de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Quarta-feira, 21 Outubro , 2009, 11:57

Santuário de Schoenstatt



A importância das diversas expressões
de fé na Igreja é indiscutível

Permitam-me que sublinhe, hoje e aqui, a importância das diversas expressões de fé no seio da Igreja Católica. Ao contrário do que alguns pensam, elas não serão redutoras da fé em Jesus Cristo, antes ocupam uma posição catalisadora da dinâmica dessa mesma fé. Sendo, naturalmente, aprovadas pela própria Igreja, mais razões teremos para acreditar  no indesmentível contributo que Movimentos, Serviços, Obras, Institutos Religiosos e outras organizações oferecem ao mundo, como testemunhos de uma vivência centrada na Boa Nova de Jesus Cristo.
É certo que, por vezes, há desvios e comportamentos inadequados às orientações da Santa Sé, fruto, talvez, de um certo sectarismo ou de grande ignorância, quando os seus mentores se arrogam o direito de se considerarem os únicos detentores da verdade mais pura no seio da Igreja. Mas para esses, tanto quanto vou sabendo, os "visitadores" enviados pelo Papa se encarregarão de chamar à pedra os "iluminados". A Igreja Católica é só uma, a que assenta os seus alicerces na verdade revelada, configurada no Papa, qual guardião da fé.
O Santuário de Schoenstatt, que hoje celebra os seus 30 anos de existência, é um pilar do Movimento que por aqui se radicou há décadas e que tantas pessoas dinamizou para testemunharem a importância de se formar um homem novo para uma nova sociedade. Gente empenhada nos mais diversos campos do apostolado e da vida, gente que dá o rosto e a coragem para que haja uma fé mais esclarecida e dinâmica, gente que assume partilhar com o mundo, dos crentes e dos não crentes, valores que enformam comportamentos solidários e de amizade fraterna. Por isso, esta singela evocação.

Fernando Martins

Ler  a homilia do Bispo de Aveiro, proferida na eucaristia da peregrinação diocesana ao Santuário de Schoenstatt, que ocorreu no passado domingo.
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Donzília a 26 de Outubro de 2009 às 09:51
Gosto muito deste santuário. É pequenino e muito aconchegadinho! E a zona envolvente? É uma delícia para os olhos e um retempero para a alma.Nele respira-se paz, harmonia e comunhão com a natureza! Abençoadas mãos que tratam os jardins com tanto carinho e primor! Às vezes, até me apetece copiar alguma ideia para o mini-jardim que tenho, graças a Deus!

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