de Fernando Martins
Editado por Fernando Martins | Segunda-feira, 14 Junho , 2010, 21:57

É tempo de regressar à primeira casa. Bem tentei adaptar-me, mas não consegui. Paciência. Peço desculpa aos meus amigos, mas tem de ser. Portanto, podem visitar-me aqui.

 

Obrigado

 

Fernando Martins

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 22:57

Guterres com um refugiado

 

«Em 24 de Abril, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a recondução do antigo primeiro-ministro português, eleito pela primeira vez para este organismo internacional em 15 de Junho de 2005, sucedendo ao holandês Ruud Lubbers.

 

Em comunicado oficial, Guterres manifestou o seu reconhecimento pela decisão e num posterior discurso no Parlamento Europeu considerou “um privilégio e uma honra extraordinários” continuar a dedicar o seu trabalho “a uma causa a favor daqueles que, porventura, têm no mundo a mais vulnerável das posições”.

 

O ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), que já foi contemplado com dois Prémios Nobel da Paz, é uma das principais agências humanitárias do mundo. Com mais de 6800 funcionários, está presente em cerca de 120 países, fornecendo protecção e ajuda a milhões de refugiados, deslocados ou repatriados.

 

Mais de 85 por cento do pessoal do ACNUR está presente no terreno e confronta-se frequentemente com situações difíceis e perigosas.

 

O orçamento para 2010 situa-se nos três mil milhões de dólares (2,4 mil milhões de euros).»

 

Fonte: PÚBLICO

 

NOTA: O antigo primeiro-ministro de Portugal, que abandonou o Governo por não gostar de andar num pântano, está nas suas sete quintas. Desde jovem que cultivou a paixão pelo serviço voluntário em favor dos mais desfavorecidos. Por isso, é trabalhando para os refugiados que ele se sente bem. E ao ser reconduzido mostra à  evidência que tem feito bom trabalho.

 

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 14:33

 

 

 

Já que estou em maré de crónicas, cá está mais uma das que me deliciam ao domingo, no PÚBLICO. As crónicas de Miguel Esteves Cardoso, bem escritas e de fino humor, actuais e desafiantes, podem ser lidas todos os dias. É obra. Não é qualquer um que disserta todos os dias sobre um tema do seu dia-a-dia. Miguel Esteves Cardoso consegue fazê-lo com graça, com alma e com vida. Hoje falou de peixes. E nós, os da Ria e da beira-mar, que temos a mania de que sabemos tudo sobre a fauna aquática que nos cerca, afinal temos que aprender todos os dias. Miguel Esteves Cardoso, que  os trata pelo nome de baptismo científico, sabe disso. E até nos faz crescer água na boca. Ora leiam.

 

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 14:12
NOTA: Os caminhos da conversão são múltiplos e sempre originais. Cada convertido fez as suas descobertas ou entendeu-se melhor ou pior  com os mistérios da fé, que esses, pelo que são, estão longe do entendimento humano. Mas existem e podem fazer de nós arautos de vida nova. Bento Domingues mostra-nos hoje uma dessas caminhadas que conduziram à conversão.
FM
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Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 12:10

Discurso de António Barreto na Sessão Solene do 10 Junho

 

 

«Em Portugal ou no estrangeiro, no Continente ou no Ultramar, na Metrópole ou nas Colónias, as Forças Armadas portuguesas marcaram presença em vários teatros de guerra e em diversas circunstâncias. Militares portugueses lutaram em terra, no mar ou no ar, cumpriram os seus deveres e executaram as suas missões. Em Goa, em Angola, em Moçambique, na Guiné, no Kosovo, em Timor ou no Iraque. Todos fizeram o seu esforço e ofereceram o seu sacrifício, seguindo determinações políticas superiores. As decisões foram, como deve ser, as do Estado português e do poder político do dia. Mas há sempre algo que ultrapassa esse poder. O sacrifício da vida implica algo mais que essa circunstância: é, para além das vicissitudes históricas e dos ciclos de vida política, a permanência do Estado.

