:32

170 anos a ensinar
e a difundir
a arte musical


A Filarmónica Gafanhense está em festa, com a celebração dos seus 170 anos de existência. Não foi baptizada com este nome, nem nasceu na Gafanha da Nazaré. Nasceu em Ílhavo e ali recebeu o nome de Filarmónica Ilhavense, passando à história com o epíteto de Música Velha de Ílhavo. Depois, por vontade dos homens, foi adoptada pela Gafanha da Nazaré e aqui recebeu um novo baptismo, para evitar uma condenação à morte. Com o nome de Filarmónica Gafanhense, esta banda tem levado bem longe a cidade que a acolheu, como antes o fizera com a terra que a viu nascer.
No sábado, andou pelas ruas a mostrar-se, tocando músicas que habitam a nossa memória, enquanto os seus dirigentes foram explicando ao povo que a banda precisa de ser auxiliada. Em troca dessa ajuda, vai oferecendo a arte que cultiva e ensina nas suas escolas. Mas também foi dizendo que nos dias 13 e 14 de Outubro vai proporcionar aos amantes da música, pelas 21 horas, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, dois espectáculos musicais.
No primeiro dia, actuarão o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, o Grupo de Violas e Guitarras, com Fados de Coimbra, e a Orquestra Jovem da Banda Nova de Fermentelos. No dia seguinte, para além do concerto com a Filarmónica Gafanhense, exibir-se-ão os Alunos da Escola de Música Gafanhense e o Grupo Coral do Pessoal da APA.
A presença do povo nestes espectáculos será a melhor prenda que poderá ser oferecida à Filarmónica Gafanhense.
F.M.
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 08 Outubro , 2006, 11:28
Cristianismo e bioética (2)


A palavra bioética foi usada publicamente pela primeira vez pelo oncologista Rensselaer van Potter, em 1970, num artigo emblemático, "Bioethics: The Science of Survival", e repetida, no ano seguinte, no seu livro Bioethics: Bridge to the Future.
Para ele, a nova disciplina tem o propósito de contribuir para o futuro da humanidade, procurando proporcionar o "conhecimento de como usar o conhecimento" para "a sobrevivência do homem e a melhoria da qualidade de vida".
Há a percepção de que a bioética é a ciência da sobrevivência, concretamente quando ela é compreendida como ética global, portanto, como ética médica e ética ecológica, abrindo para a urgência do debate sobre o que se chama cidadania mundial, que implica um conjunto de valores universais para um desenvolvimento sustentável. A cidadania mundial é um requisito para a sobrevivência, pois leva a compreender que, se sou cidadão do mundo, os problemas são do mundo, a comunidade verdadeira é toda a humanidade, os seres humanos fazem parte da natureza, impondo-se, portanto, que é preciso atender às necessidades universais de todos, incluindo as gerações futuras, e respeitar a biosfera.
Reflectir sobre esta abertura da bioética a um horizonte de cidadania mundial não foi dos menores contributos do XXVI Congresso dos Teólogos e Teólogas João XXIII, em Madrid, de 7 a 10 de Setembro passado.
Este debate sobre ética, justiça e ecologia, que coloca a questão difícil da particularidade e da universalidade dos valores, foi lançado por Lidia Feito, da Universidade Rey Juan Carlos. Neste enquadramento, Begoña Iñarra, religiosa do Congo, denunciou o comércio internacional organizado para benefício dos ricos, nomeadamente com os subsídios aos seus produtos agrícolas, e pediu que se facilitasse o comércio africano mediante o alívio das barreiras alfandegárias. Marcelo Barros, monge beneditino brasileiro, acentuou a dimensão social da bioética e propugnou uma espiritualidade macroecuménica cósmica.
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 08 Outubro , 2006, 11:20


ÁGUA + COR
= POLUIÇÃO = MORTE

Caríssimo/a:

E foi assim...
Tudo começou numa brincadeira de caranguejos: olha ali um! Cuidado com as tenazes! Este é macho! Aquele é mais redondo, é fêmea! Este é rijo! Um mole! Guarda-se para isca!... Mas que é isto? Um fio verde? Como é bonito! Vou enrolá-lo nas mãos! Já estão verdes! ... Agora não é só um fiozinho, alargou-se...
E o nosso rapaz esquece os caranguejos, despe-se e atira-se para aquela água diferente para um banho de causar inveja aos outros... Quando eles souberem até vão ficar de olhos trocados: não que de um banho em água tão especial ainda ninguém se tinha gabado!...
Porém, nova mudança de cor na água - de verde passou a cinzenta escura -trouxe-lhe inquietação: a água era um caldo que até cheirava mal. Que chatice! E como é que ia tirar aquela porcaria do corpo? E do cabelo? Parecia cola...
Lá se arranjou como pôde e fugiu, fugiu mesmo, a correr, afastando-se daquela água que o encantara e agora o assusta.
À tarde, com o grupo lá do canto, enojou-se e virou o nariz, afastando a vista daquela mortandade de peixes. Nunca tal se vira, e quem o garante é o ti João André. Aquilo é obra de Cacia.
E agora, com os peixes todos mortos, de barriga para o ar, que vai ser de nós?

O que valeu ao rapaz é que a maré sobe e desce e o mar – aquele gigante!... - engole tudo, até a sujidade do homem.
E vêm-me à esferográfica duas pérolas [a nós atribuir-lhe a cor]:

«O problema não está na poluição, mas no que lançamos para a água e para o ar.»
(Lula da Silva)

«Louvado sejas, Senhor,
pela nossa irmã água
que é muito útil e humilde,
preciosa e casta!»
(Francisco de Assis)


Manuel

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