 

Os soldados cumprem as suas missões por diversos motivos. Por dever. Por convicção. Por obrigação inescapável. Por desempenho profissional. Por sentido patriótico, político ou moral. Só cada um, em sua consciência, conhece as razões verdadeiras. Mas há sempre um vínculo, invisível seja ele, que o liga aos outros, à comunidade local ou nacional, ao Estado. É sempre em nome dessa comunidade que o soldado combate.»

 

 

Nota: Um pouco ocupado, não consegui tempo para ouvir ou ler o discurso de António Barreto, proferido em Faro, no dia 10 de Junho. Para memória futura, aqui o deixo.

 

FM

:

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Editado por Fernando Martins | Domingo, 13 Junho , 2010, 08:34

PELO QUINTAL ALÉM – 25

 

 

 

 

A HIDRANJA

 

 

 

 

A

meus vizinhos

Hortênsia e Hortênsio

 

Caríssima/o:

 

a. Hidranjas ou hortênsias são flores muito interessantes e que estão a florir com muita intensidade. No quintal podemos apreciá-las: azuis, rosas, brancas..., (contrariamente ao que afirmam os teóricos).

 

e. Não me recordo de nenhuma destas plantas pela Gafanha, nos nossos tempos de juventude.

 

i. Usos: utilizada em jardins para plantio como bordaduras, maciços, renques ou cercas-vivas. Deve evitar plantar-se hortênsias junto a árvores ou outras plantas com as quais ela possa competir pela humidade.

Os entendidos afiançam que a cor das flores depende da natureza do terreno onde estão plantadas e então indicam cuidados e «tratamentos» para se manter uma determinada coloração. Como digo acima, tenho-as de colorido vário e umas próximas das outras. Contudo, sempre adianto para os mais curiosos (e interessados!?) que se pretenderem que a hortênsia produza flores violetas devem colocar palhas de aço usadas dentro de água. Deixem até que a água esteja da cor da ferrugem. Depois reguem a hortênsia com esta água uma vez por semana. (Não garanto, mas a receita é esta... Já agora, se quiserem que fiquem muito azuis, despejem uma quantidade de pregos velhos junto à raiz... estou a ver alguns sorrisos incrédulos...)

Costumo podá-las quando acaba a floração. Aconselham que não se cortem os galhos que não tenham dado flores pois são os que as darão no ano seguinte.

 

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 12 Junho , 2010, 17:15

Hoje e aqui conto uma estória das secas. São estórias que vêm e vão ao sabor da maré.

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Editado por Fernando Martins | Sábado, 12 Junho , 2010, 14:07

 

 

DIVINDADE IMPESSOAL E O DEUS PESSOAL

 

Anselmo Borges

 

É frequente ouvir pessoas que se afirmam cristãs dizerem: sim, eu acredito, "ele há qualquer coisa de superior que nos governa". Pergunta-se: essas pessoas acreditam no Deus cristão? Realmente não, já que, na perspectiva cristã, Deus é invocável, da ordem do pessoal e não do impessoal.

É certo que muitos cientistas e filósofos afirmam a natureza como força geradora divina de tudo quanto há e ainda aberta a novas possibilidades no futuro. Há um texto recente do filósofo Marcel Conche que resume bem esta concepção. Para ele, Deus é inútil, precisamente porque a natureza cria seres que podem ter ideias de todas as coisas, até da própria natureza. Não se trata, porém, da "natureza oposta ao espírito ou à história ou à cultura ou à liberdade, mas da natureza omni-englobante, a physis grega, que inclui nela o Homem. Essa é a Causa dos seres pensantes no seu efeito".

 

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 11 Junho , 2010, 23:39

 

 

 

Tenho andado a consultar jornais antigos, onde depositei, como se fossem bancos, centenas de textos. Confesso que até fico espantado com a diversidade de trabalhos jornalísticos que produzi,  paralelamente  às minhas ocupações profissionais, oficiais e particulares,  tão absorventes. Escrevi sobre tudo e sobre todos. Uns textos estão assinados e outros não. Mas todos identifico, sem me enganar, como filhos dilectos que todos são. Disso, naturalmente, darei conta daqui a uns tempos, quando estiver mais folgado.

Estas deambulações pela minha vida jornalística trazem-me à memória recordações preciosas e evocações saudosos. Tanta gente que conheci ao longo da minha vida e que já nos deixou.  Tanta gente generosa  com quem convivi. Tantos eventos que divulguei e tantas histórias que contei.

Até um dia destes.

 

FM

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 11 Junho , 2010, 22:25

 

Douro

Os Velhos do Restelo...

 

O Presidente Cavaco Silva recomendou há dias aos portugueses que fizessem férias cá dentro.

A recomendação, em minha modesta opinião, tem a sua lógica. Por cá, também é possível gozar excelentes férias, um pouco por toda a parte. Temos boas praias, zonas rurais lindíssimas, recantos paradisíacos, serras que oferecem panoramas ímpares...

Aquilo que eu entendi como óptimo foi logo visto por outros como péssimo. Cada cabeça cada sentença. Também é verdade.

Mas os tais Velhos do Restelo perguntaram logo: E se os outros Presidentes recomendam mesmo?

Pois é... Mesmo assim, vou pelo Presidente Cavaco Silva.

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Editado por Fernando Martins | Sexta-feira, 11 Junho , 2010, 22:04

 

 

Semana após semana, um dos momentos mais agradáveis do meu espírito está na leitura de algumas crónicas dos jornais e revistas. Gosto muito das que me vêm pelo Expresso, sobretudo da assinada por José Manuel dos Santos, no suplemento Actual.

 

 

«A minha mãe morreu faz um ano: 7 de Junho de 2009, duas horas da tarde. Desde então, não paro de a recordar, de a reter, de a reaver, de a recuperar, de a restituir, de a reviver, de a reerguer. Estes 12 meses têm sido a serigrafia de um original. Nele, vejo o seu rosto em todas as estações interiores. Vivi este ano como se vivesse o anterior em reverso, em negativo, em ausência. Estou nos lugares que foram dela. Toco os objectos que eram seus. Recordo os acontecimentos que foram nossos. Esse caminho não tem regresso. É por isso que se faz. Repete-se, mas já não é o mesmo. Gasta-se. Gasta-nos.»

 

Leiam aqui

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 23:34

 

Do discurso do Presidente da República

 

 

 

«Portugueses,

 

É conhecida a situação difícil que atravessamos e a exigência dos desafios que temos à nossa frente. Um tempo em que muitos portugueses temem pelo seu emprego, em que muitos dos que estão desempregados receiam não voltar a encontrar trabalho, em que os jovens se interrogam sobre o seu futuro. Um tempo em que as famílias fazem contas à vida.

 

Mas não podemos ceder à tentação do desalento. Se o horizonte que avistamos é de dificuldades e de incerteza, mais razões temos para nos unirmos.

 

A forma admirável como os Portugueses se ergueram para ajudar a Madeira, na sequência da trágica intempérie de 20 de Fevereiro passado, é a prova mais forte de que somos, como sempre fomos, uma nação solidária. Quando uma das parcelas do território é atingida pelo infortúnio, todas as outras acorrem em seu auxílio. O apoio que demos à Madeira foi uma comovente lição de portugalidade.

 

A coesão nacional tem de ser também coesão social. Desde a primeira hora do meu mandato, tenho dado todo o apoio às instituições de solidariedade e aos grupos de voluntariado, tenho sublinhado a importância de dar voz àqueles que a não têm, de incluir os excluídos, de atender às necessidades básicas dos que mais precisam.

 

Os portugueses sabem partilhar, como o demonstra o extraordinário acolhimento que as recolhas do “Banco Alimentar” têm tido de Norte a Sul de Portugal.

 

Um país é feito de pessoas. Por isso, é nos Portugueses, em todos eles, que têm de se concentrar as prioridades de uma agenda social e política verdadeiramente orientada pelos valores da justiça e da coesão.»

 

Ler mais aqui

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 16:49

 

 

Riqueza incomensurável da ternura

 

 

Hoje conto uma história. “Um menino de 4 anos tinha um vizinho idoso a quem falecera dias antes a esposa. Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo. Quando a mãe lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu: Nada. Só o ajudei a chorar.”

Um escritor de nome, convidado como jurado de um concurso de crianças, deixou-nos esta preciosidade como gesto inefável da criança premiada.

Sobram comentários. É isto que não deixa que o mundo se afogue. Uns dispensam os filhos, outros escandalizam as crianças, outros põem veneno em tudo, sabendo que elas o irão beber… Deus vela por elas através de quem é capaz de as amar sem condições.

O melhor do mundo, disse o poeta, são as crianças.

Quem as faz andar em terras desertas e frias para poderem ter escola não pensa assim. Quem deixa que a família se degrade ou até contribua para isso não pensa assim.

Quem não tem sensibilidade para perceber a riqueza dos gestos de ternura não pensa assim.

Amanhã é Dia de Portugal. A riqueza do país são as pessoas. Mais ainda, as crianças. Só elas são capazes de ajudar a chorar. E, neste chorar, aliviam a dor que mais dói, a da saudade de quem se ama.

Só o amor puro das crianças.

 

António Marcelino

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 13:07

Que me diz o feriado do 10 de Junho?

 

 

Este feriado representa o dia em que todos os portugueses (residentes ou não em Portugal) celebram com orgulho o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Assim, considero que esta data deveria ser lembrada por todos!

Pessoalmente, considero que cada um de nós deveria tentar fazer algo pelo nosso país e não ficar à espera que o nosso país faça algo por nós (princípio da subsidiariedade, tão querido à Doutrina Social da Igreja). A ideia que actualmente é lançada pelos média, relativamente ao povo português, é a de que andamos todos "em baixo" e muito resignados com esta crise económica (quando na realidade a crise é de valores), o que, do meu ponto de vista, não corresponde em pleno à generalidade dos portugueses. Pois nós somos um povo de navegadores, descobridores e inovadores e que não ficamos em cima da ponte a olhar para a água que passa por baixo dos nossos pés. Nós arregaçamos as mangas e colocamos as mãos na massa... isto, sim, é característica do nosso povo. 

Concluindo, esta data é acima de tudo um tempo para lembrarmos o que fizeram os nossos antepassados, mas, e acima de tudo, é um dia para "lançarmos as redes ao largo".

Viva Portugal!

 

Fernando Cassola Marques

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Editado por Fernando Martins | Quinta-feira, 10 Junho , 2010, 13:01

O feriado 10 de Junho faz me lembrar alguns pensamentos que tenho tido sobre a real importância destas datas. Para mim, é como o 1 de Novembro, dia em que a maioria das pessoas vão ao cemitério "visitar" amigos e familiares. Porquê esse dia? Será que não é tão importante lembrarmo-nos dessas pessoas em outros dias?

10 de Junho, Dia de Camões e da Raça. Não sei se hoje os jovens aprendem a ler Camões como no meu tempo. Penso que não. O ensino mudou: uns dizem para melhor outros para pior, mas uma coisa é certa: já se tiram cursos superiores sem saber contar e sem saber escrever e até há cursos cujas aulas acabaram ontem com exames incluídos (na UA)!

Mas vamos ao Camões. Que importância tem este dia para as gerações actuais? Só os sociólogos podem responder. Por mim, julgo que é só mais um feriado que, se fosse retirado do calendário, só alguns puristas da literatura e alguns sindicalistas mais ortodoxos reclamavam. Estava-me a  esquecer da Presidência da República já que é mais um dia para dar "nas vistas" e entregar umas medalhas como "reconhecimento nacional" a alguns portugueses. 

 

Carlos Duarte

 

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